Enquete da MPV 871/2019

Resultado

Resultado final desde 21/01/2019

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 23 9%
Concordo na maior parte 7 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 21 9%
Discordo totalmente 190 79%

O que foi dito

Pontos mais populares

Um absurdo, já que a pessoa foi aposentada, foi!, pra que perícia novamente!um gasto desnecessário.

danineves139@gmail.com 14/05/2019
21

Os aposentados por invalidez por exemplo já sofrem de mais ja passou no pente fino. Os idosos. Nem médicos e exames consegue no sistema único de saúde. Pensem nesse ponto negativo cuidem do povo sofrido.

cicera santos 22/01/2019
31

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 46 encontrados.

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  • Ponto negativo: Todos os pontos citados na MP871, se não forem revistos, são prejudiciais a todos os brasileiros que trabalham e agem de forma honesta.

    Vera Juliani Morari 03/06/2019
    0
  • Ponto positivo: Coibir fraudes já diz tudo. Um exemplo: Conheço pessoas que podem trabalhar trabalhar e estão "encostado"; outros que realmente necessitam muitas vezes não conseguem.

    Vera Juliani Morari 03/06/2019
    0
  • Ponto positivo: 1diminui despesas desnecessarias

    sergio marcelo salustiano 03/06/2019
    0
  • Ponto positivo: Controlar os gastos do governo inibindo a corrupção

    Eliana Oliveira da costa 29/05/2019
    0
  • Ponto positivo: Não tem pontos positivos, isso prejudica muitas pessoas doente e incapaz. Tem que ter um meio de não prejudicar os inocentes.

    sacramentosaul@gmail.com 28/05/2019
    1
  • Ponto negativo: Servidor Já ganha um otimo salário para exercer o cargo., e fazer um trabalho que perfeito no ato da concessão. Bônus para acharem seus próprios erros ? discordo totalmente. Na iniciativa privada se você erra ´você quem paga !!!!

    ANGELA MARIA BACKI LEONARDO 22/05/2019
    0
  • Ponto negativo: os aposentados acabaram de passar por um pente fino pra que outro? ao inves disso que cobrem as grandes empresas devedoras ao inves de tirar os direitos dos pobres qu e so tem um salario minino para sobreviver parem com essa perseguiçao obrigada.

    mario 15/05/2019
    2
  • Ponto negativo: Bônus para médico perito cortar benefícios de pobres doentes, Bônus para funcionários procurar fraudes é claro que muitos inocentes seram prejudicados por favor não aprovem essa MP 871/19 o povo não aguenta mais tantas injustiças

    carmenluciagomesmap@gmail.com 15/05/2019
    1
  • Ponto negativo: Uma forma que esse DESGOVERNO arrumou para tirar os Direitos daqueles que mais necessitam de seus Benefícios para tampar os supostos buracos provocados por ele mesmo.

    Enzo Venaglia Borges 15/05/2019
    5
  • Ponto negativo: Os aposentados por invalidez ja foram revisados e o gov quer revisar de novo p eliminar quem ainda manteve o beneficio, pura injustica pq a maioria ja tem mtas anos de aposentadoria e com graves problemas de saude ja comprovados

    souasamaniacoctga@gmail.com 15/05/2019
    1

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. RIC 2446/2026

    Requer informações ao Exmo. Sr. José Múcio Monteiro Filho, Ministro de Estado da Defesa, acerca do contido no Ofício n° 10038/2026/CH GAB MD-MD, de 16/04/2026, que tratou da resposta à Indicação nº 3.087/2025, de minha autoria, onde sugeri o acesso às graduações superiores de militares oriundos do Quadro Especial de Sargentos da Aeronáutica.

  3. PL 4952/2026

    Transforma os Centros Federais de Educação Tecnológica de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, respectivamente, na Universidade Federal de Ciência e Inovação de Minas Gerais e na Universidade Federal de Ciência e Inovação do Rio de Janeiro, e altera a Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008

  4. PL 4916/2026

    Altera a Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, o Estatuto da Advocacia, para permitir que os ocupantes de cargo efetivo ou em comissão do Poder Judiciário possam advogar, desde que não seja contra a Fazenda Pública que os remunere ou perante a esfera do Poder Judiciário em que atuem como ocupantes de tais cargos.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei