Enquete do PL 832/2019

Resultado

Resultado parcial desde 14/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 12.178 45%
Concordo na maior parte 359 1%
Estou indeciso 56 0%
Discordo na maior parte 236 1%
Discordo totalmente 14.543 53%

O que foi dito

Pontos mais populares

Diploma de direito reconhecido pelo MEC resulta em Profissão de Advogado .

Anderson Pessanha 15/02/2019
185

Mercado ja desqualificado e desvalorizado. Sem exame essa questão ira piorar mais ainda!

Marco Antonio Carmignani 15/02/2019
296

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 2915 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: A aprovação do pl832/2019 vai aumentar a oferta de mão de obra qualificado para serviços advocatícios e consequentemente vai abaixar os preços de serviços advocatícios para empresas que depende muito desses serviços em função da grande burocracia que existe no país.

    RAFAEL HUBNER 26/03/2026
    0
  • Ponto positivo: Diante do exposto, a extinção da exigência do Exame de Ordem para a inscrição de advogados na OAB se mostra como uma medida que não apenas facilita o acesso à profissão, mas também valoriza a formação acadêmica, promove a inclusão social e se alinha às novas demandas do mercado jurídico. Assim, este projeto de lei deve ser considerado favoravelmente, pois representa um avanço significativo na modernização da advocacia brasileira e no fortalecimento do direito de acesso à Justiça.

    RAMON JUNIO PEREIRA DOS SANTOS 16/10/2024
    2
  • Ponto positivo: Este Exame apenas demonstra o parasitismo dessas duas entidades, são milhões de reais anualmente com a taxa da prova, confirmando que a FGV arrecada a rodo, então qual interesse dela é da OAB pra acabar com o exame? Nenhum, então eu apoio o fim do exame parasita. Outra que a vocação é competência dos advogados não se mede por essa prova.

    EDUARDO RODRIGUES DE OLIVEIRA 15/10/2024
    1
  • Ponto negativo: Se mantido o Exame da Ordem, estamos diante de uma grande contradição na qual o estudante passa por 5 anos de estudos, é avaliado, também tem a instituição avaliada, é submetido ao estágio podendo até tirar a Carteira de Advogado Estagiário na OAB para, depois de tudo isso, submetê-lo a duas etapas de provas (sempre com muitas questões anuladas, ou ao menos anuláveis, além de prova prática com interpretações , no mínimo, polêmicas). Isso tudo sem citar o valor absurdo do certame.

    RENAULTPHILLIPS DE ARRUDA PITANCO MOURA 21/02/2024
    1
  • Ponto positivo: Há de se falar, a priori, de que o referido Exame não era realizado antigamente e, mesmo assim, o mercado, as instituições e a própria história do Direito brasileiro trazem uma lista gigantesca de grandes juristas, de modo que não é o Exame capaz de assegurar um mercado jurídico melhor ou pior. Esse projeto traz a confirmação de que o Bacharel em Direito pode iniciar suas atividades na advocacia, sem asteriscos.

    RENAULTPHILLIPS DE ARRUDA PITANCO MOURA 21/02/2024
    1
  • Ponto positivo: Sou professor ver quanto que pago de imposto para o governo federal e a OAB sus generis não paga impostos, e ainda me cobra um exame para ver se estou qualificado a CF88, esta podre e so ler esta lá, eles vem com esssa hermeneutica juridica, onde que isso funciona so no Brasil, quem se prevalece com essas impunidades e o crime organizado, não se investe em educação esta ai o reflexo da impunidade.

    Ronaldo de Oliveira Santos 09/02/2023
    5
  • Ponto positivo: Estudamos por 5 anos, provas,TCC,estresse para no final ainda ter que ser exposto a uma nova avaliação sendo que esta,caso a não aprovação priva o seu direito em trabalhar na profissão que você escolheu e estou muito para assim poder exerce-la. É de tamanha falta de respeito. Sendo que a pressão para fazer a 1 fase com oitenta questões e se já não bastassem tudo isso temos a segunda fase do exame. Oi seja apenas uma máquina de ganhar dinheiro e nós bacharéis ficamos com as mãos atadas .

    SUE ELLEN MONTEZANO DA SILVA 17/01/2023
    6
  • Ponto positivo: Após estudar 05 anos e concluir o curso de Direito o aluno deve estar apto a exercer a profissão que escolheu e se dedicou por 05 anos. A não exigência da prova aumentará o número de profissionais no mercado. A entidade de classe (OAB) tem todas as prerrogativas definidas em lei para possa fiscalizar o exercício do profissional de Direito. Tomando as devidas medidas cabíveis para os maus profissionais.

    Carlos Alberto Schroeder 12/01/2022
    7
  • Ponto negativo: A prova elaborada pela FGV não qualifica o profissional. A prova prática não mede a capacidade do examinando de raciocínio. Uma vez que já tem gabarito correto e não abre ao contraditório. Se no dia a dia da profissão fosse como na prova da ordem, não haveria necessidade do contraditório, pois só há uma resposta correta para a questão. Dessa forma, a resposta para a questão é apenas a que o examinador decidiu e não abre possibilidades diferente. Só ha um lado. A do examinador.

    Carlos Alberto Schroeder 12/01/2022
    1
  • Ponto negativo: Acho negativo a falta de ânimo desses formandos, não agem em prol de seus direitos, quantidade de Bacharéis de Direito no Brasil é altíssima e acho uma vergonha somente essa quantidade de pessoas falando e decidindo pela vida de milhares de pais de família que demoraram anos para se formar, uns até se suicidaram por não ter conseguido advogar enquanto que 2, 3 privam o exercício da função e ainda falam ser pela defesa da população.

    ALEX PEREIRA DE ASSUNCAO 02/12/2021
    1
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.