Enquete do PL 1738/2019

Resultado

Resultado parcial desde 26/03/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 393 98%
Concordo na maior parte 8 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A fixação de 30 horas semanais vai proporcionar qualidade de vida ao profissional e a diminuição de agente que prejudicam sua saúde.

Jeferson M Gomes 11/03/2020
11

Só não concordo e.m ter que trabalhar 30 horas semanais e não receber o justo pois o trabalho do biomédico e muito exaustivo trabalhos fisicamente e mentalmente para não fazer nada errado precisamos de um bom descanso e alimentação mais com o dinheiro que recebemos está um pouco difícil de ter descanso temos que nos anular e trabalhar em 2 lugares diferentes ou até mesmo 3 pra suprir nossas necessidades e de nossa família.

Maira renata albuquerque da silva 15/07/2022
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto negativo: A proposta também precisa falar sobre piso salarial e pagamento de insalubridade, pois alguns locais não pagam. Muitos locais hoje também trabalham no regime de terceirização, onde o profissional não tem benefícios.

    CAROLINA CAMPELO PEREIRA FIGUEIREDO 22/04/2026
    0
  • Ponto positivo: Nesse contexto, observo que a redução da jornada de trabalho é benéfica para o profissional de saúde. Considerando o nível de responsabilidade. Já que é uma profissão do eixo tecnológico. Além disso, considero que para os profissionais que laboram no segmento do diagnóstico por imagem, a carga horária deve ser reduzida para 24 horas semanais. Resultando em equidade entre os profissionais que laboram no diagnóstico por imagem. Principalmente, no que diz respeito a ressonância magnética.

    NATAL LUCAS MONTEIRO DE LIMA 17/12/2025
    1
  • Ponto positivo: Isto é ótimo, e o mínimo também! O salário de um Biomédico no Brasil é completamente desvalorizado, sequer existe um piso! Estão nos usando, somos essenciais no diagnóstico clínico, sobretudo em Análises clínicas, que por sinal, é a área mais desvalorizada salarialmente. Não estamos pedindo para ganhar o mesmo que um médico - até porque isso seria injusto -, só queremos salário e jornada de trabalho dignos de nossos esforços e essencialidade, nada além!

    GRAZIELLY ALVES DE LIMA GALOIS 28/08/2025
    5
  • Ponto positivo: Qualidade de vida e de trabalho prestado do profissional biomédico, que lida com vidas.

    KARLA ARAUJO VANNUCHI DA COSTA 08/11/2024
    1
  • Ponto negativo: O piso salarial do biomédico tem que aumentar... 90% das doenças são descobertas através de nós nada mais justo sermos reconhecidos. Estudamos investimos tempo e dinheiro assim como todas as outras profissões e porque a nossa profissão não é reconhecida da mesma forma? Precisamos de um conselho que lute por nós .. precisamos que o nosso governo reconheça nosso trabalho que em época de covid também trabalhamos arduamente mas tão pouco vistos.

    Ariane Carvalho 08/08/2022
    3
  • Ponto positivo: Diminuição da carga horária deve ser seguida com o aumento salarial, o piso salarial do Biomédico é ridículo.

    roberta loguercio 07/08/2022
    8
  • Ponto positivo: Que essa carga horária venha com um piso salarial digno, merecemos reconhecimento

    Ana Paula Magalhaes 19/07/2022
    8
  • Ponto positivo: Muito desvalorizado.

    Ana Caroline polo 18/07/2022
    5
  • Ponto positivo: Diminuição da carga horária deve ser seguida com o aumento salarial. Havendo assim mais possibilidades do profissional se especializar ainda mais com o tempo extra e salário maior.

    Paulo Júnior 18/07/2022
    7
  • Ponto positivo: Temos que ter um piso salarial pois em muitas regiões não temos, desempenhamos muitas funções exaustivas e atendendo muitos pacientes para o mínimo de 44h semanais, fora vários plantões de 12h ou até 24h.

    Bianka Dewes 18/07/2022
    4
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  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.