Enquete do PL 1113/2019

Resultado

Resultado parcial desde 25/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 23 35%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 6 9%
Discordo totalmente 37 56%

O que foi dito

Pontos mais populares

Ferramenta como outra qualquer que nescessário for o uso deve se usar podendo ser uma ferramenta que transmita estímulos positivo assim como uma máquina de fisioterapia que emite ondas elétricas e não choque, que diz choque desconhece do assunto, sem falar que ejaculadores elétricos são usados na agropecuária para coletas de semem que tal se preocuparem mais em ouvir profissional da área do que os "achistas" de plantão???????????

Flávio Cilli Zootecnista 28/10/2020
7

Perpetua a prática de proibir tudo. Desperdiça a oportunidade de educar treinadores. Estimula a burla e o contrabando. Prejudica os que fazem uso consciente do choque.

Paulo Giorgi 21/06/2019
8

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Exibindo resultados 1 a 10 de 19 encontrados.

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  • Ponto negativo: Não há ponto negativo, exceto pelo “barulho” de “profissionais” do comportamento que não se atualizam da forma devida. Assim como um médico não pode mais fazer lobotomia e um professor não pode mais usar palmatória, um adestrador não poderia utilizar de dor e desconforto como subsídio do ensino.

    ANNA HELGA ENRIQUEZ 05/02/2026
    0
  • Ponto positivo: Política baseada nos mais recentes estudos sobre comportamento animal. Grandes instituições como a IAABC e a CCPDT já repudiam o uso de ferramentas e em alguns países elas já são proibidas. Também irá tirar do mercado profissionais ruins que baseiam o aprendizado na punição.

    ANNA HELGA ENRIQUEZ 05/02/2026
    0
  • Ponto positivo: Fim do amadorismo perigoso: Muita gente compra um enforcador no pet shop e acha que "dar trancos" é adestrar. Sem a ferramenta, o tutor é obrigado a buscar entender a psicologia do cão em vez de apenas tentar "controlar na força".

    SANDRO DOS SANTOS STOCCO 05/02/2026
    1
  • Ponto negativo: Cães com alto drive e reatividade extrema: Existem cães com genética muito forte ou histórico de agressividade severa onde as ferramentas funcionam como um "freio de mão" de segurança. Sem elas, alguns treinadores temem que esses cães se tornem "ingovernáveis" para o tutor comum.

    SANDRO DOS SANTOS STOCCO 05/02/2026
    0
  • Ponto positivo: Recomendado apenas para casos extremos como ferramenta de suporte em casos de cães cegos e/ou surdos como uma ferramenta de comunicação.

    JORGE HERLANDES HEREDIA DOS SANTOS 02/03/2024
    0
  • Ponto positivo: Nenhum, apenas politicagem sem embasamento científico

    Pedro Otávio 06/03/2023
    1
  • Ponto negativo: Além de dificultar o trabalho de adestramento do cão, pode acarretar no aumento do número de abandono e eutanásia de animais. Essa é uma lei sem nenhuma base científica, apesar de citar "vários estudos" (que não são citados).

    Pedro Otávio 06/03/2023
    3
  • Ponto positivo: PL que só invés de ajudar vai agravar ainda mais o abandono de cães e eutanásia de cães no território nacional. Tendo em vista que cães que poderiam ser recuperados por problemas comportamentais induzidos pelos próprios tutores terão um final fúnebre.

    REACT ANIMES E LEGENDAS 17/03/2022
    1
  • Ponto positivo: A coleira é amplamente comercializada em diversos países, tanto que despertou a indústria made in China para a sua produção. Não podem a pretexto de terem encontrado pessoas criminosas que maltratava seus animais e que usavam ou detinham coleiras , subentenderem que a mesma é algo de todo ruim. Assim fosse a água seria criminalizada pelo fato de ser encontrada para uso de ilícitos como veneno e nitroglicerina. Mais inteligência e menos populismo faz bem ao povo que lhes paga muito bem!

    Marcelo Martins 24/11/2021
    3
  • Ponto negativo: Quero lembrar, que até a policia federal, em seu treinamento utiliza arma de choque nos alunos, humanos, para simular uma situação de tensão.

    Lucas Marangoni 12/11/2020
    5
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  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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  4. PL 1559/2021

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  5. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição