Enquete do PL 3849/2019

Resultado

Resultado parcial desde 03/07/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4.835 97%
Concordo na maior parte 48 1%
Estou indeciso 6 0%
Discordo na maior parte 12 0%
Discordo totalmente 103 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não consigo sequer conceber a retirada do ensino de espanhol de nossas escolas. Alguém conhece algum país do mundo que evoluiu sem saber falar seu idioma oficial? Espanhol é, junto do português, idioma oficial do bloco MERCOSUL, então não consigo realmente entender como alguém pode querer tirá-lo bem como a falta de políticas públicas que estimulem o intercâmbio artístico entre seus países constitutivos de forma que conheçamos músicos, cantores, atores desses países numa grande integração.

Marcelo Luzzi 03/03/2021
64

Os alunos deve sim ter aulas de espanhol assim como temos aulas de ingles.

Gerlandia Souza 09/10/2020
86

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 371 encontrados.

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  • Ponto positivo: O PL 3849/2019, que torna o ensino de espanhol obrigatório, é crucial para o Brasil. O espanhol é a segunda língua mais falada no mundo, com mais de 560 milhões de falantes, e é amplamente utilizado nos Estados Unidos, onde 43 milhões de pessoas falam espanhol. A medida fortalece as relações com os países vizinhos da América Latina, abre portas no mercado de trabalho, promove a integração cultural e estimula o desenvolvimento cognitivo, preparando as novas gerações para um futuro globalizado.

    ALVORI LANZA 01/12/2024
    0
  • Ponto positivo: Os alunos devem ter acesso a diversas culturas e línguas. O espanhol deve ser ensinado sim, principalmente, por ser uma língua oficial nos países da América Latina.

    Helen M. Brasil 19/09/2021
    4
  • Ponto positivo: Estamos cercados de países que falam a língua espanhola, recebemos em nosso estado alagoano muitíssimos turistas, inclusive, nos picos pandêmicos. Voltar com o Espanhol nas aulas é devolver aos professores e alunos o direito do conhecimento, da cultura, do trabalho e do desenvolvimento linguístico. O nosso país não pode excluir o Espanhol da sua história, do Enem.

    Cleitton Lourenço da Silva 12/09/2021
    3
  • Ponto positivo: Só pelo simples fato de sermos cercados de países que têm a língua espanhola como idioma oficial já nos trás a importância deste aprendizado. É muito mais fácil termos contato com nossos irmãos latinos do que termos contato com um europeu aqui no país. Além do mais temos acordos de livre comércio. Eu apoio!!

    Wilker Gonçalves 11/09/2021
    4
  • Ponto positivo: É de extrema importância que os estudantes tenham acesso ao ensino-aprendizagem da língua espanhola, sendo ela a segunda língua mais falada no mundo.

    Mércia Fragoso de Lira Santos 10/09/2021
    4
  • Ponto positivo: Os alunos devem sim ter a matéria de língua espanhola. Ajuda na aprendizagem do aluno.

    Mayra Cazuzadossantos 10/09/2021
    3
  • Ponto positivo: O brasileiro já deveria saber no mínimo espanhol e inglês, então é óbvio que aprovo!

    Jéssica Nascimento da Silva 09/09/2021
    3
  • Ponto positivo: Tem importância sim a língua espanhola, tanto quanto a língua inglesa, até porque somos latinos, não tem essa de que mal sabemos o português, isso é ignorância, devemos entender a real importância para todos.

    Gisele Carvalho 09/09/2021
    2
  • Ponto positivo: Muito importante e necessário o ensino da língua espanhola nas escolas.

    Lucileide Rosalina 09/09/2021
    2
  • Ponto positivo: Extremamente importante essa PL. Muitos alunos optam por fazer espanhol no Enem. Sem contar que o espanhol é uma das segundas línguas mais falada no mundo. Somos vizinhos de países Hispano falantes, temos a mesma origem latina. Além disso, aprender uma língua estrangeira aumenta os horizontes dos estudantes, tanto pessoalmente quanto profissionalmente. É de suma importância para conhecer novas culturas e também a literatura espanhola que é muito rica. São inúmeros os pontos positivos.

    Aline Silva 09/09/2021
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei