Enquete do PL 2844/2019

Resultado

Resultado parcial desde 14/05/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 74 95%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 4 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

Evita atraso no pagamento tarifa outros veículos, principalmente finais semana e feriados prolongados, quando o fluxo trânsito é intenso.

FERRAZ, Jose Roberto 19/07/2019
19

Ao isentar motocicletas, automaticamente as concessões serão revistas e a tarifa será redistribuída para os carros/caminhões/ônibus e etc. O fato do impacto de motos ser menor já está refletido na própria tarifa paga, que é menor.

Vitor Villarino 19/07/2019
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto positivo: Tenho 59 anos e desde os 12 ando de moto. A cobrança de pedágio para motos é incomparável com o usuário, independente de lazer ou profissional, pois a motocicleta perde toda a agilidade e pobreza a partir desse ponto, principalmente por não poder inserir o TAG, possibilitando uma passagem ágil nas praças. Por várias vezes deixei de viajar de moto devido todo desconforto e obrigatoriedade de "ter que parar" e enfrentar incontáveis filas com total desconforto, elevando o nível de estresse.

    PAULO ROBERTO STINGHEL 17/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Não vejo nada relevante em função do ganho ambiental que é prioridade.

    Leonardo Alves 17/06/2024
    0
  • Ponto positivo: O principal aspecto positivo, é que agiliza os pedágios, os motociclistas geralmente tem que tirar luvas, pegar a carteira e fazer o inverso qd concluído o pagamento. Diferente do veículo de 4 rodas, isto leva mais tempo pois tem que evitar a queda da moto. Por consequência, se aprovado o projeto até a emissão de gases dos veículos diminui em função de ficar menos tempo para o pagamento.

    Leonardo Alves 17/06/2024
    0
  • Ponto positivo: O peso das motocicletas é insignificante frente aos demais veículos, causando nenhum dano na pavimentação, não sendo razoável a cobrança de pedágios.

    Maxwell Sá dos Santos 27/10/2020
    2
  • Ponto positivo: Segurança. Agilidade e economia ( tempo)

    Ivan Clovis De Castilho 20/05/2020
    2
  • Ponto positivo: Agiliza a vida de tanto de quem está de carro quanto de moto, pois motos costumam demorar quase o dobro pra conseguir pagar (tirar luvas, pegar dinheiro, eventualmente deixar derrubar, a moto dar problema na partida enfim)

    Everaldo Bezerra 19/05/2020
    4
  • Ponto positivo: Redução de encargos e agilidade no atendimento ao consumidor.

    João Noronha 19/10/2019
    7
  • Ponto positivo: Estimulará as viagens estaduais de motoclubes e motociclistas em geral, aumentando o número de turistas em diversas cidades. Não haverá perdas pois o que se perderia com a cobrança, voltará com o aumento do turismo e também a geração de novos empregos.

    Leandro Oliveira 14/08/2019
    14
  • Ponto positivo: segurança a vida do motociclista, evitar atraso nas cabines, não vai fica exposto ao clima..entre outras vantagens.

    vitor Andrade 14/08/2019
    13
  • Ponto positivo: Evita acidentes na Baía de cobrança

    Honorio Neto 26/07/2019
    12
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.