Enquete do PL 3451/2019

Resultado

Resultado parcial desde 14/06/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 418 5%
Concordo na maior parte 69 1%
Estou indeciso 32 0%
Discordo na maior parte 113 1%
Discordo totalmente 8.418 93%

O que foi dito

Pontos mais populares

Nenhum ponto positivo nessa lei. A inflação real no Brasil não segue nenhum índice oficial do governo e o reajuste pela inflação deveria manter o poder de compra, mas isso não ocorre. O salário mínimo tenta fazer isso e assim é justo ser usado como vínculo de outros salários.

agabeh@gmail.com 14/06/2019
190

Precarização ainda maior das engenharias; desvalorização profissional

tiagosgj@gmail.com 14/06/2019
185

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 898 encontrados.

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  • Ponto negativo: PL má elaborada por quem não entende de engenharias e piso salarial

    Hermes Darcy 29/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Justificativa falsa e irresponsável. O STF NÃO declarou a inconstitucionalidade da Lei, mas tão somente o reajuste com base no salário mínimo. Ou seja, a contratação tem que observar o mínimo estabelecido, mas os reajustes não são realizados com o mesmo percentual do salário mínimo. Infelizmente este projeto desvaloriza a profissão e o faz com uma justificativa falsa. O PIOR, O PROJETO SIMPLEMENTE REVOGA A LEI, SEM APRESENTAR QUALQUER OUTRA SOLUÇÃO. Triste essa precarização do trabalho.

    Pablo Luiz Mello Ribeiro 19/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Primeiramente o salário mínimo não cumpre a função ao qual foi lhe incumbida, de prover alimentação, moradia e lazer e demais necessidades. O "mínimo" não atende o mínimo, logo a comparação realizada está fundamentada em uma farsa que o salário mínimo aumenta muito mais que a inflação. Se está lógica fosse verdade a pessoa que no início do plano real ganhava o mínimo hoje estaria com um poder aquisitivo muito grande afinal ela teria todas as necessidades asseguradas e dinheiro sobrando.

    Geovano Klafke Mendes 01/07/2021
    1
  • Ponto negativo: Projeto irresponsável, ao precarizar a responsabilidade técnica de profissionais que trabalham em prol da vida.

    Assinante 01/07/2021
    1
  • Ponto negativo: A engenharia está intimamente ligada com o desenvolvimento do país. A definição de um salário mínimo valorizado mostra como o legislativo entende a importância da profissão para o desenvolvimento do país buscando dessa forma estimular maior número de pessoas atuando nessa área. Esperamos a não aprovação desse projeto de lei e redução dos benefícios e privilégios dos parlamentares, estes sim desproporcionais para as condições atuais das contas públicas e nível de vida do povo Brasileiro.

    Mirleide 01/07/2021
    2
  • Ponto positivo: A profissão de engenheiro (a) já é desvalorizada com os chamados analistas, termo usado p contratar um engenheiro (a) e pagar menos, principalmente as engenharias de áreas menos tradicionais. Aprovar essa lei é um retrocesso e mostra o quanto nosso país não se importa com as profissões tecnológicas.

    Vanessa baumgartner malhovano 28/06/2021
    3
  • Ponto negativo: Falta do que fazer desse parlamentar, um retrocesso, um absurdo, nivelando por baixo os profissionais incluídos na lei 4.950 A, esperamos que seja arquivado, a ideia dele deve ser escravizar estes profissionais

    José Hélton Martins de Sousa 10/05/2021
    5
  • Ponto negativo: O país está sendo destruído devido a politicas de enfraquecimento das atividades que geram independência e riquezas. A indústria sucateada, a infraestrutura na mão de oligopólios, e, esta medida de um parlamentar é para desestimular novos profissionais a continuar na carreira de engenharia. Só mais uma medida negativa para o país.

    Jacinto Maia Pimentel 05/05/2021
    3
  • Ponto positivo: Não vejo pontos positivos, na verdade estamos precarizando o mercado.

    Marco Silva 24/01/2021
    2
  • Ponto positivo: Concordo. No mercado pet veterinário, por ex.: existem empresas de pequeno porte até grande porte (como rede de hospitais). Tanto a qualificação profissional quanto a receita nos dois casos são completamente diferentes, até mesmo dentro da mesma categoria tem receitas diferentes pelo Brasil. Não se pode exigir o piso de um vet que trabalha na orla de copacabana seja igual ao do interior do Acre. Obrigar que todos recebam o mesmo piso põe em risco as empresas e os demais empregos gerados por ela

    Tarcisio Mesquita 30/10/2020
    2
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