Enquete do PL 1597/2019

Resultado

Resultado parcial desde 19/03/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 157 97%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 4 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Está PL 1597/2019 vai salvar e valorizar a vida de muitos Vigilantes por todo o Brasil.

Assumar da Conceição Borges 18/04/2019
38

Foi o governo nunca ter pensado nisso antes.

jheniffer martins 24/04/2019
29

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 33 encontrados.

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  • Ponto positivo: É importante o vigilante se defender. Somos treinados para porta armas e ter responsabilidades com ela. O marginal não obedece o Estado, nós sim.

    Matheus Quintanilha 24/03/2022
    0
  • Ponto negativo: Vai colocar mais armas de fogo de maior calibre na mão de criminosos que vão se sentir mais motivados a atacar os seguranças e roubar armas com maior poder ofensivo.

    Ricardo de Miranda 17/09/2021
    0
  • Ponto positivo: Bandidos nem têm porte de armas e anda com armas de alto poder de fogo porquê estes profissionais têm que usa 38 no máximo um calibre 12 que perto de um fuzil calibre 556 ou até mesmo o 762 que é devastador temido até pelo tráfico de drogas quando vêem na mão de políciais em operação ?????

    Carlos Arruda 19/08/2021
    0
  • Ponto positivo: Concordo plenamente, chega ser incoerente e desleal, o vigilante é apto para portar arma em serviço, mas fora dele é proibido ou "incapaz", vale ressaltar que o vigilante é um alvo fácil, independente de qualquer ocorrência ele tem que está no seu posto no mesmo lugar, todos os dias, se tornando assim desta forma um alvo fácil do criminoso. Quem protege o vigilante na volta para casa? Quem protege a sua família?

    Luis Carlos 20/02/2021
    1
  • Ponto positivo: Uma otima para nós vigilantes de todo o Brasil que defendemos muitas vezes o património do outro.E o nosso maior patrimônio que é nossas vidas não podemos porque? Somos aptos a trabalhar dentro da lei então somos apto a portar nossos armamentos particular também

    Silva 13/12/2020
    2
  • Ponto positivo: Concordo Plenamente, o Vigilante é Formado Para Trabalhar Armado, e Não tem sua arma pra se defender, porém os Bandidos não precisa de Autorização e andam Armado até os Dentes

    Arivaldo Jesus Santos 10/12/2020
    3
  • Ponto positivo: O Vigilante Trabalha 12hs por dia armado no seu posto, protege bens e Pessoas e quando sai do Seu Local de trabalho indo pra sua casa de encontro com sua família, não tem sua arma pra se proteger, por isso sou afavor completamente.

    Arivaldo Jesus Santos 10/12/2020
    2
  • Ponto positivo: modelo de tiro particular ele tem um direito e interagir e ter a respectiva de usar a sua arma com autorização e utilização do porte para utilizá-la em seus deveres diários eu concordo plenamente que o detetive particular que exerce a função como periculosidade tenham seu direito de portar sua arma com integridade e competência e tenho direito de ter o porte para reter plenamente a sua arma do calibre até 40

    Ronaldo Adriano Trajano Dos Santos 15/11/2020
    1
  • Ponto positivo: estado da o porte de arma ao vigilante para proteger o património nada mais justo o vigilante ter porte para proteger sua própria vida

    Alex Carlos pedroso 10/09/2020
    4
  • Ponto positivo: Eles tem porte de Arma no trabalho! Por que não poderia ter também fora dele?

    Luciano Carvalho de Freitas 21/07/2020
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei