Enquete do PL 3369/2019

Resultado

Resultado parcial desde 06/06/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 79 56%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 55 40%

O que foi dito

Pontos mais populares

Projeto mais do que sensato ,crimes sexuais são totalmente graves e quando uma pessoa acusa outra falsamente de um crime nojento desses ,é pior ainda ,super APOIADO!

zupyngames@gmail.com 06/06/2019
22

vítimas de estupro podem se sentir ainda mais coibidas a denunciar, uma vez que o poder e o dinheiro são mais influentes do que a verdade nesse país.

thaistrabalhos1@gmail.com 07/06/2019
15

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 30 encontrados.

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  • Ponto negativo: A pena a ser aumentada tem que ser a do estuprador, essa votação é uma vergonha!!! Vitimas mulheres e crianças tem suas vidas ceifadas todos os dias por homens que acham que podem controlar a vida e o corpo dos outros NÃO A VIOLENCIA CONTRA A CRIANÇA E A MULHER!!

    BEATRIZ VENANCIO 26/11/2024
    1
  • Ponto positivo: Desde os tempos antigos já há registros de falsas acusações(a Bíblia cita que José, filho de Jacó, sendo inocente, foi vítima de falsa acusação). É preciso que haja comprovação sem dúvidas nenhuma. E quem faz uma falsa acusação, em se provando a má intenção em acusar para prejudicar, deve responder pela falsa acusação.

    Minha Opiniao BR 13/04/2024
    4
  • Ponto negativo: As mulheres estão se aproveitando da lei sexista Maria da Penha para levar homens inocentes a cadeia tem que prender as falsas acusadoras isso precisa parar.

    Alberto faria lancelotte 27/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Totalmente de acordo, alguns juízes falam em 80% os números de denuncias falsas, a falsa acusação pode acabar com a vida social de uma pessoa falsamente acusada, a falsa vitima tem que ser ajuizada e responsabilizada.

    López M 06/11/2020
    8
  • Ponto positivo: Lei muita justa e totalmente necessária para coibir a onda de falsas denúncias que está destruindo a vida de homens e mulheres.

    Marial 15/09/2020
    9
  • Ponto negativo: Não vejo ponto ruim, pois não afeta as verdadeiras vítimas, e também porque já vi relatos de juízas e delegadas que afirmam que o número de falsas acusações de crimes sexuais estão muito altos e precisaram ser combatidos.

    Marial 15/09/2020
    3
  • Ponto negativo: Esse PL caso seja aprovada irá procurar grande tristeza e frustração para as chamadas "Mulheres de Potifar", que visam utilizar da lei para arruinar vidas de homens inocentes como forma de vingança ou para conseguir dinheiro. No entanto, para ser mais justa deveria valer também para homens que imputassem acusações falsas.

    Lucas 15/09/2020
    1
  • Ponto positivo: Protege inocentes falsamente acusados e promove frustraçãi para pessoas de má-fé que visam extorquir ou arruinar a vida de inocentes. Medida extremamente necessária haja vista que o número de falsas acusações só aumenta, pondo em risco a credibilidade das verdadeiras vítimas.

    Lucas 15/09/2020
    5
  • Ponto positivo: Vai desestimular mulheres que pensam em fazer denúncias falsas. Pode desestimular algumas vítimas verdadeiras. Mas acredito que ainda assim os benefícios são maiores que os ônus, haja vista que ela só seria punida caso fosse comprovada a mentira. Para uma vítima verdadeira, jamais haveria comprovação de mentira, então seria benéfica a adoção desta lei.

    Edma CA 15/09/2020
    1
  • Ponto positivo: Acusação falsa de estupro é crime, 80% das denuncias de estupro e assédio no Brasil são falsas. Esse proposta visa combater as falsas acusações de assedio sexual no Brasil.

    Adriano Reis 12/09/2020
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.