Enquete do PL 3369/2019

Resultado

Resultado parcial desde 06/06/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 80 57%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 3 2%
Discordo totalmente 55 39%

O que foi dito

Pontos mais populares

Projeto mais do que sensato ,crimes sexuais são totalmente graves e quando uma pessoa acusa outra falsamente de um crime nojento desses ,é pior ainda ,super APOIADO!

zupyngames@gmail.com 06/06/2019
22

vítimas de estupro podem se sentir ainda mais coibidas a denunciar, uma vez que o poder e o dinheiro são mais influentes do que a verdade nesse país.

thaistrabalhos1@gmail.com 07/06/2019
15

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 30 encontrados.

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  • Ponto negativo: A pena a ser aumentada tem que ser a do estuprador, essa votação é uma vergonha!!! Vitimas mulheres e crianças tem suas vidas ceifadas todos os dias por homens que acham que podem controlar a vida e o corpo dos outros NÃO A VIOLENCIA CONTRA A CRIANÇA E A MULHER!!

    BEATRIZ VENANCIO 26/11/2024
    1
  • Ponto positivo: Desde os tempos antigos já há registros de falsas acusações(a Bíblia cita que José, filho de Jacó, sendo inocente, foi vítima de falsa acusação). É preciso que haja comprovação sem dúvidas nenhuma. E quem faz uma falsa acusação, em se provando a má intenção em acusar para prejudicar, deve responder pela falsa acusação.

    Minha Opiniao BR 13/04/2024
    4
  • Ponto negativo: As mulheres estão se aproveitando da lei sexista Maria da Penha para levar homens inocentes a cadeia tem que prender as falsas acusadoras isso precisa parar.

    Alberto faria lancelotte 27/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Totalmente de acordo, alguns juízes falam em 80% os números de denuncias falsas, a falsa acusação pode acabar com a vida social de uma pessoa falsamente acusada, a falsa vitima tem que ser ajuizada e responsabilizada.

    López M 06/11/2020
    8
  • Ponto positivo: Lei muita justa e totalmente necessária para coibir a onda de falsas denúncias que está destruindo a vida de homens e mulheres.

    Marial 15/09/2020
    9
  • Ponto negativo: Não vejo ponto ruim, pois não afeta as verdadeiras vítimas, e também porque já vi relatos de juízas e delegadas que afirmam que o número de falsas acusações de crimes sexuais estão muito altos e precisaram ser combatidos.

    Marial 15/09/2020
    3
  • Ponto negativo: Esse PL caso seja aprovada irá procurar grande tristeza e frustração para as chamadas "Mulheres de Potifar", que visam utilizar da lei para arruinar vidas de homens inocentes como forma de vingança ou para conseguir dinheiro. No entanto, para ser mais justa deveria valer também para homens que imputassem acusações falsas.

    Lucas 15/09/2020
    1
  • Ponto positivo: Protege inocentes falsamente acusados e promove frustraçãi para pessoas de má-fé que visam extorquir ou arruinar a vida de inocentes. Medida extremamente necessária haja vista que o número de falsas acusações só aumenta, pondo em risco a credibilidade das verdadeiras vítimas.

    Lucas 15/09/2020
    5
  • Ponto positivo: Vai desestimular mulheres que pensam em fazer denúncias falsas. Pode desestimular algumas vítimas verdadeiras. Mas acredito que ainda assim os benefícios são maiores que os ônus, haja vista que ela só seria punida caso fosse comprovada a mentira. Para uma vítima verdadeira, jamais haveria comprovação de mentira, então seria benéfica a adoção desta lei.

    Edma CA 15/09/2020
    1
  • Ponto positivo: Acusação falsa de estupro é crime, 80% das denuncias de estupro e assédio no Brasil são falsas. Esse proposta visa combater as falsas acusações de assedio sexual no Brasil.

    Adriano Reis 12/09/2020
    2
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  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

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