Enquete do PL 617/2019

Resultado

Resultado parcial desde 12/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 45 31%
Concordo na maior parte 5 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 7 5%
Discordo totalmente 89 61%

O que foi dito

Pontos mais populares

Repasse as entidades para educação continuada

Ederson Rogerio Antonini 24/05/2019
14

Revogando a obrigatoriedade de eleição para conselheiros, perpetua-se quem tem mais poder, impedindo os novos profissionais de participarem efetivamente do sistema CONFEA/CREA.

Luiz Furigo 04/06/2019
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 21 encontrados.

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  • Ponto positivo: O fortalecimento das entidades de classe reflete na segurança/defesa da sociedade. É na base (municípios) que há a atuação dos profissionais e é lá que deve haver a efetiva fiscalização dos Conselhos.

    SERGIO BARBOSA DE SOUZA 25/03/2021
    2
  • Ponto negativo: Excluir a escolha do profissional, principalmente do interior do estado de eleger democraticamente um representande da sua Entidade de Classe no seu Conselho Estadual.

    Suzel Magali Vanzellotti Leite 10/06/2019
    0
  • Ponto positivo: Fortalecer as Entidades de Classe com o repasse de 16%

    Suzel Magali Vanzellotti Leite 10/06/2019
    0
  • Ponto negativo: Falta de representatividade das categorias com menos profissionais

    Yan Bastos 10/06/2019
    0
  • Ponto negativo: Retirar o Direito legal das Associações, registradas nos Conselhos Regionais, de eleger os Conselheiros Regionais, pela proposta de Revogar o artigo 62 da Lei 5194/1966.

    Paulo Sergio Saran 09/06/2019
    1
  • Ponto positivo: Autorizar o repasse de parte dos recursos arrecadados para as Entidades de Classe/Associações, pela proposta de alterar o artigo 36 da Lei 5194/1966.

    Paulo Sergio Saran 09/06/2019
    1
  • Ponto negativo: Eleição de conselheiros regionais - revogação do artigo 62

    Valmor Pietsch 07/06/2019
    0
  • Ponto negativo: Retirar a representatividade das associações de classe no conselho do sistema CREA/CONFEA.

    Adilson 07/06/2019
    0
  • Ponto positivo: Transferir recursos do sistema CREA para a entidades de classe que é quem mantém o sistema.

    Adilson 07/06/2019
    1
  • Ponto negativo: Revogação do art. 62

    Pedro de Almeida Salles 07/06/2019
    1
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  2. PL 1027/2025

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  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 8256/2014

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  5. PL 1005/2026

    Extingue a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), criada pela Lei nº 8.029, de 12 de abril de 1990, e dispõe sobre a transferência de suas funções.

  6. PEC 3/2026

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/26 altera a base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que passaria a considerar apenas o peso do veículo, e não mais o valor de mercado. A proposta, que é apoiada por 204 deputados, está em análise na Câmara dos Deputados. O texto também estabelece um teto para a cobrança do imposto: o valor total não poderá exceder 1% do valor de venda do automóvel. Além disso, a PEC autoriza os estados a criarem descontos para veículos menos poluentes. Atualmente, o IPVA é cobrado pelos estados com base no valor de mercado do veículo (Tabela Fipe), com alíquotas que variam entre 1% e 4%. Limites de gastos públicos Além da mudança tributária, a proposta impõe novos limites para despesas da máquina pública: Publicidade: gastos com propaganda institucional de todos os poderes e do Ministério Público — abrangendo União, estados, Distrito Federal e municípios — ficam limitados a 0,1% da Receita Corrente Líquida. Fica proibida a publicidade de caráter promocional ou pessoal. Legislativo e tribunais de Contas: a despesa total desses órgãos (incluindo o Congresso Nacional, Assembleias Legislativas estaduais e a Câmara Legislativa do DF, além dos respectivos tribunais de Contas) não poderá ultrapassar 0,4% da Receita Corrente Líquida do respectivo ente federativo. Se esses limites forem descumpridos, o órgão ficará proibido de criar novas despesas, conceder reajustes ou contratar pessoal até que se enquadre novamente. Justificativa Os autores argumentam que o modelo atual do IPVA é uma anomalia, pois taxa continuamente um bem que se desvaloriza. Eles citam exemplos de países como Estados Unidos e Japão, onde a tributação considera critérios físicos (como peso) e não o preço. Sobre os gastos públicos, a justificativa aponta para a "inexistência de limite constitucional específico para as despesas do Poder Legislativo e dos tribunais de Contas", o que permite um crescimento orçamentário "desconectado da realidade fiscal". Próximos passos A PEC 3/26 será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) para análise da admissibilidade. A proposta será submetida em seguida a uma comissão especial, onde precisará ser aprovada por maioria simples, e depois segue para apreciação do Plenário. Conheça a tramitação de propostas de emenda à Constituição