Enquete do PL 2200/2019

Resultado

Resultado parcial desde 10/04/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 20 43%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 2%
Discordo totalmente 25 53%

O que foi dito

Pontos mais populares

nenhum, apenas preconceito baseado em fanatismo religioso.

Manoel Mendonça 23/01/2020
4

O projeto inteiro é discriminatório! Não contribui em nada para a sociedade. Um deputado perder tempo fazendo um projeto desses enquanto tantas outras coisas poderiam ser feitas é um desrespeito à população!

Ana Carolina 23/01/2020
6

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 11 encontrados.

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  • Ponto positivo: É natural que isso incomode a militância ou o próprio público, mas alguns fatos são indiscutíveis, como a desproporcinalidade física de um Homem contra uma mulher, obviamente não haverá disposição para a competitividade em vice-versa, então concluo que não se trata de ideologia e nem conservadorismo religioso, mas também é obvio que tudo que desagrada a este público é taxado de discriminação, infelizmente esta postura apelativa tem calado muitas vozes razoáveis em temas triviais.

    MARCUS VINICIUS SANTOS 22/08/2024
    2
  • Ponto positivo: Os homens possuem mais musculos, ossos mais fortes. Na média a estatura masculina é maior que a feminina. Os pulmões e coração são maiores, possuem mais sangue. A força e a resistência fisica são maiores que das mulheres, logo não é uma luta justa. Ignorar isso é hipocrisia. Lia Thomas (nadadora trans dos EUA) como homem era medíocre na natação, fez a transição e hoje disputa com mulheres e está batendo todos os recordes! Em nome da inclusão, estão excluindo as mulheres atletas.

    STEFANIA DOS SANTOS GAZZINELLI 22/08/2024
    1
  • Ponto positivo: Infelizmente no mundo em que vivemos o que é certo ou natural se tornou errado. No esporte existe a classificação por gênero (masculino e feminino) . O ser humano consegue mudar o exterior, mas não muda o que é! Se acha essa lei ruim, então junta tudo. Homens e mulheres, trans etc... Numa só categoria. Essa lei é justa!

    MARCIO JOSE LOUZANE 16/11/2023
    4
  • Ponto negativo: Pessoas transgêneres, possuem muitos biotipos diferentes. São muitas variáveis: a idade em que transicionaram, os níveis de testosterona, a massa muscular! Existem mulheres Cis, muito maiores e mais fortes sim, do que mulheres trans! Gigantes no basquete, halterofilistas, lutadoras, atletas... Esses critérios estão sendo criados só para invalidar esses corpos e essas existências. Homens trans competem com homens Cis e ninguém fala disso! E alguns ganham! Kkkk E aí... fica feio, né?

    Claudia Armbrust 17/04/2023
    0
  • Ponto positivo: Mulher trans tem força física equivalente a de homens, como pode querer competir contra mulheres em esportes?Imagine uma luta de boxe ou qualquer arte marcial, uma corrida, enfim em qualquer esporte a mulher trans levaria vantagem sobre as mulheres, não seria justo e nem seguro para as mulheres, acho justo que mulheres trans participem contra outras mulheres trans já que não querem competir contra homens, não se trata de preconceito mas de justiça e bom senso.

    Porcina c. 24/08/2022
    3
  • Ponto negativo: O esporte é instrumento de inclusão social e é direito constitucionalmente assegurado a todos os indivíduos. Excluir as pessoas transgênero não está de acordo com a Constituição Federal.

    Larissa Moraes 21/02/2022
    2
  • Ponto negativo: totalmente discriminatório!

    Peterson Oliveira 24/01/2020
    5
  • Ponto negativo: O projeto inteiro é discriminatório! Não contribui em nada para a sociedade. Um deputado perder tempo fazendo um projeto desses enquanto tantas outras coisas poderiam ser feitas é um desrespeito à população!

    Ana Carolina 23/01/2020
    6
  • Ponto negativo: falta de informações relevantes baseadas em estudos e análises apuradas.

    Manoel Mendonça 23/01/2020
    2
  • Ponto positivo: nenhum, apenas preconceito baseado em fanatismo religioso.

    Manoel Mendonça 23/01/2020
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.