Enquete do PL 984/2019

Resultado

Resultado parcial desde 20/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 95 4%
Concordo na maior parte 7 0%
Estou indeciso 8 0%
Discordo na maior parte 17 1%
Discordo totalmente 2.379 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

Isso só vai agravar a crise hídrica do Rio Iguaçu, além da estrada se tornar um caminho para a retirada ilegal de madeira, como vemos acontecer no entorno das estradas que passam por atrás preservadas. O local é uma área de mata contínua importante, de positivo não tem nada.

Ana Carolina Volpato Correia 04/06/2021
39

Alem de ameaçar a biodiversidade brasileira, a obra pretende destruir um patrimônio da humanidade por lucro! Nós brasileiros e brasileiras não aceitaremos. Parem de nos destruir a troco de commodities, parem de vender o Brasil!

Kelly Oliveira 01/06/2021
163

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Exibindo resultados 1 a 10 de 294 encontrados.

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  • Ponto positivo: Importante a preservação histórica

    Erica de Menezes 19/07/2022
    0
  • Ponto negativo: A pressão dos ruralistas é cega: cortar o parque ao meio para diminuir em uma hora (79 kms) o trajeto que os caminhoneiros levam pra contornar a área. Não se trata de qualquer área de proteção, estamos falando de um parque que é considerado Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. Esse cr1m3.disfarçado em PL ameaça a biodiversidade de toda unidade, lixo, atropelamentos e mortes de animais já em extinção!! #naoaestradadocolono #chegadedestruicao #maisrespeitoaomeioambiente

    Mariana Miyamoto Johns 24/05/2022
    0
  • Ponto positivo: Se a estrada for contruída totalmente suspensa, todos os animais e fauna continuarão intatactas lá embaixo, coisa de 20m acima do solo. São apenas 17km, isso não é problema para a engenharia! As pessoas que precisam se deslocar entre as cidades circunvizinhas, precisam andar 180km! Tecnologia, educação e bom senso resolvem essa questão!

    Fabio Wasem 25/02/2022
    0
  • Ponto positivo: Projeto é uma piada! Não beneficia a ninguem….só trará destruição

    ygjd6pbr9p 15/09/2021
    0
  • Ponto negativo: implica na destruixao da Mata Atlantica!

    Marcus S. Wolff 22/07/2021
    0
  • Ponto negativo: Não há motivos legais e técnicos que justifiquem mais desmontes da natureza brasileira, especialmente nas Unidades de Conservação. Há ainda uma grande necessidade de criação, regeneração e fomento para novas unidades de conservação da natureza para melhoria e proteção de todas as formas de vida do nosso Brasil e mundo.

    Gustavo Luiz Dal Cin 21/07/2021
    1
  • Ponto positivo: Há que se conciliar atividade econômica e conservação. O modelo de Estrada Parque existe nos EUA e na Europa. Temos que aprender a nos comportar dentro de uma unidade de conservação, mas temos que praticar.

    Paulo Brandao 21/07/2021
    1
  • Ponto negativo: Mais desmatamento, cortar o parque coloca em risco a última grande reserva da Mata Atlântica.

    Irene Souza 20/07/2021
    2
  • Ponto negativo: Uma estrada cortando um parque de conservação ambiental rasga o ecossistema da região ao meio, além de abrir precedentes para a abertura de estradas em qualquer outra área de conservação do país.

    Alexandre Cardoso Garcia Leite 24/06/2021
    3
  • Ponto positivo: O único ponto positivo é econômico. Contudo, o Estado não pode legislar pensando apenas no mercado econômico do país, hás externalidades negativas da construção de uma rodovia cortando uma área de preservação é incalculável.

    Alexandre Cardoso Garcia Leite 24/06/2021
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.