Enquete do PL 3010/2019

Resultado

Resultado final desde 21/05/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 12.453 99%
Concordo na maior parte 140 1%
Estou indeciso 6 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 21 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

É uma questão de humanitarismo porque quem possui fibromialgia sofre bastante em filas e tem muitas limitações e o que limita uma pessoa é sim uma deficiência. Negar esse direito a quem sofre com fibromialgia é desumano.

Ana C D 02/08/2019
520

A falta de reconhecimento de médicos e autoridades O descaso do INSS param os portadores de Fibromialgia

Selma Brito Alexandre 18/09/2019
474

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 760 encontrados.

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  • Ponto positivo: é necessária a aprovação da PL 3010/2019 , o sofrimento intenso causado pelas dores dessa doença exige uma atenção maior e apoio ao tratamento. O reconhecimento é medida de inclusão e justiça, é dar aos que sofrem com esse mal a oportunidade de terem seus direitos reconhecidos.

    EMILIA PEREIRA CHERUBINI ORNELAS DA COSTA 02/07/2025
    4
  • Ponto positivo: Só quem tem dor como eu todos os dias. É dependente de todas as classes de medicamentos, tem a vida cheia de limitações sabe o que significa esse reconhecimento. Sair de casa para uma consulta ou tratamento às vezes é um martírio só por depender de alguém ou não poder estacionar na vaga de deficiente. O gasto com médicos, procedimentos e medicamentos no meu caso superam a minha aposentadoria que foi considerada por tempo de serviço não por invalidez total. A sociedade precisa ajudar a quem sofre

    SILVANA DE OLIVEIRA E SILVA SILVEIRA DIAS 02/07/2025
    3
  • Ponto negativo: Só nós que somo portador da fibromialgia sabermos o quanto é duro fazer que tudo está bem que somo igual as outra pessoa mais na vdd não samos hj vivo com limitação não consigo trabalha a medicação são cara e não tem pelo o sus os médico não fazer seu papel quando vamos ao Inss eles brinca com nossa cara diz que fibromialgia não é doença que podemos viver uma vida igualmente outra pessoas mais nós sabemos que não podemos

    DAYANE SANDRA DA SILVA 02/07/2025
    1
  • Ponto negativo: A Fibromialgia não tem NADA de positivo,tira a nossa vontade de viver.E alguns Reumatologista precisa se ATUALIZAR sobre essa doença q nos corrói da cabeça aos pés.Que nossos direitos seja aprovado com urgência.??

    CELIA DOS SANTOS 02/07/2025
    2
  • Ponto negativo: Onde eu moro não temos suporte adequando, pois uma consulta com o reumatologista demora quase 1 ano pra acontecer, e quando acontece ficamos quase um dia todo pra consultar, o que só piora na questão da fibromialgia, porque quando saímos da rotina, piora muito os sintomas.

    DARLENE DA COSTA ESTUMANO DUARTE 01/07/2025
    3
  • Ponto negativo: São tratados como se fossem um nada ,essas dores são invisíveis, só quem sente sabe ,nao temos condições de trabalhar, fazer as coisas do lar ,nao temos medicação e ainda pra marcar com o especialista pensamos muito !! Teremos que mudar ,essa situação está insuportável e ainda negam nosso benefício para comprarmos remédios!! Descabiveis as perícias

    MARIA DA CONCEICAO CORDEIRO PINTO DIAS 01/07/2025
    1
  • Ponto positivo: Queremos ser reconhecidos ,é uma doença crônica, acordamos com dores e dormimos com dores 24 horas de sofrimento, precisamos de medicação e nao são baratos ,precisamos de reconhecimento, não aguentamos mais com essa situação!! Deus nos abençoe nessa missão ?

    MARIA DA CONCEICAO CORDEIRO PINTO DIAS 01/07/2025
    3
  • Ponto negativo: Acesso livre para nós fibromialgicos , mais empatia,mais amor ,mais atenção pra nós, SUS,INSS,cidade , Ceará, Brasil

    ANTONIA DANIELE LAURIANO DE SOUZA CAVALCANTE 01/07/2025
    1
  • Ponto negativo: Ainda não termos acesso ao tratamento adequado custeado pelo sus. É uma doença cara, que nos preocupa muito com o futuro incerto.

    ELAINE PROENCA BUENO 01/07/2025
    10
  • Ponto positivo: Merecemos ser reconhecidos, pois nossa dor é silenciosa e constante,só quem convive com o problema sabe como é levantar todos os dias, tirar forças de onde não existe, para ir buscar o sustento, somos desprezados e taxados de preguiçosos. O reconhecimento seria, como fazer a sociedade entender, que essa parcela da população existe e merece ser reconhecida.

    ELAINE PROENCA BUENO 01/07/2025
    11

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.