Enquete do PL 1043/2019

Resultado

Resultado final desde 21/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 400 3%
Concordo na maior parte 93 0%
Estou indeciso 6 0%
Discordo na maior parte 95 0%
Discordo totalmente 22.567 97%

O que foi dito

Pontos mais populares

Nenhum. Quem promove essa PL desconhece totalmente a realidade da rotina de trabalho dos bancários. O horário de atendimento ao público não limita o horário de trabalho, que é muito maior. E com a digitalização dos serviços, a necessidade de atendimento presencial é cada vez menor. A proposição é de um total absurdo e partiu de uma tremenda ignorância por parte de quem a propôs e defende.

Rodrigo Sousa 23/09/2021
637

Desnecessário, haja visto as várias formas de autoatendimento disponibilizadas aos clientes pelas instituições financeiras e pela tendência cada vez maior de “digitalização” dos bancos.

Juliano Augusto 11/04/2019
478

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 1571 encontrados.

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  • Ponto positivo: Muitas pessoas não tem tempo de ir em agências bancárias durante a semana de segunda a sexta, e uma boa parte dos serviços deles tem que pessoalmente nas agência, você tenta falo SAC e é impossível, muitos deles desligam ou demoram excessivamente para responder. Exemplo perguntam seu nome e fica de 10 a 20 minutos para responder no chat.

    Tio Adriano 23/02/2024
    0
  • Ponto positivo: O ideal seria facultar aos bancos abrir aos sábados e domingos. Assim, o cliente iria escolher o melhor banco para ter sua conta também pelo critério de disponibilidade de agências/pontos abertos. Só beneficia os clientes e quanto aos funcionários, ganhariam horas extras... Ou não querem trabalhar?

    Júlio César Gonçalez Becker 27/08/2023
    0
  • Ponto negativo: Que tal o nobre deputado propor a extensão da sua jornada de trabalho para além dos três dias semanais?

    João Paulo Citelli 23/08/2023
    5
  • Ponto negativo: A maioria das transações se podem fazer por aplicativos ou pela Internet, na página do banco. E quem quer atendimento presencial que se programe para ser atendido nos horários oferecidos pelos bancos. E digo mais: em função da automação e da informatização, tanto os dias, quanto os horários/dia, devem ser reduzidos. P.E.: bancos e bancários só funcionam/trabalham nos dias de segunda e terça, quinta e sexta. E ao invés de 6h como é aqui no RS (das 10h às 16h) deve ser 4h, das 10h às 14h.

    MICHEL EDUARDO DA SILVA MARTINS 09/04/2023
    1
  • Ponto negativo: A abertura de agências aos fins de semana demanda um aporte de segurança Institucional e Pública, a fim de garantir a segurança das agências bancárias e clientes, vez que estaria sujeita ao maior risco de abordagens criminosas externas. Registre-se que os Bancos já disponibilizam caixas eletronicos para retirada de dinheiro em especie e pagamentos on line, além de suporte via whatsup, sendo desnecessário e oneroso a abertura das agências aos finais de semana.

    Paula V P da Costa 14/03/2023
    6
  • Ponto positivo: O ponto positivo seria ter um trabalho essencial disponível. Qualquer um que precise resolver um problema bancário (depois e amargar tentando solucionar pelos "canais alternativos"), atualmente precisa perder um dia de trabalho para se encaixar no expediente deles. Eu preciso pagar uma semana de horas com a mina rotina pra conseguir ir na agência pegar um cartão que não chegou. O expediente atual não é razoável e nem se adequa a rotina de ninguém.

    Mariza Vasconcelos 10/02/2023
    3
  • Ponto positivo: Em vez de criar o trabalho bancário nos finais de semana, o correto seria aumentar o horário de atendinento nas agências com dois turnos de trabalho, com jornada de 6 horas diárias, permitindo que as pessoas organizem melhor seu acesso às agências e promovendo mais vagas de trabalho num setor em que os banqueiros ganham fortunas todos os anos explorando os bancários e a população.

    Octacilio 07/12/2022
    8
  • Ponto negativo: O funcionamento dos bancos nos finais de semana, além de explorar mais ainda os bancários em sua atividade extremamente estressante sem o devido descanso semanal, exige uma infraestrutura de segurança pública e privada, transporte de valores, de sistema nacional de compensação e demais atividades, inclusive de serviço público pelo BACEN e outros órgãos controladores, que não justifica tal medida. Além do que, as transações de pagamento continuam funcionando no final de semana.

    Octacilio 07/12/2022
    9
  • Ponto negativo: Não há sentido. São poucas as transações que precisam ser feitas nas agências bancárias. A grande maioria pode ser acessada de um celular ou computador, no conforto de sua casa. Abrir de sábados e domingos significará só uma coisa: Aumentar ainda mais os lucros dos banqueiros e mais gente ligando enchendo o saco para me oferecer cartões, seguros e outras tranqueiras!

    Sidney Alves Junior 05/12/2022
    5
  • Ponto positivo: A população necessita de uma ampla rede de atendimento de suas demandas seja na saúde, na educação, nas finanças, etc., mas é preciso otimizar, buscar eficiência e qualidade na prestação principalmente de serviços básicos. A tecnologia está aí disponível para ser ampliada e utilizada a serviço da população. Pode-se buscar eficiência com os recursos disponíveis atualmente mas que sejam bem utilizados e que atinjam os beneficiários finais.

    Luciano Martins 05/12/2022
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 2332/2022

    Altera a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 (Estatuto do Servidor Público Federal), para permitir que servidor público possa ser microempreendedor individual (MEI).

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei