Enquete do PL 1153/2019

Resultado

Resultado parcial desde 18/06/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 9 30%
Concordo na maior parte 7 23%
Estou indeciso 1 3%
Discordo na maior parte 2 7%
Discordo totalmente 11 37%

O que foi dito

Pontos mais populares

Embora o futebol no Espírito Santo esteja praticamente morto, algumas poucas emissoras de rádio ainda se sacrificam para tentar levantar o moral do futebol. Esse será o último golpe de sacrifício para o esporte. O rádio, continuará vivo!

Edivaldo Alves 07/07/2022
1

A transmissão de jogos começou nas rádios, muitos anos atrás. O projeto irá matar esse meio histórico de transmissão, que há mais de cem anos alimenta a paixão pelo esporte, e pela profissão. Ao invés de desestimular, o correto é incentivar a nova geração a manter viva a paixão pelas transmissões das rádios.

Alef Jordan Rodrigues Nunes 07/07/2022
4

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Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto positivo: Os contratos profissionais deveriam ter clausula de produtividade e demissão por justa causa em casos de desídia; racismo; mal comportamento recorrente; danos a marca do clube ou patricinador

    Manoel Guarda 07/08/2022
    0
  • Ponto negativo: A transmissão de jogos começou nas rádios, muitos anos atrás. O projeto irá matar esse meio histórico de transmissão, que há mais de cem anos alimenta a paixão pelo esporte, e pela profissão. Ao invés de desestimular, o correto é incentivar a nova geração a manter viva a paixão pelas transmissões das rádios...

    José Roberto Candido Fernandes 13/07/2022
    0
  • Ponto positivo: Embora o futebol no Espírito Santo esteja praticamente morto, algumas poucas emissoras de rádio ainda se sacrificam para tentar levantar o moral do futebol. Esse será o último golpe de sacrifício para o esporte. O rádio, continuará vivo!

    Edivaldo Alves 07/07/2022
    1
  • Ponto negativo: Quando o esporte perde sei espaço oferecido pelas rádios gratuitamente é uma lastima, saber que políticos em vez de contribuir para uma ampla divulgação do esporte (futebol) passa a limitar e que rádio transmitam a emoção do futebol pela as ondas do rádio, vemos o Brasil tem caminhado cada vez mais no lado oposto a democracia.

    Agnaldo Costa 07/07/2022
    3
  • Ponto negativo: A transmissão de jogos começou nas rádios, muitos anos atrás. O projeto irá matar esse meio histórico de transmissão, que há mais de cem anos alimenta a paixão pelo esporte, e pela profissão. Ao invés de desestimular, o correto é incentivar a nova geração a manter viva a paixão pelas transmissões das rádios.

    Alef Jordan Rodrigues Nunes 07/07/2022
    4
  • Ponto negativo: Absurdo os clubes cobrarem das rádios para transmissão do jogos.

    Carlos Alberto 07/07/2022
    2
  • Ponto negativo: Absurdamente aprovaram a questão dos clubes cobrarem direitos de transmissão esportiva no rádio. Estão matando o trabalho de milhares de profissionais e esquecendo que o rádio é o pioneiro na fomentação do futebol no Brasil. Maioria das emissoras está nas mãos dos políticos. Deputados que aprovaram, pode ter certeza, sempre usaram o microfone esportivo para promoção pessoal em muitos jogos pelo país. Que o Senado derrube esta aberração.

    Jair Oliveira 07/07/2022
    1
  • Ponto negativo: O Lado ruim e que nem todo jogador / profissional esportivo ganha milhoes por mes muitos ganham apenas 1 salario minimo

    Gabriel Eduardo 06/07/2022
    1
  • Ponto positivo: Acho muito importante isso porque evita uma situação financeira critica para os clubes

    Gabriel Eduardo 06/07/2022
    0
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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