Enquete do PL 2053/2019

Resultado

Resultado parcial desde 04/04/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 10 2%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 11 2%
Discordo totalmente 605 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

Aumentar o alcance do esporte de arco e flecha por exemplo.

Luca Tunini Praça 05/07/2019
4

Só vai prejudicar os atletas de arco e flecha e similares . Desnecessário e impossível de fiscalização , o que certamente tornará muito mais rentável o mercado ilegal. Sugiro que consultem praticantes destas modalidades e apresentem estatísticas sobre ocorrências criminais.

Vicente Luiz Rocha 04/07/2019
58

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Exibindo resultados 1 a 10 de 101 encontrados.

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  • Ponto negativo: Quando que começam a tomar as armas de bandido?

    Bruno Ferreira 17/11/2023
    0
  • Ponto positivo: Projeto inócuo pois os equipamentos citados são de tecnologia tão primitiva que podem ser feitos no quintal de qualquer casa ou até no meio do mato. E a exemplo também da arte da cutelaria que vem se expandindo e também será prejudicada. Só cria mais burocracia e dificuldade para quem quer praticar o esporte ou adquirir seus equipamentos. Peço ao deputado que retire esta PL de pauta. Desde já antecipo agradecimentos.

    Fernando Medeiros Duarte 15/11/2023
    0
  • Ponto negativo: Ridiculo... Menos Estado Mais Liberdade

    Renato Carraro 05/08/2020
    2
  • Ponto negativo: Prometo totalmente inútil que só vai atrapalhar a população. Assim como o estatuto do desarmamento não impediu os crimes esta lei se aprovada não terá benefício algum. Na verdade achei uma piada colocar número de série em zarabatana e restringir compra de faça de cozinha. Uma pessoa que não tem emprego não vai mais poder comprar faça de cozinha, sendo que o país tem 12 milhões de desempregados.

    Felipe Abatti 28/07/2020
    2
  • Ponto negativo: Só pode está de brincadeira. Esse PL é uma aberração pura!!!

    Maria Silvia Assunção 17/01/2020
    1
  • Ponto positivo: è um esporte que educa o atirador com arco e nos trás respeito no mundo esportivo e medalhas olimpicas

    JOSE MELLO CAMPOS 30/10/2019
    2
  • Ponto negativo: restringe ainda mais a liberdade da população é um projeto que vai totalmente contra o direito de liberdade dos brasileiro

    celo floripa 22/10/2019
    2
  • Ponto negativo: Loucura isso lei sem utilidade, tem que se preocupar com coisas mais importantes, zarabatana não mata ninguém, e outra bandido usa e arma de fogo fuzil

    Douglas Janones Figuera 15/10/2019
    2
  • Ponto negativo: É um projeto de lei sem qualquer fundamento. gostaria de saber interesse de quem o proponente do projeto está a defender? Nós, cidadãos é precisamos nos defender dos usurpadores do dinheiro público, roubado ou gasto com futilidades como esse projeto infantil.

    Tiago Meirelles 14/10/2019
    1
  • Ponto negativo: Mais um PL para restringir o direito à defesa do cidadão de bem. Uma falácia sem base, estamos à mercê de bandidos armados de fuzil e não de tribos de pigmeus de filmes antigos de Tarzan... é ridículo.

    José Carlos de Oliveira 14/10/2019
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.