Enquete do PL 10880/2018

Resultado

Resultado final desde 16/10/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 158 91%
Concordo na maior parte 3 2%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 1 1%
Discordo totalmente 8 5%

Resultado na metodologia anterior Sobre Resultado na metodologia anterior?

Resultado final desde 16/10/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 1 100
Discordo 0 0

O que foi dito

Pontos mais populares

Vamos torcer para que realmente esta proposta seja aprovada e que estes prefeitos repassem aos professores aquilo que lhes é de direito...infelizmente os interesses políticos muita das vezes consomem o direito do cidadão e fica tudo por isso mesmo... em minha cidade mesmo, foi muito difícil para que os governantes pagassem o piso salarial...que agora está cada vez mais defasado...vamos torcer para que venham notícias boas por aí...

Claudia Batista Santana 14/09/2021
6

A PL não fala dos trabalhadores em educação como secretários e assistentes administrativos, sem esses profissionais as escolas não funcionam. Espero que revejam essa injustiça.

Carla suzane Araújo da Silva 09/09/2021
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto positivo: Acho que todos os profissionais de educação deveriam ser contemplados .

    Jane Medeiros 11/03/2022
    0
  • Ponto positivo: Movimento muito importante para a valorização dos educadores.

    Márcio Henrique Dos Santos 26/01/2022
    0
  • Ponto positivo: Valorizar o profissional da educação é essencial para motivar o compromisso de formação de qualidade dos futuros cidadãos do nosso país.

    SANDRA SANTESSO 25/01/2022
    0
  • Ponto negativo: O fundo destinado a professores, deveria ser um fundo específico para professores e não um fundo destinado a educação. Profissionais da educação não são só os professores, se não tiver os colaboradores de serviços gerais, merendeira , motoristas de ônibus, entre outro o ensino não acontece . Não é só o professor que ajuda na educação escolar. Então criem um fundo específico para professores. E esse fundo que existe que seja usado de forma a melhorar o ambiente de ensino para os alunos.

    Leandro C 18/12/2021
    1
  • Ponto positivo: Se o dinheiro é da educação, é justo destiná-lo aos profissionais da educação. Não somos devidamente valorizados, além do trabalho na escola, elaboramos e corrigimos avaliações e atividades, preenchemos diários e outros documentos fora do nosso horário de trabalho e isso não é reconhecido. Queremos nosso dinheiro!!!!

    Daniele Moreira 09/11/2021
    3
  • Ponto positivo: O projeto busca corrigir uma dívida antiga que o país tem com os seus educadores. Uma educação de qualidade só é possível com valorização dos profissionais da educação.

    Rosanna Pereira 09/11/2021
    1
  • Ponto positivo: Tudo pra Educação é difícil E é a mesma que move o país. Sem ela não há crescimento e a desvalorização desses profissionais é um dos gargalos desse país chamado Brasil

    isabel ribeiro 09/11/2021
    0
  • Ponto positivo: Sim! Esse dinheiro tem q ficar com os profissionais da educação com certeza. Todos da educação!

    Damaris Francisco Pereira 09/11/2021
    1
  • Ponto positivo: Esse dinheiro é dos profissionais da educação, portanto deve ser pago a quem de direito: profissionais da educação.

    Ivone Queiroz Barros 09/11/2021
    1
  • Ponto positivo: Espero que todos os servidores da educação sejam contemplados, não só professores, pois a escola é feita do corpo técnico administrativo também.

    Gislene Tavares 18/10/2021
    4

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.