Enquete do PL 246/2019

Resultado

Resultado parcial desde 04/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 505 94%
Concordo na maior parte 3 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 29 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

Escola é lugar de aprender matemática, idiomas, geografia, história, artes, enfim conhecimentos gerais. Não é local de formação de militantes políticos. Essa forma de atuar nas escolas, impondo uma organização partidária política, é típica de regimes totalitários; não se coaduna com a histórica formação do povo brasileiro.

Cleide Beril Ramos 23/03/2023
14

Escola sem noção e emburrecedora, uma escola tem que ser livre e um ambiente de discussão de tudo. Professor tem o direito de se manifestar. Isto só prejudica a educação.

Cheryl Berno 26/02/2019
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 30 encontrados.

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  • Ponto positivo: Se as crianças crescerem voltadas para alguma ideologia as eleições futuras seram tendenciosas

    Andre Ricardo Silverio de Melo 07/04/2023
    1
  • Ponto negativo: Não existe escola sem partido, quem propõe essa lei já tem um partido em mente que quer que atue sob a escola. Já permeiam os documentos educacionais os ideais (neo)liberais, a escola já tem um partido e querem reforça-lo. É hipócrita, anticonstitucional, imoral esse projeto de lei; toda matéria escolar está embuida de ideologia, que autores e conteúdos foram escolhidos ensinar? Não existe neutralidade. Devemos ensinar respeito a TODOS sem exceção, isso não é ideologia, é ética.

    AMANDA VIEIRA 30/03/2023
    1
  • Ponto negativo: Existem fatores que norteiam a vida humana como as pespectivas historicas, sociais, culturais, economicas, biológica, psicológica, entre outras. Não é possivel a criação de uma "escola sem partido" pois a própria ideia se contradiz ao se afirmar. Ela pressupoe que o ensino neutro é possivel, quando o mesmo é impossivel. A atitude humana se norteia o tempo inteiro por ideias. O que se precisa ter na escola é o DEBATE, incentivo ao pensamento crítico, respeito, liberdade de expressão.

    Nicole Leite 26/03/2023
    0
  • Ponto positivo: É inconstitucional .. e assim sendo já é um erro

    Ana Maria 26/03/2023
    2
  • Ponto negativo: Politizar a educação é artimanha para formar militancia. Tudo na vida nos oferece opções de escolha. Cada um é livre para fazer suas escolhas em qualquer aspecto. É criminosa a intenção de pregar ideologia sem que a formação basica do conhecimento esteja consolidada. O conhecimento nos traz a maturidade para escolher. Sem ideologia nas escolas fundamentais nem nas universidades!!!

    Eleonora Tabajara 24/03/2023
    3
  • Ponto positivo: Sim! Concordo totalmente. Escola é lugar para aprender matemática, português, física e também o lugar onde se deve valorizar os bons costumes vivenciando acontecimentos históricos. As pessoas com suas políticas sujas querem mudar o que Deus deixou para ser preservado.

    Arthur Lintzmayer Junior 24/03/2023
    7
  • Ponto positivo: Escola assim como laica deve ser sem partido. Todos tem o direito de se expressar conforme sua ideologia.

    MarceloSan Santos 24/03/2023
    4
  • Ponto positivo: Devemos acabar com está ideologia de partidos nes escolas .. para com está concepção de levar a alunos a serem influenciados a serem militantes de partidos.

    RENATO DINIZ COSTA 24/03/2023
    11
  • Ponto positivo: Escola é lugar de aprender matemática, idiomas, geografia, história, artes, enfim conhecimentos gerais. Não é local de formação de militantes políticos. Essa forma de atuar nas escolas, impondo uma organização partidária política, é típica de regimes totalitários; não se coaduna com a histórica formação do povo brasileiro.

    Cleide Beril Ramos 23/03/2023
    14
  • Ponto positivo: A escola sem partido é essencial!

    Wallace Emerich Garcia 23/03/2023
    7
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei