Enquete do PL 1487/2019

Resultado

Resultado parcial desde 14/03/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4.347 32%
Concordo na maior parte 162 1%
Estou indeciso 7 0%
Discordo na maior parte 205 1%
Discordo totalmente 9.244 66%

O que foi dito

Pontos mais populares

Parabéns para a iniciativa. É inconcebível imaginar que trancafiamos pássaros durante toda sua vida em minúsculas gaiolas, apenas para ouvir seu canto de sofrimento. Só mostra a crueldade da raça humana. Temos que evoluir! Assim como nós, animais humanos, eles também têm noção do sentimento de liberdade e interação com os seus pares. Não podemos continuar com tanta crueldade com os nossos animais. Não é questão de economia é questão de empatia. Vamos celebrar a liberdade não a prisão.

guilherme augusto pires 03/06/2021
290

Periquitos e calopsitas são consideradas atualmente aves domésticas, e, criadas de forma responsável e orientada (inclusive fora de gaiolas), podem alcançar uma alta qualidade de vida e uma expectativa superior à do meio natural. Essas aves não podem ser soltas na natureza por serem exóticas - advindas da Austrália - além de não terem a mínima condição de sobrevivência. Lei infelizmente simplista, incompleta e controversa.

Bruna Nascimento 05/07/2021
685

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Exibindo resultados 1 a 10 de 1573 encontrados.

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  • Ponto negativo: Aves que são exóticas e criadas em ambiente doméstico não podem ser soltas na natureza. Isso sim é crime! Irá condenar a ave à morte certa, já que não sabem procurar comida, água e nem se defender de predadores. Aves exóticas, além disso, ainda podem se tornar pragas, por não serem nativas, e provocar um desequilíbrio na fauna. Outro ponto é que existem os nativos que são provenientes de criadores legalizados e que também não podem ser simplesmente soltos, pois são nascidos em cativeiro.

    SEMIRAMIS RIBEIRO DE ASSIS 22/04/2026
    0
  • Ponto negativo: E outra: muitos criadores de pássaros estão conservando as espécies. Como é o caso da ararinha-azul, que era criada em cativeiro e está voltando à natureza.

    BENJAMIN BARBOSA GOMES 20/12/2025
    1
  • Ponto negativo: Eu amo minhas aves. Se esses deputados tirarem elas de mim, haverá guerra.

    BENJAMIN BARBOSA GOMES 20/12/2025
    2
  • Ponto negativo: Eu gosto mais de aves que mamíferos. Não sou muito a favor botar uma ave na gaiola, e não sou nada a favor capturar uma ave da natureza pra botar em gaiola. Mas as aves de estimação não nasceram na natureza. E me incomoda MUITO esse povo que é a favor desse projeto burro e ainda fica fazendo discurso filosófico dizendo "oh, o egoísmo do homem de querer ter aves".

    BENJAMIN BARBOSA GOMES 20/12/2025
    2
  • Ponto negativo: Eu tenho calopsitas e periquitos em casa. Esse projeto quer proibir a gente ter aves e ainda exige que a gente solte pra eles morrerem. Aves nascidas em cativeiro, que é o caso das calopsitas e periquitos, não podem ser soltas na natureza, senão elas morrem.

    BENJAMIN BARBOSA GOMES 20/12/2025
    2
  • Ponto negativo: Os animais protegidos em gaiolas propiciam a preservação da espécie. O instinto humano de caçar, aprender, reproduzir espécies e preservar os animais é uma característica nata humana. Um projeto como esse não se fundamenta em bases sólidas, e abre precedente para abertura de todos os currais, canis, gatis, aquários, e todas as atividades econômicas e de preservação. Seguindo a lógica proposta nenhum animal poderia ser protegido ou criado, todas as casas perderiam seus pets, acabaria a pecuária

    ROGERIO LEAL CAMPOS 20/10/2024
    0
  • Ponto positivo: Não há crueldade maior que a prisão de um pássaro por toda uma vida! É algo torpe, egoísta e diz só do capricho do homem de ter um bichinho largado alí só para cantar de desespero, de tristeza. No interior essa prática horrorosa é altamente disseminada. Vejo os bichinhos repetir movimentos de vai e vém por horas e me dá um nó no estômago. A morte seria um alívio para esse inferno. O homem não pode mais se achar o dono do mundo e da natureza.

    ANA LIGIA DE CAMPOS MENDES 02/10/2024
    6
  • Ponto positivo: Manter animais em gaiola não é ético. Os criadouros para fins comerciais ou domésticos devem acabar. Atividades que trazem sofrimentos a outrem devem acabar, como já ocorreu várias vezes na história da humanidade.

    Thiago Ilnicki Nogueira de Azevedo 18/04/2024
    8
  • Ponto positivo: Manter animais enjaulados não é ético, os animais devem viver livres. A maior punição no nosso ordenamento jurídico é de 30 anos. Esses animais, sem cometer qualquer crime, são punidos à prisão perpétua. Quem quiser conviver com aves deve preservar florestas: preserve e elas aparecerão. Enquanto for normal manter animais presos o tráfico de animais vai continuar. A sociedade deve evoluir e a exploração acabar.

    Thiago Ilnicki Nogueira de Azevedo 18/04/2024
    6
  • Ponto positivo: As aves, por voarem, exploram o ambiente em três dimensões. Nós humanos exploramos em duas. Assim, a liberdade para as aves tem um significado, uma importância muito maior que para os humanos. Mantê-las em gaiolas é crueldade. A conservação das espécies deve ser feita pela conservação dos habitats, banimento da caça, banimento de tráfico de animais e não inserção de espécies exóticas. Cuidando desses pilares as aves permanecerão e poderemos contempla-las em observações. E seremos éticos.

    Thiago Ilnicki Nogueira de Azevedo 18/04/2024
    4
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  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.