Enquete do MSC 226/2019 => PL 3267/2019

Resultado

Resultado final desde 06/06/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 20 5%
Concordo na maior parte 8 2%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 35 8%
Discordo totalmente 362 85%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não tem nenhum ponto positivo. Essa proposta é de uma irresponsabilidade absurda. Somos o quinto trânsito mais violento do mundo. Precisamos pensar e colocar em prática outras estratégias para aumentar a eficiência das que já existem. Esse projeto é um retrocesso!

estevampsi@gmail.com 06/06/2019
77

Diminuição da segurança no trânsito e incentivo ao desrespeito as leis de trânsito e cometimento de infrações.

jodarcfeitoza@gmail.com 06/06/2019
32

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 48 encontrados.

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  • Ponto negativo: Aumento de mortos e sequelados pelo transito. Aumento de gastos do Estado com sequelados e pensões a filhos e conjuges viuvos. Permissividade para as drogas.

    Ana Raquel Ferreira Marques 12/06/2019
    0
  • Ponto negativo: O projeto não valoriza a vida no trânsito. Direito a um trânsito seguro tbm faz parte da segurança pública. O primeiro ministério que vai sentir essas mudanças será o da saúde. Já não funciona imagina sobrecarregado .

    jujulianaigt@hotmail.com 07/06/2019
    0
  • Ponto negativo: A PL não contém nenhum estudo científico para tais mudanças. Só faz piorar nosso trânsito e colocar mais vidas em risco

    camilla.paixao82@gmail.com 07/06/2019
    0
  • Ponto negativo: Falta de embasamento técnico, pesquisa científica e desconstrução da cultura de paz no trânsito, construída ao longo dos 20 anos de existência do novo CTB.

    dougsoares88@gmail.com 07/06/2019
    0
  • Ponto negativo: O exame toxicológico deveria ser ampliado a todos os motoristas e motociclistas, além para profissionais da área de segurança. Todos os estudos demonstram um aumento nos índices de violência do trânsito.

    minas.rodrigo@gmail.com 07/06/2019
    1
  • Ponto negativo: Acabar com o exigência do exame toxicológico para motoristas de ônibus e caminhões. Agora que temos uma pouco mais de segurança com relação ao uso de drogas . Absurdo.

    Ana Carolina Paiva Ferreira 07/06/2019
    1
  • Ponto negativo: Péssimo isso, isso não é a forma correta de melhor o trânsito ou trâmites para limitar a carteira. Lembrando que a carteira de habilitação é uma consençao e não obrigação

    André Nogueira 07/06/2019
    3
  • Ponto negativo: Por que acabar com a obrigatoriedade dos exames toxicológicos, se esta reduziu em 60% o número de acidentes de 2016 até o momento?

    Mariana Battistini Silva 07/06/2019
    0
  • Ponto negativo: Não deve liberar para todos os médicos. Isso vai gerar subornos, conchavos com autoescolas e falsificações de CNH. E o médico deve ser capacitado e com estudo na área.

    Maicow Deny Moser 07/06/2019
    5
  • Ponto positivo: CNH com validade para 10 anos abaixo de 50 anos porém com direito do médico diminuir a validade caso ache necessidade.

    Maicow Deny Moser 07/06/2019
    4

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  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.