Enquete do PL 10670/2018

Resultado

Resultado parcial desde 07/08/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 27 52%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 0 0%
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Discordo totalmente 24 46%

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Opção Participações Percentual
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O que foi dito

Pontos mais populares

Diante de acompanhante com conhecimento técnico (médico ou jurídico - NTEP) os peritos se sentirão menos confortáveis a emitir qualquer tipo de laudo, sem fundamentação coerente com o caso concreto!

Diogo Santos 04/10/2019
4

Já tivemos 3 peritos médicos assassinados em exercício profissional, aí me aparece um deputado que se coloca contra o código de ética médica ( não sabe o que é isto) e propõe absurdos por não ter o que propor. Pq ele não propõe quebrar o sigilo telefônico dele para população do seu Estado. Faça-me o favor..

Thiago Oliveira 20/04/2021
0

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 13 encontrados.

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  • Ponto positivo: Talvez com acompanhante os peritos, que na maioria das vezes nem olham no rosto dos segurados, passarão a tratar esses com mais urbanidade e respeito, ou seja, tratamento humanizado como está na moda se falar.

    Luciandro ALBUQUERQUE XAVIER 14/04/2023
    1
  • Ponto positivo: E nescessario sim um acompanhante pois os peritos nem olham seus documentos e nem sua cara é dão alta e essa conversa de ameaça é atrapalha a pericia e conversa ora boi dormir exemplo que ninguém ver casos de peritos agredidos e ameaçados pois o pobre já estar doente e inválido e que poderá fazer ao perito, aprovação urgente desta pl .

    Aldair de Lima Santana 12/10/2022
    1
  • Ponto positivo: Super aprovo!E não venha me dizer que os médicos peritos se sentirao intimidados porque fiz um perícia há uns três anos atrás e não sei quem treinou aquela médica oh povinho ruim acho q nem Advogado intimida...estava em estado vulnerável de depressão gravíssima não me lembro muito da perícia devido o estado mas sei que foi cruel e mal educada comigo !Isso me lembro muito bem.Lembrando que entrei sozinha ..Tenho outa marcada Deus na frente pelo médico (a) que vai me atender .

    maria aparecida 04/07/2022
    1
  • Ponto positivo: SE O PACIENTE TEM DIREITO AO ACOMPANHANTE PARA CONSULTAS MÉDICAS PODERÁ TAMBÉM TER UM ACOMPANHANTE NA CONSULTA PERICIAL, CONDICIONANDO O GRAU DO PARENTESCO E SE APRESENTA DOENÇAS MENTAIS OU TRANSTORNOS PARANÓICOS. NESTES CASOS O PACIENTE NÃO CONSEGUEM ASSIMILAR AS PERGUNTAS E SÃO LAUDADOS ATRAVÉS DA IMPRESSÃO SUPERFICIAL DO PERITO QUE PREJUDICAM A VIDA DO PACIENTE.

    Eneuda Ferreira da Silva Escarião 03/06/2022
    1
  • Ponto positivo: O segurado precisa sim ter o direito de ser acompanhado por qualquer pessoal do seu interesse; seja leigo ou especialista médico ou legal... O que seria muito necessário era exigir que o perito explicasse e fundamentasse sua decisão ao segurado, durante a consulta pois, atualmente, o médico perito não costuma expressar qualquer posicionamento durante a consulta, apenas dizem “pegue o resultado da perícia pela internet”, e somente quando acessam o laudo descobrem a posição do medico perito!

    AURINO SILVA DE ANDRADE 21/04/2021
    2
  • Ponto negativo: Peritos são ameaçados pelo segurado e tal fato pode agravar com acompanhante. Exame pericial não é consulta e quando há necessidade o perito solicita a presença de acompanhante para esclarecer informações. Perícia judicial é feita sem acompanhante e a perícia previdenciária deve ser tratada da mesma forma, pois o perito, seja criminal, previdenciário, securitário ou outro faz sua análise sem interferência e participação de terceiros.

    Alexandre Deotti Monteiro 20/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Porque o segurado deixa de falar, quando o seu acompanhante está presente. E quando o perito pede para falar aí ele informa que não sabe de nada, é o acompanhante que sabe, o que na prática isso não é muitas vezes verdade. Pois quem está com a enfermidade é o segurado e não o acompanhante. E este pode ser requerido a qualquer momento da perícia.

