Enquete da PEC 45/2019

Resultado

Resultado final desde 03/04/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 336 31%
Concordo na maior parte 168 15%
Estou indeciso 33 3%
Discordo na maior parte 154 14%
Discordo totalmente 401 37%

O que foi dito

Pontos mais populares

A simplificação tributária além de auxiliar os empreendedores poderá cessar o fogo na longa guerra tributária. Excelente projeto!

pedrofolle@gmail.com 16/04/2019
48

Não desonera o consumo.

Luciano Sanchotene Severo 17/05/2019
61

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 95 encontrados.

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  • Ponto negativo: Aumento da Arrecadação! Dinheiro todo na Mão do Governo Federal e Congresso. Estados e Municípios ficarão mais quebrados do que estão pois dependerão mais ainda dos recursos federais. Finalizando quem trabalha e produz paga a conta.

    JOSE AUGUSTO SERRAGLIO 20/12/2023
    0
  • Ponto positivo: A simplificação do imposto, juntamente com uma provável maior transparência no entendimento das incidências das alíquotas.

    E DE CASA 19/12/2023
    0
  • Ponto negativo: Criação de um novo Poder Federativo, sem nem mesmo o controle do Senado. Alta carga tributária, alinhamento às políticas internacionais de freio no consumo (que prejudica apenas países em desenvolvimento). Risco latente à prestação de serviços devido o alta tributação.

    E DE CASA 19/12/2023
    0
  • Ponto negativo: Jabutis colocados de última hora como.imposto regulador de arrecadação e sem a menor responsabilidade que podem aumentar a quantidade de tributos, e ainda e o prazo para distribuição dos tributos ser a partida 2024 para frente que por conta disso antes da reforma começar todos os estados aumentaram suas alíquotas aumentando os produtos e consequentemente vai gerar inflação já para 2024.

    Garibaldi Dantas Filho 09/12/2023
    1
  • Ponto positivo: A unificao em tese dos tributos.

    Garibaldi Dantas Filho 09/12/2023
    0
  • Ponto negativo: Vai acabar com o poder de compra do povo brasileiro, taxar valores abaixo de 50 dollares é a maior palhaçada que estão fazendo, já sabem que proximo ano não se releagem, e vou parar de comprar em varegistas, não vão ver mais a cor do meu dinheiro, boa sorte. Vamos ver varias empresas quebrando.

    Adler Nicolella 10/10/2023
    5
  • Ponto negativo: O brasil tem industria pra isso e outra com a maioria dos políticos roubando esse não seria mais um ato... ou esqueceram os roubos descoberto. ai vem a pergunta se as industrias internacionais não querem ficar aqui pois pagam alto por estabelecerem em território brasileiro. E o custo de vida aqui é alto caro em compensação com estados unidos. NÃO SERIA MAIS UM ATO DE ARRANCAR DINHEIRO DAQUELES DESPROVIDO. SÓ UMA PERGUNTA CADE A DEMOCRACIA E A LIBERDADE DE ESCOLHA???

    Antônio Célio da Silva 07/10/2023
    4
  • Ponto positivo: Se a questão é o valor de arrecadação par suprir gastos do governo, o correto seria o governos gastar menos e deixa o fluxo de negócios de compra e venda de importados fluir, isso só prejudicará os mais simples, o governo faz um escárnio com nossos impostos e ainda se sente no direito de fazer isso? Só de aumento esse anos para a classe política fora milhões de reais, e agora querem vir cobrar esses impostos do povo. Infelizmente o governos se posiciona como inimigo do seu povo, malditos sejam.

    ROGERIO RODRIGUES BIZI 06/10/2023
    1
  • Ponto negativo: Acaba com a autonomia municipal. As grandes cidades vão ter que depender dos governadores para sobreviver. Resumidamente, a reforma retirou o ISS dos Municípios e entregou para os Estados.

    Reinaldo Santinho Bueno de Souza 06/08/2023
    3
  • Ponto negativo: A Venezuela está logo aqui. Como podem fazer uma manobra dessas e todos acreditarem que os impostos ficarão menores? Irão unificar e AUMENTAR os impostos. Vão QUEBRAR o Brasil!

    Fernando Cezar Lopes Cassionato 21/07/2023
    9

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei