Enquete do PL 11217/2018

Resultado

Resultado parcial desde 18/12/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 137 97%
Concordo na maior parte 4 3%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Eu brasileiro que possui fissura palatina sei todos os preconceitos que sofri, toda a dificuldade que encontro até hoje em ser aceito em determinados locais! Sou tratado de uma forma diferente! Até no mercado de trabalho! Não estou em mesmas condições de disputa uma vaga de emprego! Gostaria muito que as novas gerações já fossem ajudadas com a aprovação dessa lei! Não quero jamais que um filho meu passe por todos os transtornos é dificuldades que passei e passo até hoje! Mas está demorando.

Wherick Souza 18/07/2021
20

A proposta não deveria se restringir apenas a alguns estados, além de contar com campanhas informativa a toda população, incluindo portadores e não portadores. Quanto mais informação, menos danos causados. O projeto também deveria integrar propostas para abrangência se tratamento em todo território nacional, a incluir investimento em capacitação de profissionais.

Ana Luiza Carvalho 29/06/2021
11

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 25 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Mas não concordo que existe o termo reabilitado para pacientes com fissura labiopalatina, nós ganhamos a alta do tratamento, mas ainda nos restam as sequelas, seja física, funcional ou emocional. Tenho o psicológico afetado, por tanto preconceito que já sofri, mesmo que a minha deficiência não é vista e sim ouvida ao conversar, ainda sofro preconceito nos dias de hoje, e as sequelas funcionais são problemas com respiração, audição e dicção, todos fiz tratamento e não tive melhora significativa.

    Evelin 22/03/2024
    3
  • Ponto positivo: Eu, paciente com fenda palatina, concordo e fico feliz em existir um projeto lei que vai nos proteger. Precisamos muito que essa lei seja aprovada, receber o direito de concorrer as vagas de trabalho, concursos públicos ou até mesmo ganhar um auxílio BPC LOAS, como acontece com outras deficiências existentes. Hoje com 26 anos, trabalho, mas foi díficil concorrer as vagas com pessoas consideradas normais, além da dificuldade de se empregar, eu ainda tenho dificuldade de me comunicar no trabalho.

    Evelin 22/03/2024
    0
  • Ponto negativo: Os "reabilitados" deveriam continuar dendo PCD pois mesmo após todo o tratamento ficam com marcas sequelas dificuldade na alimentação, dificuldade na fala.

    Luana Servilha 15/11/2023
    4
  • Ponto positivo: Sou mãe de uma adolescente de 16 anos que já realizou todas as cirurgias disponíveis para a fenda palatina que tinha, entretanto sua fala é muito comprometida sendo muito complicado e difícil a compreensão para pessoas fora do seu convívio. Devem sim ter mais essa garantia para que possam ingressar mais fácil no mercado de trabalho, escola com assessoria de um profissional e vários outras.

    Eliane Machado Sampaio 25/04/2023
    3
  • Ponto negativo: A proposta devia na primeira fase incluir como PCD e depois de reabilitado ter o status também, principalmente para pleitear empregos ou concursos públicos, mesmo reabilitado serão 20 anos de sofrimento e vergonha e o resto da vida quem olhar no seu rosto verá as marcas. Sou portador de fissura bilateral e meu filho mais velho também herdou. Por favor inclua todos os graus e principalmente ajude o pessoal a se incluir no mercado de trabalho, vocês ganham um grande capital político com isso.

    Lázaro Cardoso 03/01/2023
    5
  • Ponto positivo: Concordo plenamente. Pois sou mãe de um lindo fissurado O tratamento é longo, e não existe na cidade de origem, temos que viajar para outro Estado para cirurgias, etc... fora que precisamos de uma equipe multidisciplinar, desde o fonoaudiólogo, odontológico, psicologia etc... Na cidade de origem Onde o custo é bem alto. A mãe muita da vezes fica impossibilitada de trabalhar fora, por conta dos cuidados, tratamentos e viagens. Só quem vive sabe realmente as suas dificuldades e necessidades.

    Lucinete Souza 05/09/2022
    7
  • Ponto positivo: Acho que extrema relevância este projeto. E mais que o mesmo seja construído com os movimentos que trabalham esta causa em específico. Em santa Catarina esta tramitando um projeto com mesmo objetivo e bem completo na ALESC - PL./0428.3/2021. Nele Equipara as más-formações congênitas Fissura"Labiopalatina e/ou anomalias craniofaciais às deficiências físicas, para efeitos jurídicos. Destaca quem serão os beneficiados e os profissionais para acompanhamento.

    David Crispim 01/08/2022
    5
  • Ponto positivo: Eu brasileiro que possui fissura palatina sei todos os preconceitos que sofri, toda a dificuldade que encontro até hoje em ser aceito em determinados locais! Sou tratado de uma forma diferente! Até no mercado de trabalho! Não estou em mesmas condições de disputa uma vaga de emprego! Gostaria muito que as novas gerações já fossem ajudadas com a aprovação dessa lei! Não quero jamais que um filho meu passe por todos os transtornos é dificuldades que passei e passo até hoje! Mas está demorando.

    Wherick Souza 18/07/2021
    20
  • Ponto negativo: A proposta não deveria se restringir apenas a alguns estados, além de contar com campanhas informativa a toda população, incluindo portadores e não portadores. Quanto mais informação, menos danos causados. O projeto também deveria integrar propostas para abrangência se tratamento em todo território nacional, a incluir investimento em capacitação de profissionais.

    Ana Luiza Carvalho 29/06/2021
    11
  • Ponto negativo: Embora concorde com boa parte do texto, há uma questão a ser abordada. Pessoas nascidas com fissura palatina, já reabilitadas fisicamente, ainda encontram dificuldades ao longo da vida, já que não é possível uma recuperação total. Muitos encontram-se danosos, ainda sobre os resquícios do tempo de reabilitação, a exemplo da fala e os danos psicológicos ocasionados pela dificuldade de tratamento, por se tratar de anos e também por preconceito enfrentado na sociedade, mesmo depois de habilitados.

    Ana Luiza Carvalho 29/06/2021
    9
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. INC 515/2026

    Requer o envio de indicação à Ministra de Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) para que promova a convocação dos candidatos excedentes aprovados para o cargo de Auditor Fiscal do Trabalho (AFT) no Concurso Nacional Unificado 1 (CNP1), e também para convocação dos aprovados nos cargos de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD), e Analista Técnico de Desenvolvimento Socioeconômico (ATDS) no Concurso Público Unificado 2 (CNP2).

  6. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.