Enquete do MSC 516/2018

Resultado

Resultado parcial desde 20/09/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 372 8%
Concordo na maior parte 21 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 29 1%
Discordo totalmente 3.664 90%

O que foi dito

Pontos mais populares

Brasil não deve abrir mão do direito de qualquer arma para defesa nacional. O brasileiro não deve ter ignorância em não pensar no amanhã. Então, é a garantia do bem estar brasileiro e do direito de apitar em nosso território. Ainda defendo, como cívil, a ampliação de investimentos nas Forças Armadas, principalmente na modernização.

Roberto Marca 06/12/2020
247

O Brasil é a nação mais rica e abençoada no mundo. Nenhum país que possui armas nucleares abre mão delas, e querem que as outras nações abstenham dessa possibilidade, não faz o menor sentido. Essa ideia que o Brasil é um país pacífico e amigo de todos não quer dizer que temos que abrir mão da nossa DEFESA. Precisamos ter meios de reagir em possíveis invasões para tomar a nossa Amazônia e a única forma de o fazer é também ter armas nucleares, pois as potências tem!

Emerson Souza 06/12/2020
174

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Exibindo resultados 1 a 10 de 644 encontrados.

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  • Ponto negativo: Bloquear de vez o posse de armas deste tipo só terá problemas futuros. Visto que atualmente esta arma é usada como poder político, garantindo soberania de um país como sempre foi no mundo através do meio militar. Não concordo com a produção da arma, mas proibir de vez é perigoso demais.

    Brayon Santana Santos 29/08/2021
    0
  • Ponto positivo: Seria bom para o planeta e tudo relacionado ao meio ambiente. Mas vamos deixar de fingir de que este tratado é uma hipocrisia enorme. O uso deste tipo de arma, é absurdo, visto que só há pontos negativos com o uso desta arma, mas somente quando se usa, enquanto se tem só há a ideia de soberania...

    Brayon Santana Santos 29/08/2021
    0
  • Ponto positivo: Os países que já têm muitas bombas atômicas, simplesmente aumentaram e modernizaram seus arsenais. Veja-se por exemplo, Israel, Inglaterra, China, EUA, França, Russia... Tudo com total desrespeito ao tratados de não proliferação. Irã já tem as suas, Coreia do Norte também. Só falta o Brasil ter sua dissuasão nuclear para defender suas riquezas e não continuar caindo nesse conto das nações detentoras, que por sinal estão de olho na Amazônia e no Pré-sal faz tempo.

    OSC 25/08/2021
    1
  • Ponto negativo: Soberania nacional, não entendo como alguma pessoa pode ser contra isso. É urgente que tenhamos a nossa.

    Patrick Funes 25/08/2021
    2
  • Ponto negativo: Bomba atomica é o futuro e a gente prescisa ter a nossa.

    Leonilson Silva 25/08/2021
    1
  • Ponto negativo: O Brasil é soberano e deve decidir por si próprio se terá o artefato de dissuasão, nada de aceitar tratados internacionais que nos digam o que fazer.

    Victor Munhós 25/08/2021
    3
  • Ponto positivo: Precisamos ter acesso a armas nucleares para garantir nossa soberania!

    Heraclio De Lucena Arcoverde 25/08/2021
    4
  • Ponto positivo: O Brasil precisa estar no mesmo nível das grandes potencias, só assim, será respeitado.

    Francisco Carlos Siqueira Moura 25/08/2021
    5
  • Ponto positivo: Povo que não tem virtudes (incluído dissuadir e se defender), acaba por ser escravo.

    Andreas Ma 24/08/2021
    4
  • Ponto positivo: Em defesa de nossa soberania, o Brasil deve e precisa se autoprotejer de forma efetiva contra qualquer tentativa de domínio estrangeiro. por isso, não podemos abrir mão da tecnologia nuclear como arma de defesa.

    Miguel Peracchi Barcellos 24/08/2021
    1
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  1. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  2. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.