Enquete do PL 1774/2019

Resultado

Resultado parcial desde 26/03/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 365 5%
Concordo na maior parte 29 0%
Estou indeciso 15 0%
Discordo na maior parte 41 1%
Discordo totalmente 6.562 94%

O que foi dito

Pontos mais populares

Medicamentos é coisa séria. O farmacêutico é um profissional importante para a promoção do uso racional de medicamentos, proteção e recuperação da saúde das pessoas.

Michelle Moura 20/05/2022
150

Medicamento é coisa séria e, mesmo que seja isento de prescrição, é necessária a orientação farmacêutica. Lugar de medicamento é na farmácia, para o melhor uso, bem como correto armazenamento

Larissa da Cunha Ramalho 20/05/2022
117

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 487 encontrados.

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  • Ponto negativo: Todo e qualquer medicamento deve possuir a orientação de um profissional de saúde, visto que mesmo os MIPS (medicamentos isentos de prescrição), necessitam de orientação de um profissional qualificado, sem contar do controle de temperatura e umidade, que comprometem totalmente a qualidade do medicamento.

    MAISA STEFFANI ADAMCZUK 24/01/2025
    3
  • Ponto negativo: Políticos não devem por lei criar normas e alterações que favorecem e beneficiam as suas empresas. A ocupação do cargo político não é permitida por lei por empresários que atuaem em benefício próprio, prejudicando o coletivo e à saúde pública. Isso precisa acabar.

    LILIAN DE MIRANDA PORTO 09/12/2024
    11
  • Ponto negativo: Medicamento isento de prescrição não é isento de reações adversas! Lugar de medicamento é na Farmácia sob orientação e dispensação do Farmacêutico! ??

    SILVANA DE VARGAS FURQUIM 06/12/2024
    10
  • Ponto positivo: nenhum medicamento é isento de risco e os que são MIP ou OTC já são disponibilizados nas farmácias de fácil acesso a população que queira comprar,de modo que expor em mercado só aumenta o interesse comercial e não oferece benefício extra na acessibilidade a tais medicamentos. Outro ponto que nem mesmo um AAS é medicamento isento de risco...e nosso povo já se automedica de maneira irresponsável devido as limitações do sistema de saúde. Essa PL é um desserviço a população

    GIZELLE ESCOBAR DA SILVA 15/11/2024
    8
  • Ponto positivo: não voto por ser empresário do ramo aqui em bandeirantes ms, mas por entender a dificuldade de quem procura medicamento no domingo e feriado com 5 farmácias em uma cidade de 15000 habitantes. fechadas pois os RT que exploram o comercio não trabalhão feriado e fim de semana. e a saúde e precária pois o agro mora aqui mas se identifica e distribui recursos para os três estados do sul além de se orgulhar de sequer fazer compras no município vez que o agro compra em são Gabriel e campo grande

    MARCELO SAMUEL SIQUEIRA BRAUNER 12/11/2024
    0
  • Ponto negativo: Medicamentos é com o profissional de saúde, não é com supermercado.

    José Henrique Henrique 19/08/2024
    8
  • Ponto negativo: Isso é um desrespeito com a classe farmacêutica! Medicamentos não são doces, não existe medicação isenta de qualquer risco, mesmo os MIPs que são isentos de prescrição tem seus riscos e devem ter um farmacêutico presente para orientar a população sobre seu modo de uso e riscos a saúde. A farmácia é um estabelecimento de saúde e não apenas um ponto comercial, e nela é trabalhada a assistência e atenção farmacêutica. Colocar medicações a venda em mercado significa atrapalhar o acesso a saúde!

    Daniel Guimarães 19/08/2024
    6
  • Ponto negativo: Vale sempre citar que existem medicamentos potencialmente perigosos que são dispensados em farmácias e drogarias. A diferença entre o medicamento e o veneno está na dose ou no erro de dispensação. A sanha do mercado, banaliza a saúde pública. Por isso que o mercado inventou as OSS e a precarização do trabalho em Saúde, afetando até a assistência farmacêutica da população.

    Leonardo Légora de Abreu 15/08/2024
    3
  • Ponto positivo: Sou a favor de vender em supermercado aquilo que hoje já está na gôndola das farmácias, de livre acesso e que qquer pessoa pode comprar até por telefone, delivery. Apenas estes produtos. E com mais pontos de venda, maior concorrência, menor preço. Muitas cidades não têm farmácia perto. Na minha cidade, só farmácias no centro da cidade. Para este tipo de produto já livre nas farmácias, seria ótimo ter tb em supermercados mais próximos do meu bairro (Eno, sal de fruta..itens assim)

    JANIO LOIOLA DE OLIVEIRA 11/04/2024
    1
  • Ponto positivo: Os medicamentos proposto no PL 1774, são medicamentos que não precisam de receita médica, que hoje são vendidos em Farmácias e em muitos casos, até por tele-entrega. Então não adianta dizer que vai aumentar a auto-medicação, isto é só balela. A População tem direito de ter perto de casa este tipo de medicamento. Os Grandes empreendimentos é que estão contra. E o que dizer das fármácias que estão vendendo de tudo. Produto de limpeza misturado com os remédios, E ATÉ CARVÃO.

    VANDERLEI ANTONIO FANTINEL 17/01/2024
    2
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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

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  4. PL 6194/2025

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  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PEC 383/2017

    O governo terá que aplicar anualmente pelo menos 1% da receita corrente líquida (RCL) da União, prevista para o ano, no financiamento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É o que determina a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 383/17, do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), em tramitação na Câmara dos Deputados. O Suas envolve um conjunto de programas do governo federal, realizado em parceria com estados e municípios, voltados para a proteção do indivíduo. Entre estes programas estão o de Atenção Integral à Família (Paif), o de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e de Inclusão de Jovens (Projovem). O sistema também financia os Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Como a aplicação dos recursos se baseará na RCL prevista para o ano, a proposta do deputado Cabral determina que o governo fará os ajustes necessários (para cima ou para baixo) no ano seguinte com base na RCL efetivamente realizada. Por exemplo, se a receita realizada de um ano ficar 3% acima do esperado, no ano seguinte o valor equivalente a esse percentual será acrescido ao Suas. Além de definir os limites financeiros, a PEC 383/17 insere o Suas no texto constitucional – atualmente, o sistema está previsto apenas em lei (12.435/11). Cabral aproveita a mesma definição da norma, que estabelece que a gestão das ações de assistência social será feita pelo Suas, sob a forma de sistema descentralizado e participativo. Corte orçamentário O deputado destacou que o objetivo da proposta é garantir uma fonte constante de financiamento dos programas de assistência social do país, evitando o que aconteceu em 2017, quando a proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso Nacional reduziu os recursos da área. “O corte radical sobre as receitas previstas para o funcionamento da rede que compõe o Suas despertou preocupação sobre a fragilidade do sistema”, disse Cabral. “Nesse sentido, faz-se necessário prever a existência do Suas no texto constitucional, assim como estabelecer na Carta Magna o montante de receitas disponíveis para o efetivo funcionamento do sistema.” Tramitação A PEC 383/17 será votada inicialmente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, que analisará a admissibilidade do texto. Se ele for aprovado, será criada uma comissão especial para analisar o teor da proposta. A votação final ocorrerá no Plenário da Câmara.