Enquete do PL 2839/2019

Resultado

Resultado final desde 14/05/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 587 99%
Concordo na maior parte 6 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Sem informação não existe liberdade de escolha. É preciso informar e conscientizar para que cada cidadão possa tomar uma escolha consciente sobre o tema. Hoje a maioria das pessoas que não doam o fazem por desconhecimento e muitos chegam a se arrepender posteriormente quando entendem quantas vidas poderiam ter salvo. Levar informação é um DIREITO do cidadão.

Patricia Fonseca 06/05/2021
10

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 49 encontrados.

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  • Ponto positivo: Eu fui salvo graças a um doador, e podemos salvar todos se houver conhecimento, não é justo que pessoas morram por falta de informação. Vamos lutar pela vida! Vida as quais os elegem para tais cargos que ocupam nessa câmara.

    URLAN FELIPE RAMOS 20/10/2023
    0
  • Ponto positivo: Doação de Órgãos deve ser debatido, elucidar para conscientização de toda a sociedade civil. Assim, teremos a possibilidade de agilidade no processo para transplante de Órgãos.

    Eliane Caldas Fonseca 04/01/2023
    0
  • Ponto positivo: Sou transplantado de fígado e temos que conscientizar os jovens para aumentar a doação de órgãos

    Paulo de Carvalho 02/12/2022
    1
  • Ponto positivo: Doação de órgãos é a forma mais linda de fazermos a nossa passagem..saber que vc pode salvar várias pessoas faz com que sua alma descanse em paz, sabendo que deu a chance dessas pessoas viverem melhor e cumprirem as suas jornadas.

    RENATA SOUTO CARREIRA 21/09/2022
    1
  • Ponto positivo: Sou transplantado renal e sou agradecido, foi um doador vivo, minha mãe, mas todos na nossa família são doadores pelo exemplo dela. Doação salva vidas!

    Madger Ilha 18/06/2022
    1
  • Ponto positivo: Meu filho é transplantado do coração graças à Deus ele conseguiu um doador se não tivesse conseguido hoje ele não estaria aqui conosco. A informação é muito importante falar sobre doação é a forma mais eficaz de fazer com que a população entenda a importante da doação. Doar é um ato de amor!!

    Helena Pol Vicente livramento 14/06/2022
    1
  • Ponto positivo: Conheço inúmeras pessoas que tiveram as suas vidas mudadas por conta de um transplante. A conscientização, com toda certeza, salvará vidas!

    Ariane Conceição 13/06/2022
    1
  • Ponto positivo: Meu único filho tem 19 anos de vida e 3 anos de transplantado de rim e fígado, um SIM salvou a sua vida!

    Renata Bezerra 13/06/2022
    1
  • Ponto positivo: Além de transplantada de Pâncreas/Rim, sou professora. Minha vivência me mostra o quanto os temas transversais abordados na escola, como meio ambiente, combate a dengue, etc, chega até os pais através das crianças e muda pontos de vista e práticas das famílias. Ao aprender sobre doação de órgãos e tecidos na escola, os alunos serão inseridos na Cultura Doadora, o que se faz urgente para que as pessoas em fila de transplante tenham a possibilidade de seguir vivendo como eu tive.

    Suelen Freire R 13/06/2022
    0
  • Ponto positivo: Sou transplantado e isso me deu uma nova oportunidade de viver, ver meus filhos cresceram e pude estar perto das pessoas que amo! Ser doador irá salvar vidas de pessoas que necessitam do gesto de humanidade e amor!!!

    zanniaudio 13/06/2022
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.