Enquete do PL 3781/2019

Resultado

Resultado parcial desde 27/06/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7.522 58%
Concordo na maior parte 196 2%
Estou indeciso 16 0%
Discordo na maior parte 115 1%
Discordo totalmente 5.048 39%

O que foi dito

Pontos mais populares

Sociedade brasileira ainda não está preparada para essa realidade

Luiz Andrade 30/06/2019
123

O risco de acidentes e atropelamento serão eminentes, já que somente os veículos de auto escolas possuem o duplo comando de freio, que são utilizados com muita frequência durante as aulas práticas devido a falta de coordenação motora e desequilíbrio emocional dos alunos.

Junior Instrutor de Trânsito 30/06/2019
65

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 1668 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: nao vejo tanto ponto negativo, so as auto escolas que talvez fiquem sem muita verba, já que a pessoa pode procura um amigo com carteira CNH pra ensina-lo que foi que eu fiz um amigo me ensinou, eu nao fiz nenhuma aula pratica na auto escolas, so fiz as teóricas porque e obrigatórias, e maioria estudado por conta propria ainda tirei 25 teste teórico, nem eu esperava por isso.

    GILIARD CRISTOVAM DOS SANTOS 12/07/2025
    0
  • Ponto positivo: E muito caro burocrático, muitos sem CNH dirige melhor que muitos habilitados, pesando aqui atendimento coletivo, de testes psicológico, e estranho, examinadores as vezes ta nem ai, so os que forem mesmo meio biritas, e fora outras coisas, que rola nas auto escola de primeiros socorros poucos cola em pratica, quando realmente acontece acidente, e vão pra aula so pra conta as horas de aulas teóricas, acho q 10 a 15 dar da pra encina isso tudo, praticas e teóricas salvo os que tem dificuldades.

    GILIARD CRISTOVAM DOS SANTOS 12/07/2025
    0
  • Ponto positivo: Hoje as crianças já nascem curiosas e inteligentes. Já seguem os pais e já estão ensinando até quem já sabem.

    MARIA ZELIA CAMARGO 09/11/2023
    0
  • Ponto positivo: Em qualquer país de primeiro mundo o processo de habilitação é no mínimo 200x mais barato. É inconcebível pagar o valor de uma moto numa habilitação que só alimenta a máfia de policiais corruptos que são pagos com propina para passar os candidatos. As autoescolas além de caras são ineficientes, acredito que qualquer pessoa poderia se tornar um tutor, desde que tenha os critérios necessários.

    Victor Oliveira 25/09/2023
    3
  • Ponto positivo: Tirar uma carteira de habilitação atualmente pode custar na faixa de R$3000,00 em alguns estados, sendo cerca de 80% desses gastos referentes às auto escolas. Esse PL não acabaria com as auto escolas, mas sim tiraria sua obrigatoriedade, sendo ainda necessário passar nos exames do DETRAN. Ou seja, se você já sabe dirigir e foi aprovado pelas provas do DETRAN, você se provou habilitado. Se não, as auto escolas estão aí para te ajudar. Não serão proibidas, apenas opcionais.

    Guilherme Laurindo Schneck 13/01/2023
    10
  • Ponto positivo: Concordo plenamente com o voto positivo vai ajudar muita gente

    Evandro Constantino 12/01/2023
    6
  • Ponto positivo: Por mais que em geral discorde do posicionamento do deputado que redigiu aproposta acredito que essa seja uma forma de inclusão de boa parte da população que não teria acesso a tirar CNH visto que o valor de uma auto escola hoje varia entre 2 e 3 mil reais sendo assim completamente fora da realidade financeira de uma parcela considerável da população.

    Gabriela Pessoa da Costa 27/11/2022
    5
  • Ponto positivo: A proposta é efetiva, as auto escolas não filtram bons e maus condutores, penso que a questão do teste psicológico é fundamental para avaliar isso. O Fator auto escola retarda o processo para muitas pessoas, algumas já sabem dirigir outras não, então para as primeiras pessoas realizar aulas teóricas e práticas é uma perda de tempo. A questão sobre o aumento de acidente de trânsito pode ser avaliado por meio de mais fiscalização, como por exemplo, radares etc.

    Fernanda Dantas 18/11/2022
    0
  • Ponto positivo: Acredito na inovação e o Brasil precisa evoluir, precisamos evoluir nossa maneira de pensar. Essa obrigatoriedade das auto escolas, o tempo perdido em aulas teóricas que basicamente o instrutor lê o que já esta escrito no livro que todos tem acesso, e responde as duvidas que também estão no livro só fazem a gente perder o nosso tempo e dinheiro. Em países mais evoluídos não existe isso e as leis e condutas no trânsito são muito mais respeitadas como nos Estados Unidos!

    ANA PAULA MIRANDA RODRIGUES 08/08/2022
    7
  • Ponto positivo: O mal do brasileiro é o brasileiro pois não tem nada a ver a questão de ter mais ou menos acidente por retirada das auto escola entendeu meu pai e ele dirigiu durante cinco anos é sem a carteira de habilitação ele aprendeu só bem dizer entendeu e até hoje é o motorista defensivo nunca teve multa nunca teve acidente e ele hoje é motorista de ônibus aliás. Eu acho que vai continuar a mesma situação de antes agora a diferença é que não vai ter intromissão da auto escola com esses preços absurdo.

    Bruno Silva 13/07/2022
    3
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.

  6. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei