Enquete do PL 1429/2019

Resultado

Resultado parcial desde 13/03/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 309 52%
Concordo na maior parte 15 3%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 6 1%
Discordo totalmente 264 44%

O que foi dito

Pontos mais populares

Nosso direito de escolha está sendo violado. Estão nos obrigando, a fazer parte de um experimento em massa, maior da história.

Suely Ribeiro Reis Dos Santos 19/01/2022
33

A vacina não tem segurança comprovada , vista que é experimental e nem o próprio fabricante se responsabiliza. Não é justo ser tratada como as demais vacinas recomendadas usada há anos com segurança e eficácia . A própria Pfizer já tem um estudo que diz que a cada 1 milhão de vacinados 1 morte é evitada mas os casos de doenças cardíacas para meninos e de 170 e meninas um pouco mais de 100. Isso é um crime senhores , estão se responsabilizando . Alguém terá que responder por isso.

Roberta Eler 24/12/2021
28

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 53 encontrados.

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  • Ponto negativo: A familia ser acionada no vonselho tutelar por uma vacina sem total conhecimento dos efeitos colaterais, apresentação obrigatória por atestado pela própria classe médica (onde muitos desonestos desmoralizam esse poder de influencia medica sobre a vida ; recebendo por indicar medicamentos ou vender receitas casadas) . Alguem deveria assinar um termo de responsabilidade na obrigatoriedade! Quem???

    Gisele de Andrade Pereira 27/01/2024
    0
  • Ponto positivo: Todos pais devem ter direito de decidir em dar ou não uma vacina tão polêmica, mal estudada seus efeitos colsterais os quais ninguem se reponsabiliza. Crianças não podem ser utilizadas como cobaias!

    Gisele de Andrade Pereira 27/01/2024
    1
  • Ponto negativo: Li vários comentários aqui sobre a Lei e respeito quem apoie ! Teve uma cidadã que disse que já existe uma obrigatoriedade com relação a alguns imunizantes para permanecermos com a erradicação em dia. Mais que justo afinal e saúde. Quando a vacina da COVID for realmente eficaz comprovadamente através de estudo pensaremos em relação a obrigatoriedade agora falar sobre isso e um tanto precipitado. Da mesma forma que vc ama e vacina seu filho tem quem ame e prefira não vacinar. Respeito,DEMOCRACIA

    EBER RODRIGUES BARBOSA 26/07/2023
    2
  • Ponto negativo: Sistema negou primeiramente o meu comentário de confiança a um programa, onde apenas joguei uma informação sobre outro ao qual coloquei em check a situação. O mesmo deputado quando Prefeito de Curitiba capital do PR criou um programa chamado Mãe Curitibana. A minha indagação foi se ele ou algum familiar dele já fez uso do mesmo! Qual o problema nessa postagem, uma vez que vamos votar ou não a favor de uma lei dessas e como vamos saber se os próprios deputados vacinaram! Quem irá investiga-los?

    EBER RODRIGUES BARBOSA 26/07/2023
    1
  • Ponto negativo: Igual ao mãe Curitibana, ele e a família dele jamais usaram e jamais usariam mais e muito bom ! Vai pode confiar...

    EBER RODRIGUES BARBOSA 26/07/2023
    1
  • Ponto positivo: Não tem, bichao nao tem nem vergonha... E eu por conhecer um dos seus assessores votei em vc, e vc me vem com esse projeto escroto. Não deve ter nada mais importante pra vc fazer aí em Brasília né vai trabalhar seu deputado que vc ganha mais deixa os pais decidirem pelo menos sobre os seus filhos...

    EBER RODRIGUES BARBOSA 26/07/2023
    2
  • Ponto positivo: O que as pessoas não sabem é que a vacinação de crianças já é obrigatória pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Não tem nada a ver com vacina de covid. É só uma forma de fiscalizar e garantir que doenças já erradicadas não voltem a incidir. Excelente projeto!

    michele 24/07/2023
    1
  • Ponto negativo: Nem se pode chamar isso de vacina, é um experimento no qual o cidadão é usado como cobaia para o laboratório. Não existe segurança alguma e eu perdi diversas pessoas conhecidas e amigas logo após serem inoculadas com esse veneno.

    Assinante 14/07/2023
    0
  • Ponto positivo: A maioria das pessoas nunca viu um caso de coqueluche, tétano, sarampo, difteria. Casos de varicela e hepatite A são hoje muito menos comuns do que eram. Tudo isso graças à vacinação.

    Mateus de Paula von Glehn 13/07/2023
    2
  • Ponto positivo: A vacinação é uma forma comprovada cientificamente para a proteção contra doenças, sendo necessária sua aplicação na população, principalmente as mais vulneráveis como crianças.

    Yhago 12/07/2023
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.