Enquete do PLP 534/2018

Resultado

Resultado parcial desde 07/08/2018

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 842 96%
Concordo na maior parte 4 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 4 0%
Discordo totalmente 33 4%

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Resultado parcial desde 07/08/2018

Representação dos dados do gráfico em forma de tabela
Opção Participações Percentual
Concordo 341 99
Discordo 4 1

O que foi dito

Pontos mais populares

Atividade de risco, sem dúvida nenhuma!

Rejane Paiva Stumpf 08/12/2018
215

Grande risco de morte aos profissionais desta área, devida ao aumento significativo de criminosos que não querem ser intimados pela justiça.

Zenaide Lopes 29/06/2019
3

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Exibindo resultados 1 a 10 de 63 encontrados.

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  • Ponto negativo: A sociedade não consegue mais aturar mais privilégios para novos "escolhidos"

    Assinante 05/07/2019
    0
  • Ponto negativo: Na realidade eles devem ter um adicional à mais no salário. Se correm risco e morrem no trabalho, de que vai adiantar aposentadoria especial? Devem sim serem considerados em melhores salários, redução de trabalho, escolta, etc. Mas não aposentadoria especial.

    Cacio Marafon 03/07/2019
    1
  • Ponto negativo: todos estamos sujeitos a riscos.

    Dalva Miranda 03/07/2019
    0
  • Ponto positivo: Uma profissão de alto risco

    Ana Tercia 03/07/2019
    2
  • Ponto positivo: É uma profissão de risco porque o oficial trabalha sozinho e tem de ir a lugares perigosos cumprindo ordens que muitas vezes podem provocar um enfrentamento com as partes e muitas vezes em horários noturnos.

    Marcelo Rodrigues 02/07/2019
    2
  • Ponto negativo: E uma função que, diariamente, o risco de vida é eminente.

    Zenaide Lopes de Oliveira 02/07/2019
    1
  • Ponto positivo: É uma aposentadoria justa, uma vez que os Oficiais de Justiça correm risco a todo o tempo em cumprimento das ordens judiciais. Somos visados e ameaçados no exercício da função.

    Aline Zulim 01/07/2019
    3
  • Ponto positivo: Colegas Oficiais de Justiça perderam a vida em diligências para cumprimento de ordens judiciais. O risco é iminente e permanente para quem cumpre o seu trabalho nas ruas.

    Deborah Hulak 01/07/2019
    0
  • Ponto positivo: Trata-se de atividade de risco já legalmente reconhecida por, dentre outros dispositivos legais, pelo decreto que regulamenta o porte de armas. A Constituição Federal prevê aposentadoria especial para atividades de risco.

    Marcio Martins Soares 01/07/2019
    1
  • Ponto positivo: Garante o direito que todo agente que exerce atividade de risco faz jus.

    Reginaldo G. Azevedo 30/06/2019
    0
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

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  5. PL 2386/2023

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  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.