Enquete do PL 1019/2019

Resultado

Resultado parcial desde 21/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 338 55%
Concordo na maior parte 18 3%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 12 2%
Discordo totalmente 251 40%

O que foi dito

Pontos mais populares

O cidadão deve portar sua arma em todo território eu deve ser responsável pelos os seus atos.

Wanderley Cardoso 21/02/2019
64

Chega de tanta restrições para cidadão

Adriano # Adriano 21/02/2019
23

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 71 encontrados.

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  • Ponto negativo: Essa PL NÃO é para os "cidadãos de bem" terem porte de arma, não é sobre isso e sim porte para caça. LEIAM E SE INFORMEM antes de dar opinião repassada sem pensar. "O caçador – com exceção dos menores de 21 anos – poderá adquirir armas, munições e equipamento de recarga para uso EXCLUSIVO na atividade de caça, de controle ou de abate de espécies de animais". Caçar é tão ultrapassado!!!

    Catharina Guedes Santos 12/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Não dêem abertura para a legalização da caça!! NENHUM animal deve morrer por ENTRETENIMENTO primitivo. Tomem vergonha na cara, em pleno século 21 não têm nada melhor para fazer? Qual a necessidade de caçar animais por diversão???? DISCORDO COMPLETAMENTE.

    Catharina Guedes Santos 12/07/2021
    0
  • Ponto negativo: É inaceitável em pleno século 21 ainda existe indivíduos com instinto tão primitivo como este da caça esportiva! O meio ambiente precisa viver em equilíbrio para não termos doenças como febre amarela, zika, e outros riscos a nossa saude!

    Claudia Garcia Duarte 23/12/2020
    1
  • Ponto positivo: O Cac está sob regida doutrina quanto a segurança e manuseio de arma de fogo. Treina com frequência, é atestado por profissional da psicologia como apto a portar arma de fogo. Sem contar que é direito do cidadão de bem, sua auto defesa.

    Adalberto T 14/07/2020
    4
  • Ponto positivo: O cidadão de bem quando armado tem condições de tapar o buraco deixado pela segurança pública deste país!

    Rodrigo Costa de Oliveira 14/07/2020
    4
  • Ponto positivo: Ninguém te obrigará a andar armado, o que não deve haver é a privação de quem assim deseja fazê-lo. O cidadão honesto deve ter o direito de escolha, e caso queira, ter uma ferramenta que permite equalizar forças ou ao menos ter chance de dignidade de defender seu patrimônio, sua vida e de seus familiares. Liberdade de escolha. Se fizer mau uso ou desviar a finalidade que arque com as consequências da justiça.

    Guilherme Gallo Ortiz 14/07/2020
    3
  • Ponto positivo: Proteção ao esporte e do acervo

    José Eduardo Daré 14/07/2020
    3
  • Ponto positivo: Os cac's passam por vários requisitos para poder conseguir seu registro e também conseguir comprar seu armamento, nós somos atiradores, pessoas de bem, não possuímos passagens criminais e estamos dentro da lei.

    ARTHUR FURIGO 13/07/2020
    11
  • Ponto negativo: Chega de tantas restrições ao cidadão de bem com nome e cadastro regular.

    Fausto Martins Borba Júnior 13/07/2020
    10
  • Ponto positivo: Quem passa por exame técnico, psicotécnico, não tem antecedentes e tamanha burocracia entre tantos outros procedimentos, merece exercer o tiro esportivo assim como está preparado para sua auto defesa.

    Fausto Martins Borba Júnior 13/07/2020
    13
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.