Enquete da PEC 100/2019

Resultado

Resultado parcial desde 27/06/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.552 98%
Concordo na maior parte 19 1%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 4 0%
Discordo totalmente 35 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Hoje, legitima defesa é como se fosse um crime. Exemplos temos o caso do cunhado de Ana Hickmann

Filipe Rodrigues 29/06/2019
82

A atual lei impede a legítima defesa e permite a instalação de um governo autoritário.

Marco Aurélio V. Cesar 05/07/2019
103

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 210 encontrados.

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  • Ponto negativo: Um Ponto negativo.Não se dá a lei em si.Cada cidadão deve ter o direito de autodefesa,Tendo em vista a guarda de sua vida. Um ponto negativo é que não teria a eficácia necessária se não houvesse uma reformulação do CPP com penas menos brandas.Outra forma seria o monitoramento com câmeras nas ruas,além de intimidar as ações criminosas ajudaria bastante nas resoluções de crimes.Outro ponto fundamental é que não é só arma que mata.Testes psicológicos,devido treinamento e análise de vida.Educação.

    Thiago henrique de souza 26/06/2023
    0
  • Ponto positivo: O fato de o estado não ser onipresente e nós cidadãos estarmos nas ruas correndo vários riscos.Tendo em vista os grupos organizados e ingressantes na vida do crime, seria uma forma mais justa de o cidadão se proteger de ataques.Não importa se é um celular, relógio ou uma mansão, Crime é crime. Todos estão sujeitos às consequências de seus atos. Além de ajudar o estado a combater a insegurança. Câmeras nas ruas tbm ajudaria a solucionar casos de crimes,visto que permitimos que apps nos vigie.

    Thiago henrique de souza 26/06/2023
    0
  • Ponto positivo: Pelo menos a posse de meios necessários deve ser reconhecido. Excelente projeto que dá segurança jurídica as pessoas pacíficas e diz para os párias da sociedade que sua agressão não será tolerada.

    Fernando Sousa 03/02/2021
    2
  • Ponto negativo: Exigir regulamentação posterior. Deveria já definir que o porte e uso desses meios se pressupõe autorizado no caso de não haver restrição para o agente. Neste caso a regra será a permissão ela exceção a proibição que existirá somente nos casos de sentença penal condenatória que pesar sobre o cidadão.

    José de Paula Dias Neto 20/08/2020
    1
  • Ponto positivo: Reafirma o art 5º da CF Coloca vitima e algoz em situacao de igualdade

    Caroline Cutolo 01/08/2020
    3
  • Ponto positivo: O Estado não pode estar em todos os lugares ao mesmo tempo, e é o que acontece, em regra. Os criminosos não ligam para o Estatuto do Desarmamento na hora de, armados, cometerem crimes. Além disso, o cidadão brasileiro é mais inteligente e prudente do que alguns querem fazer parecer, e pode fazer bom uso dos meios de defesa, desde que passe pelo treinamento e pelos testes psicológicos, psiquiátricos e de vida pregressa necessários.

    Gustavo Fragoso 14/04/2020
    5
  • Ponto negativo: Negativo é não ser aprovado.

    Thiago Teles 28/10/2019
    2
  • Ponto positivo: Armas não matam pessoas. Pessoas matam pessoas.

    Thiago Teles 28/10/2019
    2
  • Ponto negativo: Que pena que não passou o texto original. LXXIX – a lei assegurará ao cidadão o exercício da legítima defesa e o direito de possuir e portar os meios ecessários para a garantia da inviolabilidade dos direitos previstos no caput.

    alexandre costa 12/10/2019
    1
  • Ponto positivo: A legítima defesa já diz, é legítima, não é autorização p pessoas matarem umas as outras mas validar o direito à vida quando ela está verdadeiramente ameaçada. Uma vergonha ver pessoas que são obrigadas a passar por isso ainda serem presas porque salvaram-se

    Andre Refberg 11/10/2019
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei