Enquete do PL 1710/2019

Resultado

Resultado parcial desde 26/03/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 789 97%
Concordo na maior parte 17 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 11 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Sou a favor, pois os técnicos não possuem valorização da categoria e com a chegada do piso salarial juntamente com o conselho federal dos técnicos industriais e agrícolas, os técnicos receberão mais atenção e serão mais valorizados.

Gabriel Oliveira 31/03/2019
41

Punição para empresas que contratam técnicos com títulos genéricos

Kelly Katiussy 17/05/2019
22

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 79 encontrados.

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  • Ponto positivo: Pessoal, bom dia! Gostaria de deixar um ponto positivo à categoria dos Trabalhadores Técnicos industriais. Pois essa classe tem que ser mais valorizada, devido à ação de frente para o campo e solução da sociedade em diversas áreas técnicas. A valorização profissional, faz crescer o país, pois a classe será mais bem remunerado tendo qualidade de vida, e isso influencia totalmente em todos os interesses.

    TIAGO MOREIRA 30/03/2026
    0
  • Ponto negativo: Demora muito aprovar, tem muitas justificativas infundadas, incluir jardineiro no orçamento, a legislação atrapalha, muita burocracia. e pouca ação. implica dizer que o interesse por quem? trabalha e zero, principalmente quando a classe é agrícola o descaso é maior ainda.

    FRANCIANE ROCHA MOURAO 21/01/2026
    1
  • Ponto positivo: o piso vai ser ótimo, porem, deveria ser mais rápido

    FRANCIANE ROCHA MOURAO 21/01/2026
    1
  • Ponto positivo: Com a o piso salarial nacional dos profissionais Técnicos, as empresas vai ter que seguir a lei e valorizar o profissional e da reconhecimento a necessidade deste para o crescimento da indústria no país e no que abrange a formação de cada um, e fazendo a necessidade de busca por mais profissionais no mercado! Melhores salários motiva o profissional da o seu melhor e se próprio valorizar!! Prestando um serviço de Qualidade e transparência para sociedade!

    Cassio Oliveira 01/06/2023
    4
  • Ponto negativo: Muito necessário, porém muito difícil de ser aprovado se não houver muita união e mobilização por parte da FENTEC e Sindicatos dos Técnicos estaduais, SINTEC''s.

    Luiz Júnior 29/05/2023
    5
  • Ponto positivo: Além da legislação é preciso avanço na fiscalização, pois assim como o piso dos engenheiros que muitas empresas e órgãos públicos não respeitam esse PL se aprovado pode acarretar desculpas dos empresários e órgãos públicos que não possuem condições para pagá-lo. Então a lei deve prever subsídios para que a mesma possa ser cumprida, isto é, fazer com que empresas demonstrem seu faturamento para justificativa de não condições do pagamento e repasse de verbas de um ente federado para outro também.

    Luiz Júnior 29/05/2023
    4
  • Ponto positivo: Vamos acima com nosso piso salarial.

    Sebastião Amaro 22/12/2022
    5
  • Ponto negativo: A falta de interesse da classe política na não aprovação deste PL que se arrasta desde o ano de 2008. Nossos políticos que pagamos o salário deles apenas para legislarem por i interesses particulares e partidários.

    JOSE ALBINO NETO 21/12/2022
    2
  • Ponto positivo: Gente, Vamos lutar para esse PL ser aprovado, se fosse pra botar aumento de salário para os deputados há muito tempo já teria sido aprovado. Pagamos o salário destes políticos para legislarem contra a sociedade. Vamos fazer valer o nosso voto. Atenção deputados, coloquem nosso pedido na pauta para votação. Valorização da categoria dos técnicos também é importante.

    JOSE ALBINO NETO 21/12/2022
    7
  • Ponto positivo: Precisamos disso, somos merecedores…

    Alexsander Emmel 19/10/2022
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei