Enquete do PL 1171/2019

Resultado

Resultado parcial desde 26/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 139 52%
Concordo na maior parte 4 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 7 3%
Discordo totalmente 119 44%

O que foi dito

Pontos mais populares

Cursos na área de Saúde tem que ser presencial. Via ead é só para conhecimento.

Assinante Milton Alves dos Santos 02/10/2019
10

Absurdo, vai atender somente as entidades de classe e prejudicar aos alunos que não tem condições de cursar presencialmente por motivos econômicos ou de necessidade de trabalho. Um desserviço ao cidadão.

Jander Ladeira 25/11/2021
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 45 encontrados.

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  • Ponto negativo: Quando se trata se cursos voltados a área de saúde, sou totalmente contra modalidades que não sejam a presencial....

    everton santos 15/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Pessoas foemadas sem habilidad

    charlemendesfreitas 15/03/2023
    0
  • Ponto negativo: Os ensinos presenciais nem são prepararos e vistoriados como devem. E imaginem o Ead! Sem estrutura a maioria dos estados nem laboratórios, nem campo de estágios, nem docentes habilitados...nem Internet de qualidade pra tais plataformas de ensino. Sou contra e poderiamos elencar inúmeras justificativas

    Jocicleide Furtado 29/12/2022
    0
  • Ponto negativo: O ensino a distância veio para trazer mais oportunidades, para somar e não para dividir. Invés do conselho profissional ir contra o curso natural da modernidade e tecnologia porque não propõe e sugere melhorias, porque não fiscaliza mais para garantir que os profissionais estejam atuando bem, aliás esta é a sua função. Para se obter o licenciamento de um curso não é caminho fácil e o profissional não nasce pronto após receber o diploma. Ele estará apenas começando sua carreira. EAD é solução.

    Ariane Cristina Berti 14/09/2022
    0
  • Ponto positivo: Os cursos, tanto presencial ou ead, dependem do sucesso o esforço do aluno e não sua modalidade, muitos se formam no presencial e nada sabem e as nunca vão ser bons, pois não são pró-ativos e nem amam a profissão, então tudo depende do aluno e de como vai se portar no mercado na prática, pois é a prática que faz o bom profissional.

    Georgeao Anapolino 03/09/2022
    3
  • Ponto negativo: Antes só existiam cursos presenciais e sempre se formaram bons e péssimos profissionais em todas as áreas. E qual seria a justificativa para isso? O que tem que haver é a fiscalização para garantir que existam as aulas práticas necessárias.

    Global Garden Center 02/09/2022
    5
  • Ponto positivo: Quando se trata se cursos voltados a área de saúde, sou totalmente contra modalidades que não sejam a presencial....

    Regiane Gonçalves 22/07/2022
    0
  • Ponto positivo: Existe uma grande diferença entre curso totalmente online e o semipresencial, o semipresencial tem todas as aulas praticas presenciais. Fora o acesso há muito conteúdo que o Aluno recebe.

    Stefane Rodrigues 16/05/2022
    4
  • Ponto negativo: Discordo totalmente, não faz sentido algum não liberar o ensino a distância no formato EAD. Acabamos de sentir na pele pós pandemia Covid 19 que o ensino a distância e trabalho remoto foi uma das soluções para manterrmos esse país funcionando. Pensar em não aderir o ensino EAD é um retrocesso para crescimento do nosso país. Vamos acordar meu povo, países desenvolvido como por exemplo os Estados Unidos utilizam esse formato de plataforma de ensino EAD. Att., RN

    Renato Nascimento Santos 16/05/2022
    6
  • Ponto positivo: 100% online não concordo, mas eu mesmo fiz arquitetura e tive laboratório de estudos e pesquisa de campo pela unopar semi presencial, diferente do que estão divulgando nas redes sociais que todo Ead é igual! E o que fazer então em relação os formandos do presencial durante a pandemia?? O CAU vai negar também!

    Edimarques Pereira 16/05/2022
    3
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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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  5. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição