Enquete do PL 1105/2019

Resultado

Resultado parcial desde 25/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 48 98%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 2%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Fornecer os devidos direitos aos deficientes com surdez unilateral, pois estão desamparados no momento. Este projeto de lei precisa ser votado o quanto antes, há anos que os surdos unilaterais buscam por um amparo e permanecem no limbo.

Franciele de Jesus 07/11/2019
7

O Pl está parado desde 2019?! Assunto muito importante para quem precisa. Não acredito que haja muita rejeição ou obstáculos ao proposto, de forma que falta fazer andar, aprovar, virar Lei.

Gisa Striquer Bisotto 20/03/2022
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto negativo: Essa PL está parada sem andamento, só eu sei o que passo em questão de bulling e piadas devido a minha deficiência, de naob escutar e ainda nessa pandemia não conseguir nem fazer leitura labial, fora que isso interfere no aprendizado e no mei desenvolvimento profissional e social

    Fabrício Ernani 10/03/2023
    0
  • Ponto negativo: O processo estar parado é absurdo. A maior parte dos PCD não tem condições financeiras de pagar um advogado pra garantir a reserva de vagas, por favor, ajudem a dar esse passo em direção à inclusão

    Emily de Avelar Alves 22/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Finalmente adequaria a interpretação da lei aos orgãos nacionais e internacionais de saúde

    Emily de Avelar Alves 22/08/2022
    0
  • Ponto positivo: Só quem tem perda unilateral sabe o quanto é difícil manter até mesmo uma simples conversa em locais públicos. As repercussões sociais são desde de evitação ao sacrifício da leitura labial para compreensão de uma simples conversa em local ruidoso. Não parece estar muito distante das limitações da perda bilateral.

    Leo Borges 21/08/2022
    0
  • Ponto positivo: A perda auditiva, mesmo que unilateral, afeta tremendamente a vida de qualquer pessoa. Atualmente, quem tem perda auditiva unilateral é excluído duplamente: tanto por não se enquadrar nos níveis de audição de quem não tem perda e também por não possuir "perda auditiva o suficiente" para ter seus direitos de acessibilidade protegidos por lei. É urgente aprovar esse projeto de lei!

    Anna Bárbara Serejo 19/08/2022
    1
  • Ponto positivo: A perda auditiva unilateral traz muitos transtorno para quem tem tal problema, por isso esse projeto de lei é muito importante.

    Jean Carlos de Paiva 01/04/2022
    3
  • Ponto positivo: Em pessoas com perda auditiva em rampa, a compreensão de fala é bastante difícil e sons agudos são praticamente inaudíveis! Levando em consideração a lei atual, muitas dessas pessoas não são consideradas deficientes auditivos por não possuirem perda mínima de 41db na frequência de 500Hz sendo que nas frequências de 1, 2 e 3khz essa perda pode chegar a 80db ou mais. Essa PL torna mais justa a caracterização do deficiente auditivo pois leva em consideração a médias das frequências aferidas!

    Felipe Campos de Santana 31/03/2022
    3
  • Ponto negativo: O Pl está parado desde 2019?! Assunto muito importante para quem precisa. Não acredito que haja muita rejeição ou obstáculos ao proposto, de forma que falta fazer andar, aprovar, virar Lei.

    Gisa Striquer Bisotto 20/03/2022
    3
  • Ponto positivo: Deficiência para mim nao se discute sendo ela qual for!

    Afonso Henrique de oliveira 22/02/2022
    3
  • Ponto positivo: Houve um retrocesso na lei ao considerar surdes somente no caso bilateral e este equivoco deve ser corrigido. Hoje em dia a surdez unilateral nao tem respaldo da Lei e da CF

    Lucimar de Souza Rios 15/01/2022
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.