Enquete do PDL 340/2019

Resultado

Resultado final desde 29/05/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.152 95%
Concordo na maior parte 3 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 102 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

Retoma a participação plural e amplia a presença da sociedade civil e de instituições não governamentais de perfil técnico no Conama. O Conama deve ter participação paritária entre o Estado e os outros setores como era.

Aírton Guilherme Berger Filho 28/09/2020
85

Na composição atual do CONAMA, configurada pelo governo bolsonaro, a boiada sempre vai passar. Como passou hoje, revogando quatro medidas de proteção ambiental. Dos 19 votos no Conselho, somando os membros do governo (oito votos) e do setor industrial e ruralista (dois votos), já somam 10 votos. Sempre ganham.

Jô Miyagui 28/09/2020
37

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 90 encontrados.

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  • Ponto negativo: Critico a liberdade do poder executivo em manobrar as estrutura constituídas para coibir o abuso econômico de grupos que corrompem o governo para alterar normativos em prol de seus interesses causando danos gravíssimos a coletividade, em especial, ao meio ambiente.

    RICARDO JOSE CORREIA NEVES 04/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Considero importantíssimo e necessária a proteção do meio ambiente. Contraponho-me aos interesses empresariais que apenas focam em auferir crescimento econômico em detrimento ao equilíbrio com os recursos naturais e respeito ao meio ambiente

    RICARDO JOSE CORREIA NEVES 04/10/2020
    0
  • Ponto positivo: Preservar a natureza é preservar a vida.

    Amanda Gomes 04/10/2020
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  • Ponto positivo: Importante ter participação da sociedade civil e mais pluralidade no Conama.

    Larissa de Oliveira 02/10/2020
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  • Ponto positivo: A alteração realizada pelo governo na composição dos representantes do CONAMA não atende à sociedade, apenas à determinados grupos que não têm compromisso com a preservação ou conservação ambiental.

    Leonardo Frederico Pressi 02/10/2020
    0
  • Ponto positivo: A sociedade precisa ser representada por entidades civis alem da representação parlamentar nas decisões governamentais para corrigir desvios autoritários.

    svilela@gmail.com 01/10/2020
    0
  • Ponto positivo: A participação da sociedade é essencial para conservação e preservação ambiental.

    João Batista 30/09/2020
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  • Ponto positivo: Recompor a posição original do CONAMA no que tange a participação da sociedade civil é o mínimo que se pode esperar no âmbito de um debate sério a respeito do meio ambiente. Qualquer coisa fora disso é a barbárie, é a "boiada passando"....

    Marcos Albuquerque 29/09/2020
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  • Ponto positivo: O CONAMA foi criado com ampla participação da sociedade civil, o que se coaduna com o Estado Democrático de Direito. Essa participação foi arbitrariamente retirada e os resultados têm sido nefastos para o meio ambiente. É necessário retomar imediatamente a paridade de representação.

    Sandra Cureau 29/09/2020
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  • Ponto positivo: A política do atual governo é um erro gigantesco, pois, em troca de um ganho atual de curta duração e para pouquíssimas pessoas, contrata perdas enormes para a população em geral num futuro não muito distante.

    Vitor Nascimento 29/09/2020
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).