Enquete do PL 37/2019

Resultado

Resultado parcial desde 04/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 18 53%
Concordo na maior parte 3 9%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 3%
Discordo totalmente 12 35%

O que foi dito

Pontos mais populares

Daria certo Porque ainda temos jovens capacitados educados e com estrema resposibilidade jovens bons não podem ser penalizados por jovens ruins

brunoredelll@gmail.com 20/02/2019
7

Não daria certo por causa da Educação no Brasil que não possibilita que jovens tenham maturidade suficiente para lidar com esse tipo de responsabilidade mesmo estando acompanhado.

Acsa Santos 08/02/2019
0

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Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto positivo: A presença dos pais na educação no trânsito é o melhor caminho para que tenhamos condutores com consciência no trânsito.

    RODRIGO MACHADO SOARES 26/07/2019
    3
  • Ponto positivo: dirigindo acompanhado dos 16 aos 18 aumentaria sua experiencia de transito, para quando for dirigir sozinho, aumentaria também o fluxo de matriculas em autoescolas, gerando emprego, renda, e receita, pelo pagamento de impostos.

    DNATHA MIAZATO DE CARVALHO 29/05/2019
    2
  • Ponto negativo: Acho que ainda não temos responsabilidade (população) para isso, talvez num futuro a médio prazo.

    Edivaldo dos Santos 14/05/2019
    0
  • Ponto positivo: Em alguns casos seria benefico à família que desejaria ensinar seus filhos a dirigir.

    Edivaldo dos Santos 14/05/2019
    2
  • Ponto positivo: Os adolescente com 16, uma vez acompanhados, passariam a ter as orientações sobre as regras de trânsito com um pai ou uma mãe que, com certeza, passaram valores e orientações que seriam assimiladas pelos adolescentes de forma melhor que nas auto escolas.

    Alessandro Calistro 07/04/2019
    1
  • Ponto positivo: Assim como tem jovem que conduz veículos sem habilitação, há jovens que tem responsabilidade que espera para ter sua cnh

    Breno Santos Nogueira 02/03/2019
    1
  • Ponto positivo: Daria certo Porque ainda temos jovens capacitados educados e com estrema resposibilidade jovens bons não podem ser penalizados por jovens ruins

    brunoredelll@gmail.com 20/02/2019
    7
  • Ponto negativo: Não daria certo por causa da Educação no Brasil que não possibilita que jovens tenham maturidade suficiente para lidar com esse tipo de responsabilidade mesmo estando acompanhado.

    Acsa Santos 08/02/2019
    0
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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