Enquete do PLP 51/2019

Resultado

Resultado parcial desde 12/03/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11 38%
Concordo na maior parte 4 14%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 3%
Discordo totalmente 13 45%

O que foi dito

Pontos mais populares

Tal qual à iniciativa privada, o funcionarismo público deve manter-se produtivo e apto às funções.

Guilherme Miranda 02/04/2019
3

Deveria ser estendido aos cargos comissionados também. Da mesma forma que há a necessidade da criação do "recall de mandato" dos eleitos.

Guilherme Miranda 02/04/2019
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto positivo: Devemos sempre avaliar cansada de precisar ir em repartição pública e tem os de sempre que nunca tem nenhuma vontade de te atender, mesmo sendo pago, mas como é concursado, então sabem que nunca serão demitidos, não generalizando.

    Flavia de Oliveira 09/07/2021
    0
  • Ponto positivo: Servidor que sente-se perseguido por uma suposta avaliação - antes mesmo das Casas emendarem - é porque não quer trabalhar. É evidente a necessidade de critérios objetivos. Aliás, penso que o mesmo deve ocorrer em relação aos CCs (e aos chefes, para o esclarecimento de alguns que votaram de forma negativa). Afinal, a redação do §1º do art. 41 da CF não deixa dúvidas: faz menção ao SERVIDOR PÚBLICO (todos aqueles que mantêm vínculo de trabalho profissional com a Administração Pública).

    Robson Matuella 22/06/2021
    0
  • Ponto positivo: Se não serve à sociedade, devemos ter a oportunidade de um "servidor" que o faça com eficiência.

    Cristiane Momesso 01/11/2019
    1
  • Ponto negativo: Deve haver avaliação periódica dos cargos comissionados, pois são esses os que NÃO TRABALHAM! A avaliação também deve ocorrer dos subordinados em relação ao chefe, pois somente o chefe avaliar seus subordinados gera perseguição política.

    Bruna Seabra 26/10/2019
    2
  • Ponto negativo: Claro que isso é ajuste fiscal com o nome carinhoso de "avaliação de desempenho". Os políticos quebram a administração pública e depois querem botar a culpa no servidor e ainda por cima jogam a população contra eles.

    Lucas Stauffer 30/05/2019
    1
  • Ponto negativo: Deveria ser estendido aos cargos comissionados também. Da mesma forma que há a necessidade da criação do "recall de mandato" dos eleitos.

    Guilherme Miranda 02/04/2019
    5
  • Ponto positivo: Tal qual à iniciativa privada, o funcionarismo público deve manter-se produtivo e apto às funções.

    Guilherme Miranda 02/04/2019
    3
  • Ponto positivo: Excelente e essencial. Isso incentiva o bom trabalho na esfera pública.

    Matheus F. Reis 15/03/2019
    2
  • Ponto negativo: Todo o projeto é negativo, clara perseguição ao servidores efetivos. Deveria haver avaliação periódica dos cargos comissionados por indicação política e também para o autor desse projeto perseguidor.

    Rodrigo Martins 13/03/2019
    3
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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  3. PL 6149/2025

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  5. REQ 308/2026 CSPCCO

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  6. PL 2386/2023

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