Enquete do PL 1669/2019

Resultado

Resultado final desde 18/06/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 37 100%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Concordar com a proposta é uma obviedade. Professores são os construtores do nosso futuro, devem ter todas as facilidades possíveis em sua profissão... Mais do que qualquer coisa deveriam ter um ótimo salário, pois, hoje em dia, na maior parte do país, vale mais a pena fazer a carteira de caminhão que cursar uma licenciatura. (Nada contra caminhoneiros, mas, definitivamente professores merecem mais)

Natan RW 19/05/2021
5

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto positivo: No Brasil inteiro muitos professores moram em um Município e trabalham em outro. Com aprovação desta Lei dará mais segurança aos docentes para se locomoverem até as unidades escolares. É importante garantir esse direito ao profissionais da Educação .

    ZILMAR MELO PEREIRA 09/08/2023
    0
  • Ponto positivo: Concordo plenamente com a proposta e penso que os nossos parlamentares deveriam estar atentos as coisas que realmente se referem a melhoria da nossa educação, que já está tão defasada e permitir que os professores utilizem o assento vago nos ônibus escolares é assegurar uma condição melhor de trabalho a esses profissionais sofrem com baixos salários, isso é garantir que não sejam cortados os direitos desses profissionais, muitos trabalham em escolas rurais e de acesso difícil, deveriam votar já

    Denise Tavares 23/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Boa tarde! Precisa-se concluir essa proposta de Lei, para ajudar nós, professores, que precisamos usufruir desse transporte. Por favor, nos ajude!

    Cristiane Balbino Fernando 23/03/2022
    1
  • Ponto positivo: É um absurdo chamar de caroneiros professores em trânsito para o local de trabalho e de lá para suas casas

    Jose Reginaldo dos Santos 21/10/2021
    1
  • Ponto positivo: Concordo plenamente com a proposta. Precisamos de transporte para a escola levamos o saber para nossos alunos. Nós professores da escola do Campo estamos sempre preocupados como vamos chegar a escola.

    Luciléa de Souza 25/08/2021
    2
  • Ponto positivo: Sou professora no RS, minha escola fica distante da cidade 47 km em estradas de chão péssimas, nosso difícil acesso não cobre uma semana de transporte e a rede alega que não temos direito ao transporte. MUITO triste e sofrida a nossa situação.

    Neila Allende 21/08/2021
    2
  • Ponto positivo: Concordar com a proposta é uma obviedade. Professores são os construtores do nosso futuro, devem ter todas as facilidades possíveis em sua profissão... Mais do que qualquer coisa deveriam ter um ótimo salário, pois, hoje em dia, na maior parte do país, vale mais a pena fazer a carteira de caminhão que cursar uma licenciatura. (Nada contra caminhoneiros, mas, definitivamente professores merecem mais)

    Natan RW 19/05/2021
    5
  • Ponto positivo: O transporte escolar trafega com assentos vagos. A utilização do transporte escolar para o transporte de professores poderia otimizar a mobilidade dos professores. É importante para a mobilidade principalmente em municípios na área rural.

    Aldemir Berwig 19/05/2021
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. INC 515/2026

    Requer o envio de indicação à Ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) para que promova a convocação dos candidatos excedentes aprovados para o cargo de Auditor Fiscal do Trabalho (AFT) no Concurso Nacional Unificado 1 (CNP1), e também para convocação dos aprovados nos cargos de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD), e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico (ATDS) no Concurso Público Unificado 2 (CNP2).

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.