Enquete do PL 3649/2019

Resultado

Resultado parcial desde 19/06/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 154 97%
Concordo na maior parte 4 3%
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O que foi dito

Pontos mais populares

Humanização no atendimento às mães e pais enlutados pela perda de natimorto/neomorto ou óbito fetal

Vanilda Gois 13/09/2020
9

A única questão que ficou para mim foi o uso de uma pulseira diferente pela mãe para identificação dos profissionais de saúde. Acho que outras maneiras de a equipe estar informada da situação podem ser estabelecidas. Sinto essa pulseira diferente como mais uma marca de dor.

Ana Paula Bertol 14/10/2021
10

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Exibindo resultados 1 a 10 de 28 encontrados.

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  • Ponto positivo: Mão consigo ver pontos negativos. Apenas positivos. Uma vez que vivemos num pais com pouca, informação ou mesmo preparo dos profissionais de saúde , diante do luto No período pre e pos natal. Bem como a ausência de uma legislação que minimize a dor destas famílias , diminuindo a burocracia e dando o mínimo de dignidade ao ser familiar, que não permanece na vida física.

    Eridan de Azevedo Mourão Costa 27/07/2023
    0
  • Ponto positivo: Conferir dignidade e respeito devem ser princípios norteadores do Direito, sendo a dignidade da pessoa humana o fundamento inicial. Ninguém quer perder um filho ou ente querido, é uma dor desumana. Mas que poderia ser menos traumatizante se abordada de forma humanizada.

    Anne Di Franco 20/09/2022
    1
  • Ponto positivo: Perder um filho é a pior dor do mundo. Todo amparo e cuidado nessa hora é fundamental. Esse PL foi elaborado com muita seriedade, conhecimento, competência e carinho. Fará uma enorme diferença na vida de muitas famílias.

    Carol Vitola 15/06/2022
    2
  • Ponto positivo: Depois que dei a luz ao meu filho sem vida, tive parto normal, fiquei no hospital por 48hs, todas enfermeiras e médicas residentes faziam a mesma pergunta quando entravam no quarto e não viam meu filho "onde esta o bebe ?" Todas as vezes era uma dor ainda maior essa pergunta. Eram pra ser melhor preparadas para esse pós que já é tão doloroso por si só.

    nathalia amaral 13/01/2022
    0
  • Ponto positivo: Quando perdi meu filho, o obstetra que fez meu parto queria me sedar completamente. Não aceitei., Depois, pedi a ele para segurar meu bebê no colo, mas ele não deixou! Após isso, o corpo de meu filho foi para a necropsia e quando o encontrei novamente, já foi no sepultamento. Não tive forças de tirá-lo do caixão para pegar no colo!!! Quem lida com pais enlutados precisa estar preparado! Ser humano nesse momento é o mínimo!

    Celia R G 27/11/2021
    0
  • Ponto positivo: Hospital se importar em fazer uma caixa de lembranças. Com a pulseira , marca da mãozinha, pezinho, primeira roupinha usada ,informações sobre seu filho. E tomada de decisoes sobre a medicação. Abaixaram a medicação do meu filho pra ver se ele respondia e nao estava respondendo em vez de aumentar novamente simplesmente deixaram ele partir. Sem nossa decisão final

    Leticia Petroceli 17/11/2021
    0
  • Ponto positivo: Permitir que a mãe e o pai fiquem Com o bebê para despedida é mais do que essencial, é humano e auxilia no processo psicológico de entendimento e aceitação. Nunca levem o bebê sem antes deixar a mãe passar um tempo Com ele, é filho dela e merece ser tratado como tal.

    Carol Dezena 12/11/2021
    1
  • Ponto positivo: Hospital se importar em fazer uma caixa de lembranças. Com a pulseira , marca da mãozinha, pezinho, primeira roupinha usada ,informações sobre seu filho. Eu só tive informações sobre meu filho , medida , peso... Pq solicitei o prontuário médico .

    Ana Paula Staudt 10/11/2021
    2
  • Ponto positivo: Tem que ter uma sala especial, um grupo de acolhimento como psicóloga, médicos, enfermeira.

    Maria Alice Fontoura 09/11/2021
    5
  • Ponto positivo: Acho que deveria ter um psicologo para acolhimento dos pais na hora da notícia de falecimento. Ficamos sem chão,perdidos,nos fazem ficar horas em um necrotério sem auxilio algum.Muitas vezes sem saber o que estamos fazendo ali.Ter que escolher o que fazer com um bebê.Foi assim comigo,pensei o quanto teria sido menos doloroso se tivesse alguém que soubesse conversar com quem está passando pelo pior momento da vida

    Helena Dani 09/11/2021
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).