Enquete do PL 54/2019

Resultado

Resultado parcial desde 04/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.292 98%
Concordo na maior parte 13 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 7 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Tempo para investir em capacitações técnicas e supervisões clinicas com estudo de casos; Qualidade dos atendimentos; melhoria na saúde ocupacional do profissional;

Liria Mikos 16/03/2019
85

Mais que 30h, fica desgastante.

Nirreyle Maria Melo Matias 11/04/2019
69

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 95 encontrados.

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  • Ponto negativo: Não há ponto negativo quando falamos em qualidade de atendimento e desenvolvimento terapêutico. Trabalhamos em outra época em que falamos de empatia e humanização no atendeimento tanto do paciente quanto do profissional. O SUS tem ficado sem profissionais, as pessoas sem assistência desse serviço, devido a carga horária extensa de 40 horas. Precisamos usar de bom senso.

    SAID SAMIRA PEREIRA DE SOUZA 03/01/2025
    0
  • Ponto positivo: Qualidade de vida, qualidade no atendimento, tempo para cuidados em saúde mental, tempo para planejamento, adquirir conhecimento.

    SAID SAMIRA PEREIRA DE SOUZA 03/01/2025
    0
  • Ponto positivo: Precisamos que seja dado andamento neste projeto!! O SUS tem ficado sem profissionais em locais que a carga-horária é 40h. Temos uma demanda muito grande de atendimentos, o que gera um desgaste físico e mental.

    DINAH ELOISA LAGO LONDERO 08/09/2024
    1
  • Ponto positivo: Possibilidade do profissional cuidar de sua saúde física e mental de forma digna.

    Michel Magalhaes D Assuncao 01/05/2023
    5
  • Ponto positivo: Sem uma jornada fixa garantida por lei ficamos a mercê do bom senso (o que, muitas vezes, não reina)... As jornadas de 30h garantem o mínimo para um trabalho humanizado e reflexivo, com uma educação/qualificação/aprimoramento contínuo dos fonoaudiólogos. Se trata de uma necessidade URGENTE!!!

    Vitor Sérgio 03/04/2023
    7
  • Ponto positivo: Além dos atendimentos realizamos em 45 minutos, 1 hora, necessitamos fazer o planejamento dos atendimentos, pensar em estratégias, articular com escola, família e um desgaste mental muito grande. Com uma carga horária de 30 horas seria possível atender com mais qualidade ainda, pois a cabeça e corpo estariam mais disposto para os atendimentos. Uma das poucas categorias da saúde que ainda fazem 40/44 horas semanais. E não tem piso salarial estabelecido, sendo assim pagam o quanto querem.

    Carolina Pegorelli 03/04/2023
    7
  • Ponto negativo: Não existe! Todos necessitam de um olhar humano e de cuidado sob nossas atividades, nossa profissão. Fonoaudiologia não é perfumaria, trabalhamos com vidas! Levamos além de conforto, qualidade de vida, promoção da saúde, manutenção do equilíbrio biopsicossocial desse paciente, dessa família.... Sim a fixação da jornada de trabalho.

    Mirela Cassano B M Cruz 29/06/2021
    4
  • Ponto positivo: Saúde Psíquica e Mental do terapeuta que trabalha diretamente com assistencialismo. A média de atendimento chega a 70 pacientes/atendimentos por semana, sem contar avaliações, orientações aos pais, evolução de prontuários, preparo do terapeuta, estudo e dedicação principalmente à pacientes autistas que requerem muita energia no processo terapêutico. Precisamos cuidar de nós mesmos em primeiro lugar, para que cuidemos dos nossos pacientes com excelência e eficácia.

    Mirela Cassano B M Cruz 29/06/2021
    7
  • Ponto negativo: Não há pontos negativos, pois se tratando da saúde do paciente e do trabalhador, todos serão atendidos com mais qualidade.

    Evelyn Dias 14/01/2020
    5
  • Ponto positivo: Mais qualidade no atendimento do paciente, com profissionais com menores cargas horárias. O profissional precisa constantemente se aperfeiçoar e com cargas horárias excessivas, fica impossível ter uma educação continuada com qualidade devido ao cansaço físico e mental.

    Evelyn Dias 14/01/2020
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.