Enquete do PL 161/2019

Resultado

Resultado parcial desde 04/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 139 87%
Concordo na maior parte 11 7%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 4 3%
Discordo totalmente 4 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

Combate ao crime. Defesa pessoal. Defesa da mulher. Legalização da venda que hoje é irregular.

Marcos Aurélio 02/09/2019
16

Deveria ser de livre compra e porte, sem registros, papéis etc, pois essas exigências são desnecessárias e encarecerão o spray.

Paloma Moraes dos Santos Cruz 18/11/2019
18

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 26 encontrados.

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  • Ponto negativo: Spray de pimenta é a ferramenta de defesa pessoal não-letal mais eficaz. Ela é capaz de evitar quaisquer tipos de danos físicos ao usuário sem causar a morte do agressor. Será SEMPRE uma ferramenta que respeitará o equilíbrio entre os bens jurídicos em jogo...será a integridade física do agressor, sem risco de morte, sendo sacrificada em nome da integridade física da vítima. Se regulamentado como no texto, aqueles que não puderem comprar o spray utilizarão ferramentas mais letais.

    Thalles Castellani 04/01/2024
    1
  • Ponto negativo: Mulheres são as que mais utilizam esta ferramenta de defesa pessoal, tendo inúmeros relatos de como essa ferramenta evita estupros, abusos físicos e até mesmo homicídios. Ao regulamentar e impor limites à aquisição desse equipamento, haverão menos mulheres com a capacidade de resistir efetivamente a essas situações. Logo, mais mulheres (especialmente adolescentes menores de 15 anos, como o próprio texto especifica) estupradas, violentadas e mortas. Onde está o compromisso com a defesa feminina?

    Thalles Castellani 04/01/2024
    1
  • Ponto negativo: A restrição do uso do spray de pimenta para menores de 16 anos. Hoje adolescentes dos 12 aos 16 anos são vítimas de crimes sexuais e o uso do spray por eles seria de fundamental importância para evitar e diminuir esta modalidade criminosa.

    Assinante 18/05/2023
    4
  • Ponto positivo: A utilização de armas não letais pela população suprirá o vácuo existente entre aqueles que defendem a liberação do uso de armas de fogo e os que defendem sua total restrição e permitirá a substituição gradual do uso destas pelas armas não letais, reduzindo numericamente o número de mortes e oferecendo meio seguro de defesa pessoal aos cidadãos.

    Assinante 18/05/2023
    0
  • Ponto positivo: Devem sim liberar a posse e porte de armas para o cidadão de bem devidamente analisado suas capacidades mentais e emocionais próprias para uso em defesa pessoal.

    Fabio de Souza Ferreira 16/12/2022
    3
  • Ponto positivo: No meu modo de pensar deve ser liberado compra e porte de armas letais e não letais a todo cidadão sem antecedentes criminais e curso teórico mais treinamento para manuseio como por exemplo os feito por vigilantes

    Jose Santos 12/10/2022
    4
  • Ponto positivo: Já passou da hora de aprovar esse projeto ! Brasil não é o país campeão de feminicídios ? que nos deixem então nos defender ! E não adianta falarem que o Estado está aí pra isso, que isso é balela! O Estado não consegue e nunca conseguirá chegar a tempo de não ocorrer o crime. Vamos deixar de hipocrisia.

    Maiara Reinert 02/09/2022
    3
  • Ponto positivo: E inaceitável o tanto de tempo que isso esta demorando para ser aprovado, quantas mortes de mulheres adolescentes nao poderiam ter sido evitada, uma criança de 10 anos sai para comprar pao e nao volta para sua casa, faço aqui meu apelo aos responsáveis pela aprovação desse projeto que agilizem isso, se nao por vcs então pensem na familia de de vcs…

    Maiara 04/08/2022
    3
  • Ponto negativo: Não deveria ser proibido. Quem compra esse tipo de arma quer apenas se defender o mínimo que seja em um país em que bandidos andam bem mais armados do que um simples spray de pimenta, que nem letal é. Ter um na bolsa é o MÍNIMO que estamos fazendo para nos proteger do agressor. Em especial, como mulher, acho que até as adolescentes deveriam ter. Todas as mulheres deveriam ter.

    Ana Clara E. 15/06/2022
    7
  • Ponto positivo: Como mulher, acredito que é uma tentativa que está no alcance da maioria da população feminina, pra tentar ter um pouco mais de segurança, já que pra ter porte de arma e adquirir uma arma requer condição financeira alta, de difícil acesso. Pelo menos assim diminuiria casos de estupro, feminicidio.

    JANYELI ASLAN FERREIRA MENDES 25/05/2022
    2
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).