    Giovana Cirino 20/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Presença para vigiar o perito? Quer discordar , use os canais competentes. O velho patrulhamento de sempre. Perícia é vigilância da realidade e não do discurso.

    Janio De Quadros 20/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Muitas vezes o requerente pode não ter autonomia para decidir. O Conselho Federal de Medicina veda. Lei tentando passar por cima de Lei

    Elcimar Barbosa 20/04/2021
    0
  • Ponto negativo: Imagine o segurado ter que retirar a rroupa para ser examinado na frente de outra pessoa como por exemplo advogado..

    Decio Silva Rocha Vidal 20/04/2021
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1893/2026

    O Projeto de Lei 1893/26, do Poder Executivo, regulamenta a negociação das relações de trabalho no setor público e garante o direito à representação sindical de servidores e empregados públicos. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. A proposta se aplica à administração direta, autárquica e fundacional da União, dos estados e dos municípios, além de órgãos constitucionalmente autônomos, como o Ministério Público da União. O texto cria um marco legal para que sindicatos e governo negociem, de forma permanente e estruturada, temas relacionados às condições de trabalho no serviço público. A iniciativa regulamenta compromissos assumidos pelo Brasil ao ratificar a Convenção 151 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Como será a negociação Pelo projeto, a negociação entre o poder público e as entidades representativas dos servidores deverá ocorrer pelo menos uma vez por ano, em período a ser definido em regulamento. A exigência poderá ser dispensada quando houver acordo com vigência superior a um ano. O processo de negociação terá cinco etapas: definição do calendário e do cronograma; recebimento da pauta; instalação da negociação; assinatura do acordo; e divulgação do resultado. Cada Poder e órgão autônomo deverá instituir seu próprio processo de negociação. Estados e municípios regulamentarão o tema em ato próprio. Se não houver acordo, as partes poderão escolher, de comum acordo, um mediador. Ele atuará sem remuneração e não interromperá as negociações, salvo decisão contrária das próprias partes. Quando houver consenso, será firmado um termo de acordo com a identificação das partes, o objeto negociado, os resultados alcançados, as condições de implementação e o prazo de vigência. Os acordos dependerão de análise jurídica e da aprovação do chefe do respectivo Poder ou órgão autônomo. Licença remunerada A proposta altera o Estatuto dos Servidores da União para garantir licença remunerada ao servidor que exercer mandato em confederação, federação ou sindicato. Atualmente, a lei prevê licença sem remuneração. Já para quem desempenhar mandato em entidade fiscalizadora da profissão ou participar em cooperativa de servidores, a licença será sem remuneração. Durante o afastamento, o servidor manterá as garantias e vantagens pessoais e previdenciárias do cargo que ocupava. Representação sindical O projeto assegura a livre associação sindical a todos os servidores e empregados públicos. A representação poderá ser exercida por sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais. Onde não houver sindicato legalmente constituído, associações de classe poderão representar os trabalhadores nas negociações. Na justificativa do texto, a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou que a negociação "democratiza as condições e as relações de trabalho, estabelecendo mecanismos para minimizar conflitos". Próximos passos O projeto de lei teve a urgência aprovada em junho e poderá ser votado diretamente pelo Plenário da Câmara dos Deputados, sem precisar passar antes pelas comissões temáticas. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  4. PL 1265/2024

    Proíbe a comercialização, reprodução e importação de cães da raça “Pitt Bull” em todo o território Nacional, e dá outras providências.

  5. PL 1827/2019

    O Projeto de Lei 1827/19 define o piso salarial do assistente social em R$ 4.200,00 para uma jornada de 30 horas. Esse valor deverá ser reajustado ao final de cada ano com base na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O autor, deputado Célio Studart (PV-CE), lembrou que propostas com pretensão semelhante – pelo menos sete desde 1988 – acabaram arquivadas sem terem sido votadas pelo Plenário. Citando dados do Conselho Federal de Serviço Social (CFSS), o deputado afirmou que o Brasil conta atualmente com pouco mais de 180 mil profissionais registrados. “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei