Enquete do PL 3710/2019

Resultado

Resultado parcial desde 25/06/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 338 91%
Concordo na maior parte 6 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 24 7%

O que foi dito

Pontos mais populares

A agroecologia não é um ramo da agronomia. Como ciência ela surge de um contexto multidisciplinar (ecologia, agronomia, engenharia florestal, sociologia, antropologia, Veterinaria, educação do campo é muita outras. Além de interdisciplinar, é transdisciplinar: considerando outras formas de conhecimento - não apenas a ciência cartesiana. É uma ciência de caráter sistêmico e holístico, se apoiando em metodologias participativas. As características do agroecólogo são diferentes do agrônomo.

Guilherme Romeu Pousada 20/05/2022
21

Este é um ramo da Agronomia e que não deve ser deslocado da mesma pois perderia relevância se for deslocado do sistema! Mais importante que criar uma nova profissão, seria ter disciplinas dentro da academia (curso de Agronomia) com o foco em desenvolver ainda mais este ramo de conhecimento; Para a agroecologia é muito melhor termos 5.000 novos profissionais todos os anos falando sobre agroecologia, do que 100 Agroecologistas que não terão acesso a volumes significativos de produtores no país;

TALLES SOARES ROSA 20/05/2022
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 31 encontrados.

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  • Ponto positivo: A agroecologia é uma ciência e pode ser aplicada em qualquer parte do território nacional, além de garantir produção com sustentabilidade ambiental e social.

    Selma Yuki Ishii 02/06/2022
    3
  • Ponto negativo: Este PL está generalista e pouquíssimo aprofundado, deixando buracos de COMPETÊNCIAS E HABILIDADES PROFISSIONAIS importantíssimas !!!!

    Marina di Pietrantonio 26/05/2022
    1
  • Ponto negativo: 1) Regulamemtar isso pra todo o Brasil deixa de reconhecer que a Agroecologia da UFSCar oferece completa formação agronômica, diferente dos outros cursos no país, cabendo, portanto, registro profissional à esses bacharéis de Eng. Agrônomos, sem necessidade de regulamentar nada de novo. 2) Esse PL vai fazer com que os Agroecólogos MUITO PROVAVELMENTE NÃO CONSIGAM DISPUTAR ESPAÇOS NO MERCADO DE TRABALHO com os Eng. Agrônomos, ficando mais uma vez à margem de raras empresas e instituições.

    Marina di Pietrantonio 26/05/2022
    0
  • Ponto positivo: Agroecologia se faz tbm com os povos nativos e seus conhecimentos !

    Nilla Quin 23/05/2022
    3
  • Ponto positivo: As regulamentações das profissões de Técnica(o) e Tecnóloga(o) em Agroecologia, que já existem há muitos anos, o último nível de formação em Agroecologia (uma graduação plena como o CONFEA/CREA denomina) sofre por não ser formalmente reconhecido nas autarquisas e na legislação trabalhista. O debate que o PL traz não é sobre a validade da Agroecologia (o que já está superado e sanado), a questão é a formalização de um título profissional específico, o de bacharel.

    Artur Nagy Castagna 23/05/2022
    7
  • Ponto positivo: Não tenho dúvidas que a agroecologia será a ciência que mais irá contribuir com a vida na terra, pois propõe uma vida livre dos agrotóxico.

    José Carlos Costa 22/05/2022
    6
  • Ponto positivo: A Agroecologia veio mostrar que as pessoas podem produzir alimentos saudáveis, sem o uso de agrotóxicos e também resgata os saberes utilizados pelos antepassados que tinham a sabedoria e respeito pela Natureza.

    Deise Vieira Alves 21/05/2022
    3
  • Ponto positivo: Profissionais especializados em agroecologia estão melhores preparados para ensinar as particularidades dessa ciencia para outros profissionais. Por exemplo o fato de existir a profissão de quimico ou engenheiro quimico não impede que diversos outros profissionais estudem química, e sejam capactados para atuar em areas da quimica. Essa anologia pode ser feita com diversas profissões: fisica, biologia, matematica, sociologia, historia etc. As ciencias dialogam e se complementam.

    Bruna Martins 21/05/2022
    4
  • Ponto positivo: Reduzir a agroecologia a uma disciplina de agronomia é um perigo e um descaso à propria humanidade. No entando, existir um profissional especializado nessa ciencia não impede q a mesma esteja inserida em diversas outras áreas proffissionais complementando a formação de agrônomos, engenheiros florestais, biólogos, geografos, educadores ambientais e do campo, antropologos, sociologos, cientistas socias, ecologos, etc etc etc Não é uma competição por espaço podemos trabalhar juntos.

    Bruna Martins 21/05/2022
    4
  • Ponto positivo: A Aagroecologia pode atuar em diversas áreas nas quais existe grande demanda de profissionais capacitados como por exemplo na área de regulamentação ambiental, projetos de credito rural, desenvolvimento de tecnologias sustentaveis para a agricultura e pecuaria, empressas e instituições publico e privadas de pesquisa, ensino e extensão além é claro de assistencia técnica.

    Bruna Martins 21/05/2022
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei