Enquete do PL 2/2019

Resultado

Resultado final desde 04/02/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 8 4%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 198 95%

O que foi dito

Pontos mais populares

Isto é um total absurdo. A bancada quer instituir censura para as pessoas que discordam das suas idéias doutrinárias. Utilizar o livro para mostrar suas próprias incongruências e erros gravíssimos não deve ser considerado crime. Interpretação de qualquer texto "milenar" não pode significar absolutamente NADA na direção do país!

Robert Rodrigues 11/03/2022
17

Há milênios, as igrejas Cristãs, produzem livros, panfletos, entre outras publicações questionando, acusando e caluniando outras religiões, como as religiões indígenas, Africanas (Candomblé, Umbanda, Hinduísmo, Islamismo...), Asiáticas (Budistas, Messiânicas...), inclusive entre suas próprias vertentes, lembremos do famoso "chute da santa", promovido por uma Igreja Evangélica. O desrespeito à bíblia não se dá em interpretações dela, mas sim, em usá-la para promover atrocidades contra humanidade.

Roberto Salvador 11/03/2022
17

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 34 encontrados.

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  • Ponto negativo: Esse projeto de Lei viola o artigo 5° da constituição Federal Brasileira, o direito à liberdade de expressão, saibam que caso esse projeto seja aprovado, será de maneira inconstitucionalissimamente. Espero que os senhores da Câmara tenham a decência de proteger os direitos fundamentais de nosso povo.

    Alexandre Diniz Weber Vidon Gonçalves 18/03/2022
    2
  • Ponto negativo: O projeto de lei nada mais faz que contribuir para a inflação legislativa que o país vive, na medida em que, diante de qualquer situação, a primeira conduta que se tem é editar leis e nunca trabalhar e desenvolver medidas que implementem e efetivem as disposições legais já existentes. A liberdade religiosa e de culto já é garantida na Constituição, bem como a ausência de fé e qualquer liturgia. A bíblia não pertence ao congressista e muito menos vai ser pautada pelo que ele entende como correto.

    Lucas Ruas Drummond 15/03/2022
    5
  • Ponto negativo: A proposta baseia-se em uma visão reducionista e fundamentalista do Texto Sagrado, comprometendo a análise exegética séria. Desse modo, corremos o sério risco de aprisionar o Espírito em meras letras engessadas. "O fundamentalismo convida, sem dizê-lo, a uma forma de suicídio do pensamento. Ele confunde insconscientemente as limitações humanas da mensagem bíblica com a substância divina dessa mensagem" (Inter. Da Biblia na Igreja). Qual versão será a oficial? Quem escolherá e as variantes? Etc

    Ir Márcio Santos NJ 15/03/2022
    5
  • Ponto negativo: Desrespeito flagrante à liberdade de expressão e aos estudos científicos na área. Como alguém tem o disparate de propor uma PL dessas? Só um fundamentalista. Mais um passo na tentativa de transformar o país numa (des)república autoritária, comandada pela hipocrisia "religiosa" de alguns (que sequer tem relação com religião, mas com poder). Repito: uma proposta dessas é inconstitucional, viola claramente o estado laico e a liberdade de expressão. Espero que tenham a decência de não aprovar.

    Daniel Rodas 14/03/2022
    6
  • Ponto negativo: Admira-me que alguém em sã consciência possa legislar sobre os diversos campos de estudo e conhecimento, com o falacioso intuito de dizer defender o objeto de estudo, no caso a Bíblia, sendo que ao fazê-lo na realidade impõe que seu único ponto de vista seja o mais verdadeiro. Tal projeto desconsidera todo o saber exegético, hermenêutico e a crítica histórica ao longo de toda a tradição cristã.

    Clárison Avelar 14/03/2022
    5
  • Ponto negativo: Me causa espanto que um Projeto de Lei dessa natureza seja aprovado e ainda por cima com tramitação em caráter de URGÊNCIA. Será que nosso país, que mal se recupera dos efeitos da pandemia e com enormes problemas econômicos a enfrentar não teria nada mais URGENTE para tratar? A mera constatação de que o Legislativo perde tempo com coisas assim é uma desonra a reputação do País.

    Caíque Alves Barboza 14/03/2022
    4
  • Ponto positivo: A bíblia não deve ser mudada mesmo. Ser distorcida por quem não a respeita. Se não há respeitam, porquê respeitariam sua escrita? Não concorde com ela, não a paratique, más não venha distorcer o que está escrito. O evangelho é confronto e não conforto. Quer andar no mundo do pecado e quer atribuir as péssimas condutas como se fosse normal. Não concorda comigo, não tem problema, também não concordo com você é assim que eu vejo. Não me tolera, por que sou obrigado a tolerar? Pense nisso.

    Livre pensador!!! 13/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Isso é fruto de desinformação. O texto integralmente original nem está mais acessível. Que texto o projeto pretende "proteger"? A Septuaginta? A K. James? Em grego e hebraico? João Ferreira? Revista ou atualizada? A dos Testem. de Jeová? Depois de tantas traduções e versões, querem transformar o texto num ídolo. A Biblia cristã é um documento histórico, com conteúdo religioso como tanto outros no mundo. Tenham respeito pela "livre análise das Escrituras" - direito dado pelo próprio livro.

    Anah Moreira Lopes 13/03/2022
    3
  • Ponto negativo: Não há base legal para a PL. Engavetem isso.

    Thiago Moura 13/03/2022
    2
  • Ponto negativo: Sugiro aproveitar a oportunidade desse projeto de lei para chamar a atenção para a existência, desde o século XIX, de estudos acadêmicos dos textos bíblicos, sem um viés ideológico ou religioso, mas sim arqueológico, sociológico e científico. Para a teologia, a Bíblia é a palavra de Deus e para a pesquisa científica, a Bíblia é uma documentação utilizada para investigar as origens do cristianismo e das construção das nações do ocidente.

    Hugo Silva 13/03/2022
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.