Enquete do PL 2290/2019

Resultado

Resultado final desde 15/04/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 583 97%
Concordo na maior parte 9 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 7 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Início da discussão sobre profissionalismo do cientista

Jefferson Santos 05/09/2019
58

Acho que seria mais interessante vincular o valor das bolsas ao salário mínimo, assim o ajuste estaria vinculado a ele também. Se determinaria que o valor mínimo para uma bolsa de mestrado fosse 2 salários mínimos, por exemplo, daí os ajustes futuros seriam automáticos com o aumento do SM. Ou que o ajuste anual fosse no mínimo o IPAC acumulado, dado margem a ajustes maiores (que dificilmente seriam dados, mas não custa ter esperança).

Henrique Mallmann Büneker 26/07/2021
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 33 encontrados.

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  • Ponto negativo: Como ponto negativo eu acredito que, na verdade, deveria haver mais fiscalização antes de simplesmente tomarem a decisão de aumentar ou não as bolsas. Há bolsistas de doc ou mestrado que nunca aparecem para trabalhar, o orientador não possui "carta branca" para cobrar ou até mesmo cortar a bolsa, enquanto outros trabalham muito mais. Sendo assim se torna injusto ambos receberem os mesmos valores, não sugiro simplesmente não haver bolsas, mas sim cobranças.

    Andrey Acosta 23/10/2021
    0
  • Ponto positivo: Acredito que é necessário um reajuste, pois uma bolsa de pós é um SALÁRIO um PESQUISADOR, e não um AUXÍLIO. Acredito que a maioria em percentual da pesquisa desenvolvida em um laboratório é pelo bolsista e não pelo professor. Muitos bolsistas trabalham mais do que 8 hrs/dia, enquanto muitos professores universitários com salários 5x maiores que uma bolsa de doc mal aparecem.

    Andrey Acosta 23/10/2021
    1
  • Ponto positivo: É extremamente urgente e necessário o reajuste das bolsas levando em conta o IPCA. Os pesquisadores brasileiros precisam ser valorizados, o sistema precisa ser estruturado, a fuga de cérebros está acontecendo por falta de incentivos públicos. Isso é vergonhoso para nosso país! Os deputados precisam legislar em prol do povo e não de interesses pessoais como ocorre em muitos casos. Aprovem o projeto, acelerem a tramitação e façam a ciência avançar e assim o avanço vem como contrapartida.

    Diego Souza 11/10/2021
    2
  • Ponto positivo: Extremamente importante o reconhecimento ao pesquisador no Brasil, aja visto que todos fazem sacrifícios em prol de um Brasil melhor para o futuro. É importante a dedicação total e pensamento na pesquisa em todas as áreas. O retorno da educação será visto nas gerações futuras e consequente enriquecimento da nação.

    Diego Melo Fernandes 05/10/2021
    4
  • Ponto positivo: Os pesquisadores e cientistas merecem o reajuste de suas bolsas.

    mateus rodrigues 28/09/2021
    2
  • Ponto positivo: Se fizerem o cálculo da correção se baseando somente na inflação acumulada de 2013 para hoje, é possível ter noção do que é de fato a fragilização do sistema de pesquisa e pós-graduação citado. É urgente e gritante que o #VivaACiência saia das redes sociais e chegue na mesa diretora desta casa. Serão precisas quantas pandemias para perceber o óbvio? Em uma nação pode até acontecer crescimento, mas desenvolvimento só acontece com a alavancagem da ciência.

    Johnys Berton 23/08/2021
    11
  • Ponto positivo: Valorização da pesquisa nacional.

    Jinx Vilhas 06/08/2021
    5
  • Ponto positivo: Pesquisa é o processo continuado de estudo, trabalho e ensino/aplicação. As bolsas são salários que sustentam pesquisadores e pesquisadoras em árduo percurso de especialização e internacionalização, sendo a única fonte de renda para aquisição de material necessário, para participação de eventos, para publicação de resultados. As bolsas exigem dedicação exclusiva (são 6 anos de formação, contando mestrado e doutorado!), mas não garantem o essencial e nem fomentam o elementar. Valorizem a ciência!

    Pedro Gallina Ferreira 02/08/2021
    5
  • Ponto negativo: Acho que seria mais interessante vincular o valor das bolsas ao salário mínimo, assim o ajuste estaria vinculado a ele também. Se determinaria que o valor mínimo para uma bolsa de mestrado fosse 2 salários mínimos, por exemplo, daí os ajustes futuros seriam automáticos com o aumento do SM. Ou que o ajuste anual fosse no mínimo o IPAC acumulado, dado margem a ajustes maiores (que dificilmente seriam dados, mas não custa ter esperança).

    Henrique Mallmann Büneker 26/07/2021
    9
  • Ponto positivo: O pesquisador que recebe a bolsa é obrigado a não ter nenhuma outra fonte de renda, não tem inss ou fgts recolhido, caso sofra algum acidente dentro do laboratório enquanto desenvolve a pesquisa não há nenhum vínculo que dê suporte, licença, nada, mesmo que tenhamos assinado um contrato de exclusividade, como já disse no início. Pesquisa é trabalho! Pesquisador é trabalhador e deve ter seus esforços reconhecidos! Só a Ciência vai salvar este país do caos em que vivemos!

    Kamila Gramlich 09/07/2021
    19

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  1. PL 2318/2026

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    Dispõe sobre a imposição de cláusula de barreira nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

  5. PL 1214/2019

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  6. PL 8107/2017

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.