Enquete do PL 10733/2018

Resultado

Resultado parcial desde 14/08/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 246 86%
Concordo na maior parte 7 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 35 12%

O que foi dito

Pontos mais populares

Projeto de Lei maravilhoso, não há do que se reclamar da presunção invertida que a lei modifica, se você é contra, simplesmente se manifeste e pronto, não será doador. O benefício que a inversão trás é tão notório que deveria ser o padrão da legislação há muitos anos, haja vista que muias pessoas mal sabem, ou correm atrás de manifestarem favoráveis. Deixar de salvar diversas pessoas por uma ausência de manisfestação favorável de doação de orgãos em vida é uma coisa indiscritivelmente triste.

Fábio Dias Arena 21/09/2023
18

A aprovação de tal coisa é completamente absurda. Dispor do corpo de um ser humano sem anuência prévia, isto é, sem expressão da vontade quando em vida, é uma tirania vista apenas em filmes de "sci-fi" no mundo ocidental. Que haja conscientização pelos meios de comunicação com vistas a obter mais doadores, mas tirania de corpo alheio, jamais.

Michael Moura 20/09/2023
14

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

Baixar
  • Ponto positivo: Minha avó foi transplantada 2 vezes, ou seja, renasceu 2 vezes, nós e ela fomos eternamente gratos à pessoa que doou e de certa forma continuou vivendo através de dela, sendo lembrada com gratidão. Minha avó esperou um tempo na fila e quase morreu antes do transplante, muitas pessoas morrem esperando. Casos isolados de criminosos mal intencionadas devem ser investigados e punidos, mas não podemos deixar de salvar milhares de pessoas por isso.

    PAULO HENRIQUE VILELA QUIODETO 09/10/2024
    0
  • Ponto negativo: Doação presumida é autoritarrismo. Essa lei vai beneficiar só a classe dominante e ricos. O risco de aumentar o tráfico de órgãos num país com muita corrupção é grande. Pesquisem o caso Pavesi, o pai desconfiou do ocorrido por inspiração de Deus. O médico que retirou os órgãos de UMA CRIANÇA INOCENTE, ainda viva, foi condenado somente 23 anos depois, porque o pai lutou a vida toda. Doação de órgãos é ato voluntário. Essa lei é ttípica estado absolutista e nós estamos num país democrático.

    Maria Gomes 29/09/2023
    1
  • Ponto negativo: Um atentado contra a dignidade da pessoa humana! Uma lei dessas abre brecha para o tráfico de órgãos desenfreado. Muito cuidado para não ser compatível com alguém rico ou bem conectado, pois amanhã ou depois você pode vir a ter um mal subito e ser aberto para andar com a fila de "doação". Sempre fico assustado quando vejo um socialista cheio de "boas intenções sociais"...

    Bruno Felipe de Castilho 27/09/2023
    2
  • Ponto negativo: Num país onde os pobres não têm assistência digna a saúde, o que evitaria muitas doenças que precisam de doação de órgãos, é a saúde preventiva que precisa melhorar. O Estado não pode afastar a família da decisão de doação de órgãos do ente querido,isso é inaceitável. Num país que onde o Estado não proporciona boa assistência de saúde em vida para a maioria do povo, como confiar em diagnóstico de morte cerebral bem feito para os cidadãos pobres. Vejam o caso Pavesi. Maria

    Anamaria Queiroz Barreto 22/09/2023
    4
  • Ponto negativo: O estado não deveria ter propriedade sobre o controle dos órgãos das pessoas. Essa medida é cheia de boas intenções e com grandes chances de péssimas consequências. Num país com índice altíssimo de criminalidade e impunidade como o Brasil, quem vai proteger o cidadão pra que isso não intensifique o tráfico de órgãos? Quem controla as doações? Quão transparentes e imparciais elas são? Se querem mais doadores, façam as pessoas confiarem no processo e não forçá-las na canetada.

    Vitor 22/09/2023
    4
  • Ponto positivo: Projeto sensacional! Espero que seja aprovado esse marco para nosso país e para nosso sistema de transplantes. O Brasil pode e tem capacidade de se tornar referência nessa área. Hoje a família pode negar a doação até mesmo se a pessoa tinha desejo de doar. Esse projeto corrige esta falha! Aprovem, vamos salvar muitas vidas!

    Leonardo Gomes Santana 22/09/2023
    0
  • Ponto negativo: No meu modo de pensar não existe, o que tem de negativo nisso? Dar mais chance as pessoas que estão a anos nas filas de espera, sofrendo fisicamente e psicológicamente pela ansiedade e angústia de não saber se vai ter a sorte de um dia ter uma vida sem tanto sofrimento. Fica a pergunta "você jogaria no lixo uma coisa que ainda funciona e pode ajudar outra pessoa?" .

    THAYNA BEATRIZ MATIAS PONTES 22/09/2023
    1
  • Ponto positivo: A fila de espera por órgão diminuiria absurdamente, diversas pessoas poderiam ter mais chances de viver uma vida sem estar ligadas a aparelhos e até mesmo sem fazer uso de inúmeros remédios por dia ( na maioria medicações e aparelhos de alto custo). E preciso mudar a forma de agir e pensar das pessoas para problemas que ainda são um tabu para maioria da sociedade!!!

    THAYNA BEATRIZ MATIAS PONTES 22/09/2023
    1
  • Ponto positivo: Sou a favor que todos sejam doadores de órgãos. Deixem a vida continuar.

    Rafaela Luiza 21/09/2023
    1
  • Ponto positivo: Eu sou totalmente a favor de todos serem doadores de órgãos. Deixem a vida continuar

    Rafaela Luiza 21/09/2023
    0
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  5. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei