Enquete do PL 791/2019

Resultado

Resultado parcial desde 13/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 236 31%
Concordo na maior parte 9 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 8 1%
Discordo totalmente 509 67%

O que foi dito

Pontos mais populares

Regulamentação de profissionais que se dedicaram em pós-graduações durante a vida toda para obter um título condizente com suas áreas de pesquisas!

Davi Attanazio 21/02/2019
21

Descarta profissões que atuam nessa atividade desde seu nascedouro, como os profissionais da geologia, e posteriormente, biologia. Desestimulando e penalizando jovens q tenham interesse na area. Não existem profissões obtidas com Pos Graduacao ou Experiencia, isso configura especialização ou atividade; e uma brutal reserva de mercado. 04/07/2023

Marjorie Cseko Nolasco 04/07/2023
40

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 29 encontrados.

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  • Ponto positivo: O reconhecimento da profissão vai trazer mais empregos. Vai fazer com que a gente possa exigir que seja obrigatório ter estudos paleontológicos antes de um emprendimento. Isto vai evitar que muitos fósseis importantes sejam destruídos.

    Melquizedeque Amaral Castro 06/07/2023
    1
  • Ponto negativo: Essa proposta descarta profissões que atuam nessa atividade desde décadas passadas (Naturalistas, Geólogos, Engenheiros Geólogos e Biólogos). Desestimula jovens que teriam interesse nessas àreas, esperariam um tempo enorme até terminarem os mestrados e doutorados para atuarem na paleontologia. Enquanto isso, paleontólogos aposentariam, quem vai restar nessa área? Não existem profissões obtidas com Pos Graduacao, isso configura especialização ou atividade. Isso seria desleal reserva de mercado!

    Rose Hoff 05/07/2023
    5
  • Ponto negativo: será um total desestímulo a jovens se tornarem paleontólogos no Brasil, pois, precisarão estudar mais de 20 anos (ensino fundamental + ensino médio + graduação + mestrado ou doutorado), além de comprovar outros 2 a 5 anos de experiência profissional. Nem para ser médico há uma exigência tão absurda.

    HENRICK BRENNER PEREIRA BRANDAO 05/07/2023
    6
  • Ponto negativo: Este PL propõe transformar uma atribuição de 2 profissões existentes e regulamentadas no país (geologo e biologo) em profissão. Como não existe o curso de graduação em Paleontologia no Brasil, atribui a profissionais com pós-graduação. Porém, também não existe Programa de Pós-graduação em Paleontologia, tudo o que existem são linhas de pesquisa na área. Assim, em sua essência, já não é nem razoável.

    Milene Figueiredo 05/07/2023
    9
  • Ponto positivo: Regulamentar a profissão de paleontólogo vai corrigir distorções observadas atualmente nas atividades de consultoria e assessoria técnica (o que chamam inapropriadamente de Paleontologia de Contrato), com pessoas não habilitadas, sequer qualificadas, exercendo essa atividade de forma irregular, num claro exercício ilegal de profissão.

    Celso Ximenes 04/07/2023
    2
  • Ponto positivo: Não leva em consideração todo legado histórico de geólogos e biólogos que trabalham em paleontologia

    joana sanchez 04/07/2023
    1
  • Ponto negativo: Calcanhar de Aquiles do PL: Falta definir o(s) Conselho(s) de Classe que fiscalizará(ão) o exercício profissional dessa nova profissão.

    Celso Ximenes 04/07/2023
    3
  • Ponto positivo: Reconhecer especialidades profissionais como uma nova profissão é um caminho natural no mundo do trabalho e há muitos precedentes, que foram reconhecidas como profissão e até provocaram a abertura de cursos de graduação. Exemplos: Geofísica (oriunda da Geologia); Ecologia e Oceanografia (oriundas das Ciências Biológicas); Eng. Ambiental, Eng. Sanitária e Eng. de Produção (oriundas da Eng. Civil); Eng. de Materiais (oriunda da Eng. Mecânica); Arqueologia (oriunda da História e da Antropologia).

    Celso Ximenes 04/07/2023
    3
  • Ponto positivo: Ao contrário de alguns comentários, não interpreto que o PL cria exclusividade profissional para pós-graduados em paleontologia ou elimine atribuições de graduados, pelo contrário: Artigo 2º: "II - dos diplomados em outros cursos de nível superior, ou pós-graduados em áreas distintas da paleontologia..."; Artigo 3º define: "Sem prejuízo do exercício das mesmas atividades por outros profissionais igualmente habilitados na forma da legislação específica...". Portanto, não impede recém formados.

    Celso Ximenes 04/07/2023
    3
  • Ponto negativo: A paleontologia é aplicada em atividades de mapeamento, correlação estratigráfica, análise de bacias sedimentares e exploração de petróleo que são inerentes ao profissional geólogo e, portanto, parte inequívoca de suas atribuições. O projeto exclui esses profissionais e os biólogos e define pós graduação como critério profissionalizante. É um absurdo. o que querem é fazer uma reserva de mercado sem precedentes.

    FABIOLA BENTO DE ANDRADE 04/07/2023
    8
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2386/2023

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  3. PL 824/2026

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  4. INC 1091/2026

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  5. PL 635/2021

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  6. PL 1469/2020

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