Enquete do EMC 10/2019 PEC00619 => PEC 6/2019

Resultado

Resultado parcial desde 15/05/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 3.862 96%
Concordo na maior parte 25 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 13 0%
Discordo totalmente 140 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

Os Oficiais de Justiça tem trabalho diferenciado com risco de vida permanente

Fernando Amorim 15/05/2019
26

A falta de divulgação da violência a que somos submetidos, inclusive de casos fatais..

Nadijaira Ferreira 15/05/2019
67

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 433 encontrados.

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  • Ponto positivo: Oficiais de justiça cumprem ordens judiciais tais como afastamento do lar (medida protetiva - Lei Maria da Penha), busca e apreensão de menores, condução coercitiva, busca e apreensão de bens, em qualquer endereço, inclusive em locais onde há resquícios de drogas, empresas de produtos químicos. Recentemente uma Oficiala foi agredida no interior de São Paulo, perdendo a consciência, quando do cumprimento de uma medida protetiva (afastamento do lar). Além da periculosidade há a insalubridade.

    GABRIELA ANDRIELLI 22/02/2023
    0
  • Ponto positivo: Todos os dias esses profissionais se arriscam para tornar efetivo o direito da população. Nos processos criminais atuam para que a coletividade possa ver cumprir a justiça.

    Alexandre da Costa 31/07/2020
    2
  • Ponto positivo: Durante o cumprimento das diligências sofrem ameaças e convivem com o medo diariamente

    Fábio José Barbosa Cardoso 30/07/2020
    2
  • Ponto positivo: A concessão do direito a aposentadoria especial aos Oficiais de Justiça, é medida adequada aos riscos e condições de trabalho a que tais servidores estão submetidos, não constituindo privilégio, mas sim, medida de justiça como outros profissionais já possuem.

    Marco Antonio de Carvalho 30/07/2020
    2
  • Ponto positivo: O profissional encontra-se vulnerável em todos às diligências que cumpre, vez que que todo mandado judicial a ser cumprido representa um risco em potencial!

    Romulo Filho 29/07/2020
    2
  • Ponto positivo: Um trabalho que não difere muito de outras categorias, pois exige uma atividade mental além do normal, chegando inclusive a confudir-se com a vida pessoal, dado a responsabilidade para cumprimento de ordens judiciais.

    Denver Mill 29/07/2020
    1
  • Ponto positivo: São pessoas que enfrentam riscos a todo momento trabalhando com todo tipo de gente e áreas, muitas vezes, perigosas. Também enfrentam questões sociais graves que, sem perceber, alteram o equilíbrio psicológico do trabalhador.

    Gerusa Bacelar 29/07/2020
    1
  • Ponto positivo: Se não houvesse risco não teriam tanto contato com categorias que tem aposentadoria especial e risco como policiais e agentes penitenciários, não carregariam tantas vezes pedido de força policial pra execução de alguma obrigação. Frequentam áreas de alto índice de violência e muitas vezes trazem notícias negativas para o público.

    Matheus Gomes 28/07/2020
    1
  • Ponto positivo: Os oficiais de justiças se expõem continuamente a riscos. Há inúmeros relatos de agressões sofridas por eles no cumprimento dos mandados. Essa inclusão é mais do que justa.

    Izilda Landsteiner 28/07/2020
    1
  • Ponto positivo: Os oficiais de justiça executa funções de risco e sem conhecer o destinatário da ordem judicial ex medida protetiva ee urgência afastar o agressor do jar conjugal. Nesse caso não há acompanhamento policial

    JANILDO SOUZA dos SANTOS 28/07/2020
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei