Enquete do PL 3096/2019

Resultado

Resultado parcial desde 22/05/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 76 85%
Concordo na maior parte 7 8%
Estou indeciso 3 3%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 3 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

1) Possibilidade de renda maior. 2) Apesar da hipoteca o proprietário permanece na mesma.

hitoshi matsuura 29/08/2019
17

1) Existe um montante (%) em relação ao valor de mercado a ser levantado na venda e quais critérios estarão previstos para avaliação do bem?. 2) Possibilidade de quitação da hipoteca no futuro, por exemplo por herdeiros ?

hitoshi matsuura 29/08/2019
8

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 24 encontrados.

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  • Ponto negativo: A hipoteca reversa pode ser uma ferramenta útil para alguns aposentados, mas seus custos elevados, impacto no patrimônio, complexidade e riscos associados a benefícios governamentais e manutenção da casa são desvantagens significativas. É essencial que os mutuários busquem aconselhamento financeiro independente e considerem alternativas, como venda da casa, empréstimos tradicionais ou assistência governamental, antes de optar por esse produto. A decisão deve ser cuidadosa.

    GERALDO PESSONI DE CAMARGOS 24/04/2025
    0
  • Ponto negativo: Não está previsto no projeto : Qual será o tempo minimo de construção do imóvel para que a instituição financeira feche o negócio ? Falta isso no projeto. Forçar os bancos a aceitarem imóveis antigos (mais de 15 anos pelo menos).

    WILSON ROBERTO PASCHOINI 22/04/2024
    0
  • Ponto positivo: Melhorar a condição de vida dos aposentados.

    Damião Cosme Tavares 21/01/2024
    0
  • Ponto positivo: Sou sozinho e a defasagem da aposentadoria é enorme. Todos sabem que a tendência é igualar as aposentadorias com o salário mínimo em virtude da legislação vigente. Estou com 72 anos e tenho que continuar produzindo. Comecei com 14 anos. É uma forma de garantir um adicional na renda, melhorar a condição de vida. Ninguém será obrigado a optar e a administração não será do governo(o que eu acho ótimo). Se o sistema financeiro vai lucrar, qual o problema?

    Damião Cosme Tavares 21/01/2024
    1
  • Ponto positivo: Acho uma boa opção. Pois muitos idosos tem uma aposentadoria mínima, e restringem - se a ajuda dos filhos que quase sempre não tem condições de ajudá-los, embora queiram ajudar. Seria uma forma do idoso ter uma boa qualidade de vida sem contudo não perder sua moradia

    Lucilene Sarges 30/03/2023
    1
  • Ponto positivo: Concordo plenamente com essa lei, para que nós aposentados sem filhos e com valor baixo de aposentadoria possamos ter uma renda a mais e assim assumirmos os nossos compromissos sem depender de parentes. Que a lei possa ser aprovada logo.

    Vera Podadera 09/02/2023
    3
  • Ponto negativo: Nada de ruim. Só há que se ficar de olho no valor da hipoteca e evitar que surjam monopólios e trustes imobiliários .

    CARLOS CESAR FERRANTE 12/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Esse projeto é tudo de bom. Precisa ser aprovado o mais rápido possível. Há muitos idosos com imóvel próprio e com pouca renda. Também aumenta o número de idosos que vivem só, sem filhos. Essa renda viria muito a calhar.

    CARLOS CESAR FERRANTE 12/08/2022
    3
  • Ponto positivo: Concordo na maior parte, só acho interessante que caso ocorra e o idoso morra e ainda tenha crédito para desfrutar, esse crédito seja transferido para os herdeiros necessários. Ou então caso o valor total do imóvel ainda não tenha sido pago, os herdeiros podem ter a opção de quitar o bem e a partir daí terem propriedade sobre o mesmo.

    Luísa 16/03/2022
    2
  • Ponto positivo: Garante mais dignidade aos idosos, muitos desamparados porem com um imovel que lhe trara retorno financeiro.Excelente ideia a PL 3096/19 Berc

    berc sismanoglu 11/08/2021
    5
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

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  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.