Enquete do PL 1827/2019

Resultado

Resultado parcial desde 27/03/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 6.601 96%
Concordo na maior parte 229 3%
Estou indeciso 7 0%
Discordo na maior parte 15 0%
Discordo totalmente 51 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Nossa profissão precisa ser valorizada, com um salário digno, que dê pra manter nosso currículo atualizado e realizarmos um trabalho com satisfação e dignidade.

OLIVIA MARIA ROCHA DE MORAIS LIMA 14/09/2019
475

Acredito que o calor ainda é pouco. Deveria ser no mínimo 5.000,00. Nós atualizamos constantemente e isso tem custos, sem falar da nossa anuidade que é alta.

Eloisa Helena Baptista da Silva 29/05/2023
376

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 112 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Esse piso precisa ser aprovado para ontemmm! Temos urgência em melhores condições de vida. Somos profissionais de nível superior, temos muitas responsabilidades! Precisamos de dignidade.

    SUELEN DE OLIVEIRA MARINHO 30/05/2026
    2
  • Ponto negativo: Discordo totalmente dessa proposição porque irá gerar mais gasto público desnecessário e causar impacto econômico nas empresas que contrataram esse tipo de prestador de serviço. O Estado sempre inventado mais gastos financeiros totalmente desnecessários pois tal categoria não produz nada economicamente a sociedade só gera gastos aos cofres públicos.

    MESAC VITOR SATURNINO 18/04/2026
    0
  • Ponto negativo: O valor ainda está aquém do justo, mas já é um avanço se observarmos que tem profissionais sendo contratados como prestadores de serviço e em regime de pregão, em que prevalece quem aceita menor salário.

    MARIANA MENDES MURTA 06/03/2026
    3
  • Ponto positivo: O piso é o mínimo que um profissional de nível superior precisa ter para conseguir manter-se dignamente, principalmente quando se trata de profissionais q trabalham para proporcionar acesso a direitos, serviços, programas e projetos pela população menos favorecida.

    MARIANA MENDES MURTA 06/03/2026
    5
  • Ponto positivo: Os profissionais devem receber, no mínimo, a devida valorização, uma vez que atuam na linha de frente. Ademais, é imprescindível que disponham de saúde mental adequada para lidar com as diversas situações enfrentadas no exercício de suas funções. Destaca-se, nesse contexto, o CREAS, um dos órgãos em que o assistente social se depara com múltiplas e complexas demandas, as quais frequentemente comprometem o equilíbrio psicológico desses profissionais.

    ANA CLAUDIA RODRIGUES SANTOS 24/12/2025
    10
  • Ponto positivo: Ja se trabalha 6 horas por dia,o salario está otimo.muitos profissionais na area contábil oi administrativo não tem piso e trabalha 8 horas

    GISLAINE LUCIA DO NASCIMENTO BRAGANCA 18/12/2025
    3
  • Ponto negativo: Precisamos de um piso digno, R$4200,00 já é um valor defasado.

    LESLIE CRISTIANE GIL LORANDI 27/11/2025
    5
  • Ponto positivo: Esse projeto de lei é uma demonstração da valorização da categoria profissional. É necessário essa aprovação para que assim muitos profissionais possam ter o mínimo de um salário digno. So na entendo a demora da tramitação. Tem projetos que do dia pra noite são aprovados. Esse está indo para mais de 5 anos de tramitação

    INGRID MARIAH CAMARGO FERRAZ 21/11/2025
    14
  • Ponto positivo: Ponto positivo e negativo. É que nós lutamos diariamente pelos direitos dos usuarios e até agora não temos um piso salarial digno. Portanto, fico feliz que os parlamentares estão lutando por nossa categoria.

    EDILENE ALVES FONTENELE 05/11/2025
    10
  • Ponto positivo: Tem municipio pagando um salário mínimo. A categoria não aguenta tanta falta de respeito

    MARINALVA FERNANDES SOUZA SILVA 11/10/2025
    15
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. INC 1091/2026

    Sugere à Senhora Miriam Belchior, Ministra de Estado Chefeda Casa Civil da Presidência da República, o envio de Projeto de Lei quedispõe sobre a reestruturação das carreiras e os critérios de promoção por ressarcimento de preterição para militares do Quadro de Suboficiais e Sargentos do Comando da Aeronáutica, que foram transferidos para a reservaremunerada por idade limite no serviçoativo, adequando seus tempos de permanência aos novos marcos estabelecidos pela Lei nº 13.954/2019.

  4. PL 1142/2026

    Altera a Lei nº 14.751, de 12 de dezembro de 2023, para assegurar o reconhecimento do direito à promoção ao grau hierárquico superior, por ocasião da transferência para a reserva remunerada ou reforma, de natureza estritamente funcional, aos policiais e bombeiros militares do Distrito Federal e dos ex-Territórios de Rondônia, Amapá e Roraima.

  5. PL 1675/2023

    Dispõe sobre o exercício da atividade de psicopedagogia.

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.