Enquete do PL 2821/2019

Resultado

Resultado parcial desde 14/05/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 52 76%
Concordo na maior parte 3 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 14 20%

O que foi dito

Pontos mais populares

Atenção a práticas que promovem a saúde, não a doença. Que tratam nosso organismo como um todo. Que resgata saberes tradicionais e milenares, comprovadamente.

Ana Clara Barreiro de Sousa 04/09/2019
8

A saúde precisa de recursos em áreas críticas: muitos locais sequer tem raio-x, ultrassom e medicamentos baratos e necessários. Estes devem ser priorizados. Ademais, as ditas "práticas integrativa" não tem confirmação científica!

Cristine Borges Balliego 11/09/2019
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 21 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Já existe a faculdade de Terapias Integrativas e Complementares, assim como a Naturologia. Vários artigos na área e pós graduações no mercado. Então, a contribuição da classe de pretende ampliar as práticas a população para prevenção e manutenção da saúde. Pessoas mal informadas não entendem que as terapias não envolvem atender o público sem as especialidades médicas. Mas, vem para INTEGRAR os conhecimentos médicos x as terapias.

    Tati Corradini 10/05/2023
    0
  • Ponto positivo: As Práticas Integrativas e Complementares (PICS) tem comprovação científica sim. Infelizmente os colegas que fazem afirmação contrataria são, no mínimo, pouco estudiosos do assunto. A grande maioria dos mais de 5000 municípios brasileiros já adotam ações de PICS no sistema de saúde. Este projeto de lei vai referendar toda a importância dessas ações na valorização da saúde da população brasileira. Parabéns aos congressistas pela nobre iniciativa. A saúde dos brasileiros agradece.

    ADRIANO SERGIO GRANADO 14/06/2022
    2
  • Ponto positivo: A VIDA É E SERÁ SEMPRE UM BEM SUPREMO INALIENÁVEL E PARA TANTO DEVE EXISTIR UMA LEGISLAÇÃO ATUALIZADA PERMANENTEMENTE COM A FINALIDADE DE ACRESCENTAR OS NOVOS BENEFÍCIOS QUE SURGEM, COMO AS ATUAIS PRÁTICAS INTEGRATIVAS DE SAÚDE - PICS, QUE ESTÃO SENDO PRATICADAS PARA INCREMENTAR UMA QUALIDADE DE VIDA, QUE NENHUM OUTRO PROCEDIMENTO PODE FAZER. ALÉM DO MAIS A MEDICINA MECANICISTA, PRECISA SE RECLHER A SUA FUNÇÃO MECAINICISTA, MUITO ÚTIL QUANDO PRATICADA COMPLEMENTARMENTE ÀS PICS. ASSIM É A VIDA.

    Jose Ambrosio Guimarães 11/03/2021
    2
  • Ponto positivo: Qualidade de vida está nestes tratamentos!!!! Sem dúvida alguma! A máfia da Industria farmacêutica ao invés de nos curar, nos traz mais doenças e o custo é muto mais alto!!!!

    Cátia Magali da Silva 14/08/2020
    2
  • Ponto positivo: Cria uma alternativa comprovadamente saudável sem risco à saúde e que colabora com o bem estar do paciente.

    Paulo C. D. Freitas 28/11/2019
    3
  • Ponto positivo: Novas possibilidades em busca da saúde integral.

    André Tavares 14/10/2019
    0
  • Ponto negativo: É um placebo, não há comprovação de eficácia.

    Ricardo Consonni 12/09/2019
    0
  • Ponto negativo: Práticas integrativas não possuem base científica de eficácia. Existem remédios de verdade que precisam ser incorporados ou simplesmente dispensados que estão faltando. Gastar dinheiro público com placebo é um absurdo.

    Paula Pierrot Cavallieri 11/09/2019
    0
  • Ponto negativo: Medicina é Medicina, estelionato é estelionato. Obrigação do Estado é proteger os cidadão ignorantes desses golpes.

    Adriano De ARRUDA-BOTELHO 11/09/2019
    0
  • Ponto negativo: A saúde precisa de recursos em áreas críticas: muitos locais sequer tem raio-x, ultrassom e medicamentos baratos e necessários. Estes devem ser priorizados. Ademais, as ditas "práticas integrativa" não tem confirmação científica!

    Cristine Borges Balliego 11/09/2019
    6
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.